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Após vender fantasias infantis de refugiados, site da Amazon vira alvo de críticas

Venda dos referidos produtos foi cancelada logo após a repercussão da oferta. Em seguida, site pediu desculpas, por meio de nota

15:30 | 25/01/2016
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O site da Amazon - empresa gigante de comércio eletrônico - na Itália se transformou em alvo de críticas neste fim de semana, após colocar à venda fantasias infantis de refugiados.

A fantasia estranha figurava como uma nova opção entre as fantasias mais comuns, como as de princesa, bombeiro e bailarina.

A venda do produto, às vésperas do Carnaval de Veneza e em meio à crise migratória que atinge a Europa, chegou a ser cancelada horas após a repercussão, mas foi tarde demais para internautas que viram e criticaram.
[SAIBAMAIS 3]
“É uma questão de bom gosto e ter a coragem em certos momentos de retirar produtos que não são apropriados”, disse o clérigo, Oliviero Forti, em entrevista ao jornal britânico The Telegraph. As informações são do Brasil Post.

A Amazon, por meio de uma nota, se desculpou com todo os consumidores que se sentiram ofendidos com a referida oferta em seu site e alegou que as fantasias se tratavam de uma "réplica dos refugiados pós-guerra".

“O produto só foi publicado porque os fornecedores terceirizados podem incluir suas mercadorias no chamado 'mercado' virtual de Amazon. Assim que nossos clientes e usuários nos avisaram, retiramos imediatamente o produto de péssimo gosto”, declarou o site, enquanto que a empresa responsável pelas fantasias não se manifestou.
Redação O POVO Online
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