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Suspeito de comercializar explosivos ilegalmente é preso durante operação

Durante a operação, os agentes apreenderam 13 espingardas, cerca de 600 quilos de chumbo, 3.500 bisnagas de pólvora, 529 munições de diversos calibres, além da quantia de R$ 9,1 mil e outros materiais

23:24 | 18/06/2019

Júlio Ferreira Alves, de 65 anos, foi preso suspeito de comercializar explosivos e fogos de artifícios na cidade de Graça, interior do Ceará, nesta terça-feira, 18. A prisão aconteceu durante uma operação da Polícia Civil, que cumpriu 30 mandados de prisão e busca e apreensão contra pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa em Sobral, a 231 quilômetros de Fortaleza.

A Polícia identificou, em quatro depósitos diferentes, o arsenal com munição, explosivos, fogos de artifício, além de prender Júlio Ferreira. Ele é investigado por vender esse material para grupos criminosos. Durante a operação, os agentes apreenderam 13 espingardas, cerca de 600 quilos de chumbo, 3.500 bisnagas de pólvora, 529 munições de diversos calibres, além da quantia de R$ 9,1 mil e outros materiais. 

Conforme a Polícia Civil, foram detectadas irregularidades no armazenamento dos explosivos. A maioria estava acondicionada em caixas de fogos de artifício. Júlio Ferreira não possuía autorização do Exército Brasileiro para a comercialização do material apreendido. Ele foi encaminhado à Delegacia Regional de Sobral, onde foi realizado o procedimento de flagrante. Em seguida, o suspeito foi encaminhado a uma unidade penitenciária.

Operação

A operação começou na quinta-feira, 13, e teve atuação de 200 policiais civis. O objetivo da ação foi o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão de pessoas suspeitas de integrarem uma organização criminosa. Foram apreendidas drogas e munições. Foram cumpridos 30 mandados de prisão, sendo 20 contra suspeitos que estavam em liberdade e 10 contra três homens e sete mulheres que estavam recolhidos ao sistema penitenciário do Ceará. As ações aconteceram em bairros de Sobral como o Sumaré, Padre Palhano, Dom Expedito e o Conjunto Habitacional Caiçara.

Redação O POVO Online