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Vídeo de confronto entre torcedores do Fortaleza e Paysandu viraliza como arrastão na Aldeota

Em nota, a Secretaria da Segurança informou que não houve registro de assaltos a estabelecimentos comerciais ou abordagens a motoristas nas imediações

20:30 | 14/11/2017

Quatro suspeitos foram detidos na noite dessa segunda-feira, 13, por  envolvimento no confronto entre torcidas rivais dos times Fortaleza e Paysandu. O caso, que ocorreu no entorno da Praça Luiza Távora, na Aldeota, teve repercussão nas redes sociais como arrastão (roubo coletivo). O boato foi desmentido pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

 

O POVO não divulga nomes de suspeitos. De acordo com a SSPDS, os torcedores foram levados para o 34º Distrito Policial para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido e foram liberados em seguida. O presidente da torcida organizada do Paysandu, Adriano Ferreira, relatou que o conflito começou no fim da tarde dessa segunda-feira,13, na Praia de Iracema.

 

”Estávamos saindo da praia, entrando no Uber, quando chegaram oito carros do Fortaleza”, afirma. Ele relata que um dos integrantes foi puxado para fora do carro e jogado ao chão. A ação teria durado cerca de cinco minutos, tempo até o aparecimento de viaturas policiais no local, o que teria dispersado os agressores.

 

São cerca de seis torcidas organizadas do time Fortaleza. O POVO tentou contato com a maior delas, a Torcida Uniformizada do Fortaleza (TUF), mas não conseguiu contato.


Boatos

 

O clima, no entorno da Praça, era de apreensão, na manhã desta terça-feira, 14. Circula, nas redes sociais, vídeo em que várias pessoas correm no cruzamento das ruas Costa Barros e Carlos Vasconcelos.

 

As imagens geraram boatos de que os estabelecimentos no entorno foram invadidos, o que não foi confirmado pela SSPDS. Em nota, a secretaria informou que não houve registro de assaltos a estabelecimentos comerciais ou abordagens a motoristas nas imediações.

 

Um frentista que trabalha em um posto de combustível em frente à Praça Luiza Távora presenciou a movimentação. “Vi o pessoal correndo com um pedaço de madeira na mão e indo para lá”, fala apontando para a rua Carlos Vasconcelos, sentido sertão-praia.

 

Já um vendendor de tapiocas, relata que o caso foi comentado por diversos moradores nesta manhã, 14. “Tá todo mundo falando. Não vi nada, só ouvi mesmo os comentários de arrastão”, conta. 

 

Redação O POVO Online

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