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Suspeito de assalto a bancos é preso com arma da PF de São Paulo no interior do Ceará

Arma foi furtada em 2016 no estado de São Paulo

Ítalo Cosme
18:13 | 19/09/2020
Com o homem estavam uma pistola calibre 9 milímetros, municiada e junto a outro carregador, e mais uma sacola contendo 47 munições da mesma especificação. Além de mochila com um aparelho celular, três rádios de comunicação, uma algema, anotações e R$ 450 em espécie e manchadas com tinta rosa. (Foto: Divulgação /PMCE)
Com o homem estavam uma pistola calibre 9 milímetros, municiada e junto a outro carregador, e mais uma sacola contendo 47 munições da mesma especificação. Além de mochila com um aparelho celular, três rádios de comunicação, uma algema, anotações e R$ 450 em espécie e manchadas com tinta rosa. (Foto: Divulgação /PMCE)

Suspeito de integrar quadrilha interestadual de assalto a bancos, Raimundo Gil Vieira, 34, foi preso no município de Independência, interior do Ceará. Com ele, foi apreendido uma arma de fogo da Polícia Federal de São Paulo. A pistola calibre 9 milímetros foi furtada em 2016.

A Força Tática (FT) do 7º Batalhão da Polícia Militar do Ceará (PMCE) realizou a diligência. O homem foi encontrado na casa dos pais. No quarto, onde foi localizado dormindo, estavam a pistola calibre 9 milímetros, municiada e junto a outro carregador, e uma sacola contendo 47 munições da mesma especificação.

Havia ainda uma mochila com um aparelho celular, três rádios de comunicação, uma algema, anotações e R$ 450 em cédulas manchadas com tinta rosa.

"Os policiais militares haviam recebido a informação de que o indivíduo, suspeito de participação em vários assaltos a banco na região e em outros estados brasileiros e integrante de uma equipe de assaltantes perigosos, estaria escondido na localidade de Pitombeiras, na casa dos pais", diz a PM.

Gil Vieira foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil em Crateús. Contra ele, havia um mandado de prisão em aberto por posse irregular de artefato explosivo ou incendiário.

O suspeito foi autuado pelos crimes previstos no artigo 180, do Código Penal Brasileiro, e no 16, do Estatuto do desarmamento. O Código Penal brasileiro prevê pena de reclusão de um a quatro anos e multa para quem "adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte".

No Estatuto do Desarmamento, o artigo 16 versa: "Pena – reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa. VI – produzir, recarregar ou reciclar, sem autorização legal, ou adulterar, de qualquer forma, munição ou explosivo".