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Show de Taty Girl não tinha autorização da Vigilância Sanitária do Eusébio

Titular da Vigilância Sanitária afirma que não teve conhecimento do show. A Prefeitura do Eusébio, entretanto, emitiu nota afirmando que havia autorização do Município
14:54 | Ago. 06, 2021
Autor - Levi Aguiar
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- Levi Aguiar Autor
Tipo Noticia

A cantora Taty Girl promoveu gravação do novo DVD com presença do público, na noite da última quinta-feira, 5, em um espaço de um lounge, no Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza. Procurada pelo O POVO, a Vigilância Sanitária do Município do Eusébio (Visa) informou não ter tido conhecimento do show: "O evento não tinha autorização para acontecer", afirmou Adriana Bezerra, coordenadora da Vigilância Sanitária de Eusébio.

Cenas compartilhadas pelas redes sociais mostram alguns detalhes da festa, que exibia pessoas sem o uso de máscaras, obrigatório no Estado e parte dos protocolos para realização de eventos. "O decreto estadual autoriza eventos testes que sigam os protocolos da Secretária Estadual da Saúde. No caso, evento em buffet, a gente considera como evento teste aniversário e casamentos... E não um show, porque um show é um evento de massa", conta Adriana Bezerra.

Por meio de nota, a Prefeitura do Eusébio, através da Autarquia Municipal de Meio Ambiente, informou que autorizou a realização do show que seria para a gravação de DVD da Taty Girl, em um buffet particular localizado no bairro Precabura, "mediante limitação de pessoas, conforme decreto e medidas sanitárias obrigatórias, inclusive com testagem de todos os profissionais envolvidos no evento", comenta a nota.

A Vigilância informou que o estabelecimento será notificado, caso seja confirmado desrespeito às normas sanitárias. O prazo para a averiguação não foi informado. Segundo a cantora, em suas redes sociais, estavam 125 pessoas na festa. Taty Girl disse ainda que o show era voltado para influenciadores e patrocinadores. O show teve a participação de cantores como Wesley Safadão, Audílio Mendes e Eric Land.

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Rio distribui mais de 600 mil doses de vacinas contra a Covid-19

Saúde
20:00 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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A Secretaria de Estado da Saúde do Rio de Janeiro (SES) entrega hoje, 6, e amanhã, 7, 627.190 doses da vacina contra a Covid-19 aos 92 Municípios do Estado. Serão distribuídas 174 mil doses de Oxford/AstraZeneca para primeira aplicação e 135.440 para segunda aplicação. Já da Pfizer, serão 252.720 para primeira dose e 57.330 para segunda dose, além de 7,7 mil doses da Janssen, de aplicação única.

Os lotes dos imunizantes entregues pelo Ministério da Saúde (MS) estão  previstos para chegar na noite desta sexta-feira, na Coordenação Geral de Armazenagem (CGA) da secretaria, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

LEIA MAIS | Variante Delta: com casos importados, Ceará segue monitorando viajantes

A Cidade do Rio de Janeiro realiza a retirada do seu lote, agora à noite. Para as regiões Norte, Noroeste e Costa Verde, os imunizantes serão distribuídos por dois helicópteros. As aeronaves partem às 8h do Grupamento Aeromóvel da Polícia Militar (GAM), em Niterói. Já para os demais municípios, a entrega será feita por vans e caminhões, com escolta da Polícia Militar, a partir das 7h.

De acordo com o secretário estadual da Saúde, Alexandre Chieppe, a cobertura vacinal em todo o Estado do Rio de Janeiro está avançando. “Hoje, temos 62% da população imunizada com a primeira dose contra a Covid-19 e 27% com a segunda aplicação ou dose única. É importante completar o ciclo vacinal para garantir a eficácia da vacina, principalmente pela circulação da variante delta no Rio de Janeiro”, avaliou.

A Subsecretaria de Vigilância e Atenção Primária à Saúde vem reforçando a importância de responsáveis técnicos e gestores municipais organizarem suas ações de vacinação, respeitando a destinação das doses para a primeira ou segunda aplicação do esquema vacinal.

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Covid-19: Brasil tem 561,7 mil mortes e 20,1 milhões de casos

Saúde
19:19 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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O Brasil chegou a 561.762 mortes por covid-19. Nas últimas 24 horas, foram registradas 1.056 novas mortes por conta da doença. Ontem, o total de óbitos estava em 560.706.

A soma de casos desde o início da pandemia alcançou 20.108.746. Entre ontem e hoje, foram confirmadas 42.159 novos casos de infecção. Ontem, o painel de dados do Ministério da Saúde trazia 20.066.587 casos acumulados.

Ainda há 678.382 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

As informações foram divulgadas na noite desta sexta-feira (6), na atualização diária do Ministério da Saúde. O balanço sistematiza os registros levantados pelas secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 18.868.302.

Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o final de semana.

Boletim epidemiológico 06.08.2021
Boletim epidemiológico relativo ao dia 6 de agosto - Ministério da Saúde/divulgação

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (140.428), Rio de Janeiro (59.787), Minas Gerais (51.088), Paraná (35.649) e Rio Grande do Sul (33.533). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.804), Roraima (1.886), Amapá (1.922), Tocantins (3.557) e Alagoas (5.879).

Vacinação

De acordo com o Ministério da Saúde, foram aplicadas 149,4 milhões de doses, sendo 105,2 milhões da primeira dose e 44,2 milhões de segunda dose ou dose única. Nas últimas 24 horas, o país aplicou 2,4 milhões de doses.

Até o momento, o governo já distribuiu aos estados 184,8 milhões de doses de imunizantes contra a covid-19.

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Mais agressiva, cepa Gama pode ser contida com lockdown e vacinação

Saúde
18:49 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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A variante Gama, inicialmente denominada P1 e que teve origem no Brasil, é mais agressiva. Essa é a conclusão do estudo desenvolvido em São José do Rio Preto, no interior paulista, por meio de sequenciamento genético e análises epidemiológicas. A mesma pesquisa mostra ainda que lockdown e vacinação são eficientes para conter a mutação do vírus da covid-19. 

O trabalho envolveu a Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), em parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade de São Paulo (USP), Fundação Bill&Melinda Gates, Universidade de Washington, University of Texas Medical Branch e Secretaria de Saúde de São José do Rio Preto. 

“O colapso do sistema de saúde em São José do Rio Preto não aconteceu. Nós tivemos as UTIs cheias, mas em nenhum momento faltou leito, não teve lotação total e mesmo assim a mortalidade foi muito maior que anteriormente. Isso comprova que ela realmente é uma variante mais grave”, explica Maurício Lacerda Nogueira, professor da Famerp.

Ele aponta que já havia suspeita de uma maior agressividade da variante desde o colapso em Manaus. “Mas os autores de [estudos em] Manaus colocavam que também naquela época havia tido uma total falência do sistema de saúde. Não seria possível atribuir só à P1 uma maior gravidade”, relembra.

No município paulista, portanto, a maior transmissibilidade dessa cepa foi associada ao aumento de casos graves (127%) e mortes (162%) em março e abril de 2021. A vigilância genômica do novo coronavírus é feita no município desde outubro do ano passado. De acordo com os pesquisadores, foram analisados 272 genomas completos. Das 12 linhagens identificadas, a P1 representou 72,4%. 

Lockdown e vacinação

São José do Rio Preto adotou lockdown de quase três semanas no pico da transmissão da variante Gama, em março, e o estudo também mostrou a eficácia da medida. A análise foi feita com o cruzamento de dados relativos à taxa de isolamento e dados epidemiológicos, como número de casos, variação genética e número de testes. 

“Nós fomos capazes de calcular o R, a taxa de transmissão. E a taxa de transmissão é inversamente proporcional ao isolamento social, então quanto menos isolamento maior transmissão e vice-versa”, apontou. Segundo o professor, a taxa de transmissão ficou abaixo de 1. “O número de casos estabilizou, com tendência à queda, e isso permitiu que não ocorresse a falência do sistema de saúde, como ocorreu em outros municípios.”

Também foi possível constatar a eficácia da vacinação. “Qual a população que já estava vacinada quando a P1 atingiu seu auge? Era quem tinha acima de 70 anos e essa população teve número de mortes e casos graves muito menor que a população que não foi vacinada, mostrando que a vacina realmente protegeu essas pessoas”, disse Nogueira.

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Mais agressiva, variante P1 pode ser contida com lockdown e vacinação

Saúde
18:34 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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A variante P1, hoje denominada Gama e que teve origem no Brasil, é mais agressiva. Essa é a conclusão do estudo desenvolvido em São José do Rio Preto, no interior paulista, por meio de sequenciamento genético e análises epidemiológicas. A mesma pesquisa mostra ainda que lockdown e vacinação são eficientes para conter a mutação do vírus da covid-19. 

O trabalho envolveu a Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), em parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade de São Paulo (USP), Fundação Bill&Melinda Gates, Universidade de Washington, University of Texas Medical Branch e Secretaria de Saúde de São José do Rio Preto. 

“O colapso do sistema de saúde em São José do Rio Preto não aconteceu. Nós tivemos as UTIs cheias, mas em nenhum momento faltou leito, não teve lotação total e mesmo assim a mortalidade foi muito maior que anteriormente. Isso comprova que ela realmente é uma variante mais grave”, explica Maurício Lacerda Nogueira, professor da Famerp.

Ele aponta que já havia suspeita de uma maior agressividade da variante desde o colapso em Manaus. “Mas os autores de [estudos em] Manaus colocavam que também naquela época havia tido uma total falência do sistema de saúde. Não seria possível atribuir só à P1 uma maior gravidade”, relembra.

No município paulista, portanto, a maior transmissibilidade dessa cepa foi associada ao aumento de casos graves (127%) e mortes (162%) em março e abril de 2021. A vigilância genômica do novo coronavírus é feita no município desde outubro do ano passado. De acordo com os pesquisadores, foram analisados 272 genomas completos. Das 12 linhagens identificadas, a P1 representou 72,4%. 

Lockdown e vacinação

São José do Rio Preto adotou lockdown de quase três semanas no pico da transmissão da variante P1, em março, e o estudo também mostrou a eficácia da medida. A análise foi feita com o cruzamento de dados relativos à taxa de isolamento e dados epidemiológicos, como número de casos, variação genética e número de testes. 

“Nós fomos capazes de calcular o R, a taxa de transmissão. E a taxa de transmissão é inversamente proporcional ao isolamento social, então quanto menos isolamento maior transmissão e vice-versa”, apontou. Segundo o professor, a taxa de transmissão ficou abaixo de 1. “O número de casos estabilizou, com tendência à queda, e isso permitiu que não ocorresse a falência do sistema de saúde, como ocorreu em outros municípios.”

Também foi possível constatar a eficácia da vacinação. “Qual a população que já estava vacinada quando a P1 atingiu seu auge? Era quem tinha acima de 70 anos e essa população teve número de mortes e casos graves muito menor que a população que não foi vacinada, mostrando que a vacina realmente protegeu essas pessoas”, disse Nogueira.

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Sindicato de bares orienta empregador a demitir quem recusar vacina

Geral
17:23 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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O Sindicato de Restaurantes, Bares e Similares de São Paulo (SindResBar-SP) publicou uma nota de esclarecimento em que orienta o empregador a demitir o funcionário que se recusar a tomar vacina contra a covid-19. Segundo a entidade, a nota tem como base as conclusões obtidas pelo grupo de trabalho do Ministério Publico do Trabalho sobre a vacinação contra a covid-19.

A exceção é para casos em que seja justificada a recusa por razões médicas. Neste caso, a orientação é para que o funcionário permaneça, de preferência, em trabalho remoto.

Segundo o sindicato, a recusa injustificada do trabalhador em tomar a vacina “pode caracterizar ato faltoso e possibilitar a aplicação de sanções previstas na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) ou em estatuto de servidores, dependendo da natureza jurídica do vínculo de trabalho”, afirma o texto.

No entanto, o sindicato alerta que a sanção só deve ocorrer após uma conversa do empregador com o funcionário, em que devem ser informadas a importância da vacinação e as consequências da recusa. “Persistindo a recusa injustificada, o trabalhador deverá ser afastado do ambiente de trabalho, sob pena de colocar em risco a imunização coletiva, e o empregador poderá aplicar sanções disciplinares, inclusive a despedida por justa causa”, diz o texto.

Em resposta, o Sinthoresp, sindicato de São Paulo que representa os trabalhadores dos hotéis, pousadas, bares e restaurantes e similares, também publicou uma nota de esclarecimento em que afirma ser contra a demissão por justa causa caso os trabalhadores se recusem a tomar a vacinar. “O Sinthoresp é terminantemente contra quaisquer atos empresariais ou entendimentos estatais que consubstanciem na demissão por justa causa de trabalhadores que se recusem a se vacinar”, diz o texto.

MPT

No início deste ano, o Ministério Público do Trabalho (MPT) editou uma recomendação interna direcionada aos procuradores. No guia técnico, o MPT definiu que, exceto em situações excepcionais e plenamente justificadas, o trabalhador não pode se negar a ser imunizado.

Para o MPT, a vacinação é uma ferramenta de ação coletiva e alegações de convicção religiosa, filosófica ou política não são justificativas para deixar de tomar a vacina. Para o órgão, a vontade individual não pode se sobrepor ao interesse coletivo.

“Diante de uma pandemia, como a de covid-19, a vacinação individual é pressuposto para a imunização coletiva e controle da pandemia. Nesse contexto, se houver recusa injustificada do empregado à vacinação, pode caracterizar ato faltoso, nos termos da legislação. Todavia, a empresa não deve utilizar, de imediato, a pena máxima ou qualquer outra penalidade, sem antes informar ao trabalhador sobre os benefícios da vacina e a importância da vacinação coletiva, além de propiciar-lhe atendimento médico, com esclarecimentos sobre a eficácia e segurança do imunizante”, diz o Ministério Público do Trabalho.

O MPT também esclarece que o empregador deve antes conversar com o trabalhador para entender as razões da recusa. Se for justificado por razões médicas, o órgão esclarece que a empresa deve adotar medidas de proteção ao trabalhador, colocando-o, se possível, em trabalho remoto.

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