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Estudante baleada no rosto é transferida para enfermaria; suspeito continua foragido

A informação foi divulgada neste domingo, 22, pela assessoria de comunicação da universidade. a mãe da jovem acompanha a estudante em um quarto de enfermaria do IJF

11:32 | 22/10/2017
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Após ser submetida a uma cirurgia no crânio, a estudante do curso de Letras da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), que sofreu uma tentativa de homicídio na noite da última sexta-feira, 20, foi transferida da sala do pós-cirúrgico para a enfermaria, de onde seguirá sob observação e tratamento. A informação foi divulgada neste domingo, 22, pela assessoria de comunicação da universidade.

Conforme nota, a mãe da jovem acompanha a estudante em um quarto de enfermaria do Instituto José Frota (IJF), em Fortaleza. A universitária foi atingida com dois tiros disparados por um outro aluno do mesmo curso, contra o qual a vítima tinha medida protetiva.

A tentativa de homicídio ocorreu dentro das dependências da Unilab, depois que o suspeito armado entrou no campus efetuando disparos, conforme O POVO Online apurou. Carleano da Silva Jerônimo, 23 anos, suspeito de ser o autor dos disparos contra a estudante, é considerado foragido da Justiça. Ele teve prisão decretada por representação da Delegacia Regional de Baturité, que investiga o caso, menos de 24 horas após o crime.

Familiares da vítima ouvidos pela Polícia afirmam que o suspeito não aceitava o fim do namoro com a universitária e apresentava comportamento agressivo, conforme a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). A vítima já havia registrado procedimento policial contra ele, na Delegacia Municipal de Redenção, por violência doméstica.

Em julho deste ano, a Justiça expediu uma medida protetiva determinando que Carleano só poderia se aproximar da ex-namorada até 100 metros de distância. A decisão previa exceção para o ambiente acadêmico, já que eles estudavam no Campus Palmares, na Unilab. Além de ser estudante de Letras, o suspeito cursa Arquitetura em outra universidade.

As Polícias Civil e Militar continuam em busca do agressor. Populares que tenham informações podem ajudar entrando em contato pelo número 181 ou pelo (85) 3347-4241, da Delegacia Regional de Baturité. O sigilo é garantido.

Redação O POVO Online

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