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Saiba quais são os principais sinais de alerta sobre a saúde mental de crianças e adolescentes

Em Fortaleza, unidade de saúde oferece atendimento para casos de psicose, transtorno de humor, TDAH, autismo e ansiedade entre crianças e jovens
15:09 | Set. 15, 2021
Autor Levi Aguiar
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Levi Aguiar Jornal
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O mês de setembro é escolhido para potencializar um alerta à população sobre a importância da prevenção ao suicídio e valorização da vida. Neste Setembro Amarelo, o Hospital de Saúde Mental (HSM) divulga com mais intensidade os serviços gratuitos de cuidados à saúde mental, desta vez voltada exclusivamente para o público mais jovem. O Núcleo de Atenção à Infância e Adolescência (Naia), vinculado ao HSM, oferece atendimento para o tratamento de transtornos psiquiátricos que acometem crianças e adolescentes.

Atualmente, o Naia atende cerca de 400 pacientes crianças e adolescentes, da Capital e do interior do Estado. Entre os principais casos atendidos, estão: psicose, transtorno de humor, TDAH, autismo e ansiedade. A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) informa que a unidade conta com uma equipe formada por psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais, terapeuta ocupacional, pediatra e nutricionista. 

A psicóloga Juliana Sampaio, que atua no HSM, conta que uma das formas de expressão de alguns transtornos psicológicos é através da autolesão por parte da criança ou do adolescente. Juliana explica que a automutilação é um acontecimento que se define como dano provocado a uma parte do corpo pelo próprio indivíduo, geralmente com a intenção de aliviar uma dor emocional e reduzir a angústia, trazendo um alívio momentâneo dos sentimentos.

“O adolescente pode muitas vezes tentar disfarçar seus sentimentos e emoções quando passa por situações difíceis. Alguns deles encontram dificuldades em pedir ajuda ou falar sobre o problema, o que pode fazer com ele acabe se isolando”, pontua.

LEIA MAIS | 92% dos municípios não tiveram óbitos por Covid-19 nas duas últimas semanas

Quando deixaremos de usar máscaras no Brasil?

A psicóloga também lista alguns sinais importantes que devem ser considerados como alerta:

  • Geralmente, eles demonstram ansiedade e tristeza com bastante intensidade;
  • Irritação;
  • Agressividade sem motivo aparente;
  • Apatia;
  • Isolamento social;
  • Perda de interesse por atividades que antes costumavam praticar;
  • Falta de interesse pelos estudos e pela escola;
  • Uso de frases como: ‘preferia estar morto’, ‘sou um peso na vida das pessoas’, ‘eu queria dormir para sempre’, entre outras”

A recomendação da profissional é que apesar desses sinais de alerta serem muito importantes como forma de identificar situações de preocupação, a melhor maneira de descobrir se há um sofrimento emocional mais grave é conversando e perguntando diretamente ao adolescente.

A psiquiatra da Infância e Adolescência do HSM, Letícia Cavalcante, orienta a família a observar as mudanças comportamentais dos filhos. “A qualquer sinal de que algo está inadequado no comportamento deles, seja por autolesão ou ideação suicida, há um alerta de que eles estão precisando de ajuda. Neste caso, não deixe o adolescente sozinho. Escute, apoie esse adolescente, levando-o para um acompanhamento médico e psicológico”.

Outra dica importante da especialista é a utilização de estratégias de enfrentamento para lidar com pensamentos negativos. “Incentive essa criança ou adolescente a fazer exercícios físicos, ouvir músicas, utilizar técnicas de respiração para relaxar, ler bons livros, fortalecer vínculos afetivos com a família e amigos, evitar uso de álcool e outras drogas e realizar tratamento adequado para o transtorno mental, sempre que for necessário”.

O Hospital de Saúde Mental possui uma emergência que funciona 24 horas, todos os dias, e atende os casos mais graves. O telefone para informações é: (85) 3101-4342/ 3101-4348. Já o atendimento remoto pode ser feito pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), por meio do número 188 ou pelo site www.cvv.org.br. O atendimento é realizado de segunda a sexta, das 8h às 17h. Para ser atendido, é necessário passar pela Central de Regulação.

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Primeiro evento-teste no Ceará será realizado no próximo dia 17

EVENTO-TESTE
23:12 | Set. 10, 2021
Autor Isabela Queiroz
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O município de Guaramiranga recebe o primeiro evento-teste autorizado pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) na próxima semana. O 22º Festival de Jazz e Blues acontece nos próximos dias 17 e 18 de setembro com 200 pessoas por dia. Para a realização desse tipo de evento, os interessados devem enviar proposta para a Sesa até dia 20 deste mês.

Em entrevista ao jornalista Jocélio Leal, da rádio O POVO CBN, a coordenadora Secretaria Executiva de Vigilância e Regulação em Saúde da Secretaria da Saúde do Ceará (Sevir), Dolores Fernandes, afirmou que a principal característica do evento-teste é o controle.

Segundo ela, o festival que acontece em Guaramiranga, por exemplo, apresentou uma proposta consistente. “O município, juntamente com a Polícia Militar e outras instituições fazem parte de uma ação articulada para garantir o cumprimento dos protocolos sanitários”, disse.

A coordenadora ressalta ainda uma peculiaridade de Guaramiranga: “É o município do Estado que vacinou 100% da população e com certeza terá um maior rigor com a barreira sanitária, que já existe”, afirma.

LEIA MAIS | Governo do Ceará monitora primeiro evento-teste no 22º Festival Jazz & Blues, em setembro

Além disso, Dolores afirma que será exigida a comprovação de esquema vacinal completo contra a Covid-19 (duas doses ou dose única, no caso do imunizante da Janssen), além da testagem com resultado negativo em, no máximo, 48 horas antes do evento. Os participantes também serão monitorados por 14 dias, segundo ela.

De acordo com o jornalista Farias Júnior, da rádio CBN Cariri, foi veiculado nas redes sociais o anúncio de um suposto evento-teste, que estava marcado para acontecer no dia 18, no município do Crato, na região do Cariri. 

Segundo a coordenadora, o evento foi submetido à avaliação do comitê, mas o município e os organizadores levantaram algumas dificuldades e pediram o adiamento para 9 de outubro. “O protocolo para a realização dos eventos foi republicado no site da Sesa e ele passou por alterações. Mudamos alguns critérios para ter junto conosco os municípios. O monitoramento é de responsabilidade do município e dos organizadores”, afirma.

Acontece ainda neste mês, o evento-teste Molokabra, de esporte náutico, de acordo com a coordenadora. “É um evento de porte maior, porque as provas do esporte são realizadas em alto-mar, e vem pessoas de todos os estados do Brasil, mas a produção do evento junto com os municípios participantes estão organizando todo o processo”, disse.

Para denunciar supostos eventos-teste não autorizados pelo comitê, Dolores ressalta que a população pode entrar em contato por meio dos canais de atendimento da Sevir:

Ouvidoria Sevir: 08002751520
Telefone: 3101-5288
E-mail: [email protected]

Protocolo para solicitação de evento-teste 

Nessa quinta-feira, 9, a Sesa publicou um novo protocolo para a seleção de eventos-teste. Serão selecionados 10 eventos de diversas modalidades. As inscrições começam nesta sexta-feira e encerram no próximo dia 20. Todas as condições para aprovação podem ser conferidas no protocolo.

As propostas devem ser enviadas para o e-mail da Sevir e serão analisadas por comissão composta por integrantes da Sesa/Sevir, Seplag, Secretaria de Turismo, Secretaria da Cultura do Ceará e pela Secretaria da Saúde do respectivo município sede do evento.

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Setembro Amarelo: ANS alerta para efeitos da pandemia na saúde mental

Saúde
17:33 | Set. 10, 2021
Autor Agência Brasil
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A campanha anual de prevenção ao suicídio que ocorre no Brasil desde 2014 sob o título de Setembro Amarelo levanta nessa edição uma preocupação específica com o momento que o país e o mundo atravessam. Em uma nota divulgada em seu portal eletrônico, Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) traz algumas palavras do seu diretor-presidente, Paulo Rabello, sobre o risco do agravamento de quadros de saúde mental em decorrência da pandemia de covid-19.

“É preciso que todos estejamos alertas e que façamos o possível para assegurar a saúde das pessoas que convivem conosco. Mesmo o novo coronavírus tendo afastado muitos pacientes dos consultórios e de seus tratamentos, devemos recordar que, na medida do possível, os atendimentos passaram a ser feitos de forma online, o que foi autorizado pelos conselhos profissionais, possibilitando aos beneficiários de planos de saúde manter o acompanhamento de seus tratamentos que já vinham realizando”, frisou ele.

A campanha Setembro Amarelo é realizada desde 2014 através da parceria da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e do Conselho Federal de Medicina (CFM). Ao longo do tempo, a iniciativa ganhou a adesão de outras entidades e também de órgãos públicos, desdobrando-se assim em diversas ações. O mês de setembro é escolhido porque exatamente hoje, no dia 10, a Organização Mundial da Saúde (OMS) comemora o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Na edição deste ano, o tema do Setembro Amarelo é "agir salva vidas".

De acordo com o relatório Suicide Worldwide, publicado pela OMS em junho, mais de 700 mil pessoas morreram por suicídio em 2019, o que representa uma a cada 100 mortes. No Brasil, são aproximadamente 13 mil pessoas por ano. A maioria dos suicídios está relacionada a distúrbios mentais, como depressão e transtorno bipolar.

O Centro de Valorização da Vida (CVV), por meio do telefone 188, é um canal permanente de apoio. Em diversidades cidades, há também um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) que oferece auxílio em horários comerciais. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo telefone 192, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193, devem ser acionados quando ocorrem casos de tentativas de suicídio.

Responsável pela regulação e fiscalização da operação dos planos de saúde privados, a ANS alerta que pequenas mudanças de comportamento podem ser indícios de sintomas de um quadro mais grave, que pode evoluir para o suicídio. O diagnóstico precoce, o tratamento e o acompanhamento são considerados essenciais.  Para estimular a prevenção, a ANS instituiu no final de 2018 a Certificação de Boas Práticas em Atenção Primária à Saúde. Um dos critérios para se obter a certificação plena é o desenvolvimento de ações relativas à saúde mental de seus beneficiários.

“Entendemos que a atenção à saúde mental na saúde suplementar deve ultrapassar a abordagem do quadro agudo e dos sintomas ativos e possuir uma perspectiva ampliada e completa. Essa visão certamente tem influências positivas no atendimento aos beneficiários e é importante que as operadoras estejam atentas”, acrescentou Paulo Rebello.

Adolescentes

Divulgados hoje (10) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), os resultados de uma pesquisa sobre comportamento suicida entre adolescentes revelaram 15.702 notificações de atendimento nos serviços de saúde do país no período de 2011 a 2014. A maioria dos casos envolveu o grupo etário de 15-19 anos (76,4%), o sexo feminino (71,6%) e pessoas brancas (58,3%). Quase 90% das ocorrências ocorreram na própria residência e o meio mais utilizado foi o uso de medicamentos e outras substâncias com objetivo de envenenamento ou intoxicação.

Também foram mapeadas internações decorrentes de tentativas suicidas nas unidades de saúde do país entre 2007 e 2016. Foram 12.060 registros. O levantamento novamente mostrou predominância dos casos envolvendo pessoas do sexo feminino (58,1%). A Região Sudeste foi a que reuniu o maior número de internações por 100 mil habitantes.

O estudo incluiu ainda entrevistas em profundidade com 18 adolescentes com comportamento suicida das cidades de Porto Alegre e Dourados (MS). Segundo a Fiocruz, os relatos apontaram para a presença significativa de vulnerabilidades no lar, como violências, falta de cuidado e inexistência de apoio inter-relacional. As famílias desses jovens carregam histórias de rejeições, maus-tratos físicos, problemas psiquiátricos como ansiedade e depressão, agressões verbais, violência sexual e abuso de álcool e drogas.

Além dos problemas familiares, os depoimentos incluíram também outros elementos como desentendimentos e rompimentos com namorados, bullying, pressão escolar e interação em redes sociais virtuais. Um elemento que chamou atenção dos pesquisadores é o fato de que todos os entrevistados relataram uma história pregressa de suicídio familiar ou envolvendo amigos, colegas, vizinhos ou conhecidos.

“Sobre o ato, praticamente todos identificaram vários motivos disparadores. Entretanto, é recorrente a constatação de que as motivações para as tentativas entram em um contexto de vida já marcado por grande mal estar emocional, desafetos, insatisfações e vulnerabilidades”, acrescenta a Fiocruz.

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Como os animais de estimação podem ser aliados na manutenção da saúde mental?

setembro amarelo
14:45 | Set. 10, 2021
Autor Euziane Bastos
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Euziane Bastos Autor
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Há seis anos, o mês de setembro faz parte de uma campanha brasileira de prevenção ao suicídio e traz à tona a importância desses cuidados em diversos locais: Setembro Amarelo". Muito se fala sobre as formas mais conhecidas de prevenção, e os animais de estimação, os conhecidos "pets", podem fazer toda a diferença como aliados dela.

O estudo “Curadores naturais: uma revisão da terapia e atividades assistidas por animais como tratamento complementar de doenças crônicas”, de 2012, bem como outros estudos de mesma natureza, apontam que o contato direto com os pets estimula a produção e liberação de neurotransmissores, como a dopamina, ocitocina e serotonina, substâncias que ajudam na transmissão dos impulsos nervosos e desencadeiam as sensações de prazer, regulam o sono e produzem sentimentos de apego e afeição.

De acordo com a médica veterinária da Mundo Pet, Carla Patrícia, "é possível notar o papel dos animais como apoio emocional, aliviando sintomas de diversos transtornos psiquiátricos". A veterinária afirma que, apesar de os animais não serem tratamento de doenças, eles exercem papéis coadjuvantes no processo. “Já está provado cientificamente que o ato de cuidar de um animal libera endorfinas semelhantes àquelas que uma mãe libera ao abraçar seu filho. Para cuidar de um pet, você sai da sua zona de conforto, faz caminhada, troca carinhos. Tudo isso faz com que a gente tenha uma sensação de bem-estar”, diz.

“Para crianças, os animais de estimação podem ajudar no senso de responsabilidade, cuidado e organização”, diz a psicóloga Marilia Barreira. Ela explica que, durante a pandemia de Covid-19, os cuidados de um animalzinho podem fazer com que a pessoa não se sinta sozinha, já que sua convivência social estará limitada. Em situações habituais, indivíduos com algum tipo de psicopatologia que têm dificuldade de sair de casa, por exemplo, podem considerar os pets aliados em seu tratamento.

A estudante de jornalismo Vitória Hellen, 20, conta que adotou o seu primeiro pet há oito anos, um gato chamado Max, que continua na família até os dias de hoje. Depois do Max, ela adotou mais duas gatas, Margot e Sammy. Para Vitória, os animais sempre estiveram presentes durante o seu crescimento. "Minha família sempre teve cachorro, passarinho, gato, pato, coelho etc. Então desde pequena eu sempre brincava com eles”, conta.

Vitória Hellen, que também faz terapia há cinco anos, relata que a profissional que a acompanha fala sobre como os animais ajudam na distração e a esquecer os problemas por um tempo. “Você saber que tem uma companhia, que não vai te abandonar, é muito importante. É como ter o amor da sua vida sentado ao pé da sua cama o tempo inteiro.”

Já para o estudante de Direito Gabriel Farias, 19, a interação com a sua cadela Champ foi um dos pontos fortes para que, durante o período de quarentena, seu dia a dia não fosse solitário. “Era muito comum passar boa parte do meu dia fazendo carinho nela, o ato de fazer cafuné é algo que nos deixa muito relaxados. Muitas pessoas acham que os animais não entendem nada, mas eles sabem ler o que estamos sentido, se estamos tristes, eles vão perceber”, conta. Ele ainda relata que a relação com Champ, seu primeiro e único animal de estimação, gerou muitos laços afetivos.

 

 

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Comunidade João XXIII recebe ações pelo Setembro Amarelo

Saúde Mental
02:42 | Set. 09, 2021
Autor Lara Vieira
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O Instituto Compartilha - Sameac realiza uma série de ações que integram a campanha Setembro Amarelo na comunidade João XXIII, em Fortaleza. O mês marca a campanha de prevenção ao suicídio. De acordo com a instituição, a ideia é orientar famílias e jovens para que estejam atentos aos pequenos sinais e saibam como buscar ajuda especializada.

A ação está vinculada ao Comunidade Viva, projeto de assistência comunitária que o Instituto mantém no João XXIII, com atendimento de saúde e bem-estar e assistência social. Segundo o instituto, na programação do Setembro Amarelo estão incluidas rodas de conversa e visita domiciliar com orientações sobre a prevenção ao suicídio, além de atendimento psicossocial que atende as famílias em casa. O projeto conta, ainda, com equipe multidisciplinar: psicólogo, terapeuta ocupacional, enfermeira, nutricionista e assistente social.

“Buscamos orientar e acolher as famílias, que vivem em vulnerabilidade social, de modo a fortalecer o diálogo e ajuda-las com atendimento psicossocial básico, visto que os casos de suicídio têm aumentado significativamente com a pandemia, em decorrência do confinamento social, incertezas e desemprego, fatores que afetam a saúde mental, principalmente, das famílias mais necessitadas”, explica Hellayne Viana, Coordenadora do Setor de Serviço Social do Instituto Compartilha e do Projeto Comunidade Viva.

Sobre a instituição

O Instituto Compartilha - Sameac, com sede em Fortaleza, é uma instituição sem fins lucrativos, que tem como missão desenvolver soluções em saúde pública e ações para o fortalecimento das organizações da Sociedade Civil (OSC). Desde 1955, presta serviços exclusivos em saúde pública no Brasil. Ao longo de mais de 60 anos, realizou a gestão do Hospital Universitário Walter Cantídio e da Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC). Hoje, o Instituto atua em parceria com prefeituras, empresas e outras instituições na área de saúde e Terceiro Setor.

Confira iniciativas de psicoterapias gratuitas no Ceará

Psicólogos Voluntários do Ceará

Agendamentos pelo Instagram (@psicólogosvoluntariosceara) ou pelo e-mail ([email protected]).

Escuta Terapêutica do Projeto Carmens

Agendamentos pelo Instagram (@carmens_comunidade) ou pelo e-mail ([email protected]).

Conexão Afetiva

Público Alvo: profissionais e colaboradores da área da Saúde, profissionais de segurança, pacientes com Covid e familiares de pacientes com Covid.

Agendamentos pelo Instagram (@plantaopsi_) ou pelo site (www.conexaoafetiva.com.br).

Plantão Coronavírus

Iniciativa do Governo do Ceará. É possível ser atendido pelo WhatsApp (85 98439-0647) ou pelo telefone (0800 275 1475)

Centro de Atenção Psicossocial (Caps)

É possível ainda receber atendimento psicológico gratuito por meio dos Caps, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Veja lista de endereços e contatos em Fortaleza:

Caps da Regional I

CAPS GERAL
-Centro de Atenção Psicossocial Nise da Silveira – Rua Soares Balcão, 1494- São Gerardo. Telefones: 3105.1119 / 3452.1960

CAPS AD
-Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas Dr. Airton Monte – 24hs
Av. Monsenhor Hélio Campos, 138 – Cristo Redentor (Dentro do CSU e UAPS Virgílio Távora). Telefones: 3433.9513

Caps da Regional II

CAPS GERAL
Caps Geral Dr. Nilson de Moura Fé 24hs – Rua Pinto Madeira, 1550 – Aldeota. Telefones: 3105.2632 / 3105.2638

CAPS AD
– Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas – Dr. José Glauco Bezerra Lobo. Rua Giselda Cysne, s/n – Cidade 2000 (próximo ao Posto de Saúde Rigoberto Romero)

– Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas – Centro – Rua Dona Leopoldina, 08 – Telefone: 3223-63-88

CAPS INFANTIL
– Dr. Marcus Vinicius Ponte de Sousa Infanto Juvenil – Rua Giselda Cysne, 87 – Cidade 2000- próximo ao Posto de Saúde Rigoberto Romero. Telefone: 3249-50-03

Caps da Regional III

CAPS GERAL
Prof. Gerardo da Frota Pinto -Rua Francisco Pedro, 1269 – Rodolfo Teófilo. Telefones: 3433.2568 / 3105.3451

CAPS AD
– Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas Caps AD – Rua Frei Marcelino, 1191– Rodolfo Teófilo. Tele3105.3420 / 3105.3722

Caps da Regional IV

CAPS GERAL
– Centro de Atenção Psicossocial – Av. Borges de Melo, 201 – Jardim América. Telefones: 3131.1690 / 3494.2765

CAPS AD
– Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas – Caps AD – Alto da Coruja -Rua Betel, 1826, Itaperi. Telefones: 3493.5538

Caps da Regional V

CAPS GERAL
-Centro de Atenção Psicossocial Bom Jardim Caps II -Rua Bom Jesus, 940 – Bom Jardim. Telefones: 3245.7956 / 3105.2030

CAPS AD
-Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas -Rua Antônio Nery S/N-Granja Portugal – Telefones: 3105.1023 / 3488.5717

Caps da Regional VI

CAPS GERAL
– Centro de Atenção Psicossocial – Rua Carlota Rodrigues, 81 – Messejana. Telefones: 3488.3312 / 3276.2051

CAPS AD
– Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas – Casa Da Liberdade – Rua Salvador Correia de Sá, 1296- Sapiranga. Telefones: 3273.5226 / 3278.7008

CAPS INFANTIL
– Centro de Atenção Psicossocial Infantil Maria Ileuda Verçosa – Capsi – Rua Virgilio Paes, 2.500- Cidade dos Funcionários. Telefones: 3105.1510 / 3105.1326

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Mortes por Covid-19 no Ceará caem 53,9%; casos também seguem caindo

Coronavírus
23:56 | Set. 03, 2021
Autor Leonardo Maia
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Todas as regiões do Ceará, com exceção da Região Norte, registraram queda no número de novos casos e mortes ocorridas em decorrência da Covid-19, em relação há duas semanas. Contando os dados de todo o Estado, foram confirmados 2.890 novos casos e 35 óbitos, representando uma redução de 41,4% e 53,9%, respectivamente. Os dados foram divulgados em boletim epidemiológico pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) nesta sexta-feira, 3.

No norte do Estado, região que inclui a cidade de Sobral, houve um aumento de 35,3% do número de casos confirmados, chegando a 183. Já os óbitos triplicaram no mesmo período, saltando de um para três episódios. O maior declínio, por outro lado, foi registrado na macrorregião do Sertão Central, onde as infecções caíram 39,8% e não foi registrado nenhuma vítima fatal da doença. A Sesa enfatiza que possíveis atrasos na digitação de casos e óbitos podem comprometer as análises.

Desde o início da pandemia, 66% das mortes ocorreram em pessoas de 60 anos ou mais, tendo essa porcentagem caído em relação ao ano passado. Os dados mostram ainda que 68,2% das vítimas fatais apresentavam doenças crônicas pré-existentes e a taxa de mortalidade do Estado é de 145,7 óbitos por 100 mil habitantes.



Nesta segunda onda, é possível observar redução da média móvel de mortes no Estado a partir de maio, após aumento de mais de 100% nos meses de fevereiro e março. Atualmente, o nível de positividades de exames RT-PCR, considerado o mais confiável para detectar a doença, está em 36,1%. Diante do cenário, o governador Camilo Santana (PT) resolveu fazer pequenas modificações e estender horário de comércio de rua das 8 às 22 horas e academias das 5h30min às 22h30min.

No total, 24.046 cearenses morreram e 932.522 foram contaminados em decorrência da Covid-19, de acordo com dados consolidados na manhã desta sexta-feira no IntegraSUS, plataforma da Sesa que compila dados da pandemia. Em relação à vacinação, 2.530.677 habitantes do Estado completaram o esquema vacinal, com as duas doses ou dose única contra a Covid-19. O número equivale a 27,3% da população cearense, segundo projeção do IBGE para 2021.

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