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Pesquisadoras ocupam apenas 2% de cargos de liderança em Ciência e Tecnologia

Os dados fazem parte de pesquisa divulgada hoje (15) como parte do Gender Summit, encontro virtual que vai até o dia 23 e discutirá a importância feminina na ciência.
07:53 | Set. 15, 2021
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A América Latina e o Caribe, juntamente com a Ásia Central, são as duas regiões que alcançaram paridade de gênero entre pesquisadores em todas as áreas de conhecimento. A boa notícia, no entanto, esbarra em outros desafios: a pouca presença de mulheres em posições de liderança, as dificuldades em carreiras em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, na sigla em inglês) e a acentuada desigualdade racial.

Os dados fazem parte de pesquisa divulgada hoje (15) como parte do Gender Summit, encontro virtual que vai até o dia 23 e discutirá a importância feminina na ciência.

No Brasil, as mulheres são maioria entre os alunos de graduação e doutorado. Apesar disso, a sub-representação começa no nível da docência universitária e cresce à medida que os cargos de liderança aumentam e se tornam mais políticos. A Pesquisa Comparativa sobre Mulheres e Meninas em STEM na América Latina indica que, nos cargos políticos mais elevados em Ciência e Tecnologia, a representação feminina não passa de 2%.

Vera Oliveira, gerente sênior de Educação Superior do British Council, diz que, ao longo da carreira, as mulheres enfrentam diversas barreiras e falta de incentivos, dentro e fora da academia, para alcançar posições mais altas. Ela cita como exemplo a rede de apoio para mães pesquisadoras e lembra que a licença maternidade para alunas de pós-graduação é uma conquista recente. O British Council é uma das instituições organizadoras do evento.

Vera sugere que análises de rendimento sejam feitas a partir de um olhar qualitativo. “Usa-se o [curriculum] Lattes de uma mulher e de um homem para comparar o rendimento acadêmico: o tanto que publicaram em certo período. Só se comparava os anos e via quem tinha mais publicação, então o homem rendia mais.” Desconsiderava-se, portanto, o período de afastamento por licença. “A mulher é penalizada na produtividade acadêmica justamente por assumir essa nova responsabilidade.” 

Ela também destaca questões culturais a serem superadas. “Muitas vezes, os perfis de liderança são muito associados a características masculinas, um perfil que não permite tantas possibilidades e que está sendo repensado. Liderança pode ser feita de vários modos”. A gerente diz ainda que muitas mulheres não são incentivadas a ocupar esses postos ou não se sentem preparadas, mesmo cumprindo os requisitos exigidos.

As bolsas científicas em STEM, são 91.103 no Brasil, segundo dados da pesquisa, das quais 58% foram concedidas a pesquisadores brancos. A participação de pesquisadores negros é de 26% e a de indígenas não chega a 1%. Com o recorte de gênero, entre as bolsistas, 59% são brancas. As mulheres negras representam 26,8%. 

O levantamento mostra ainda que 17% da população feminina do Brasil, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) de 2016, concluíram o ensino superior. Entre os homens, o percentual é de 13,5%. O percentual de mulheres brancas com diploma é maior, 23,5%. Os alunos matriculados no ensino superior, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) 2020, somam mais de 8,4 milhões, sendo 57% mulheres e 43% homens.

"As mulheres são grandes contribuintes para as publicações no Brasil: 51% dos autores de publicações científicas são mulheres, enquanto 40% dos 10% dos principais autores mais produtivos são mulheres.”

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Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio de R$ 3 milhões

Geral
05:23 | Set. 15, 2021
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A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (15) um prêmio de R$ 3 milhões. As seis dezenas do concurso 2.409 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo (SP).

De acordo com a Caixa, caso um apostador leve o prêmio principal e aplique todo o valor na poupança, receberá R$ 9 mil de rendimento no primeiro mês.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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EBC recebe Prêmio Marechal Rondon de Comunicação

Geral
20:13 | Set. 14, 2021
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A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) recebeu hoje (14) o Prêmio Marechal Rondon de Comunicação - homenagem concedida pelo Ministério das Comunicações a autoridades, personalidades e instituições nacionais e internacionais que contribuíram para o avanço das telecomunicações e da radiodifusão no país.

O Presidente da EBC, Glen Valente, recebeu o prêmio em nome da Empresa e ressaltou a importância do reconhecimento. “A EBC trabalha diariamente para levar comunicação pública de qualidade a todo o país, complementando os sistemas privado e estatal. Alcançamos os brasileiros mais longínquos, exemplo disso é a Rádio Nacional da Amazônia, que atualmente é o principal meio de comunicação na região da Tríplice Fronteira. Temos investido fortemente em todas as plataformas, com tecnologia e acessibilidade”, disse.

O evento de diplomação dos homenageados foi realizado no Palácio do Planalto e contou com a presença do presidente da República Jair Bolsonaro e do Ministro das Comunicações, Fábio Faria. Entre os premiados estão ministros de Estado e instituições como o Tribunal de Contas da União (TCU), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e os Correios.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante a entrega do Prêmio Marechal Rondon de Comunicações no Palácio do Planalto


Veja o evento na íntegra:


Sobre o prêmio

O prêmio, que leva o nome do patrono das comunicações, Marechal Rondon, foi instituído em portaria publicada em 14 de abril de 2021 no Diário Oficial da União. A homenagem ocorrerá anualmente e premiará campanhas, programas, movimentos de cunho social, civis ou militares. Os indicados ao prêmio serão contemplados com respectivo diploma assinado pelo ministro da pasta.

A portaria prevê uma comissão de avaliação, composta por cinco servidores selecionados pelo ministro. O grupo ficará responsável por indicar anualmente os concorrentes ao prêmio, de acordo com cada categoria.

Empresa Brasil de Comunicação

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é uma empresa pública federal, criada pela Lei n° 11.652/2008 e alterada pela Lei no 13.417/2017, que dá efetividade ao princípio constitucional de complementaridade entre o sistema público, privado e estatal de comunicação.

Leia também:
» Entenda mais sobre comunicação pública e o papel da EBC 

A empresa cumpre sua função de prestadora de serviços e contribui para o objetivo de ampliar o debate público sobre temas nacionais e internacionais, de fomentar a construção da cidadania, com uma programação educativa, inclusiva, artística, cultural, informativa, científica e de interesse público, com foco no cidadão.

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Mulheres lutam para manter família fora das ruas e acessar serviços básicos

SITUAÇÃO DE RUA
19:49 | Set. 14, 2021
Autor Alexia Vieira
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Ana Cristina Santos da Silva, 43, mudou-se para Fortaleza em 5 de agosto de 2020. A mulher veio da Paraíba com o marido, uma filha de 15 anos e um filho de 11 anos devido a problemas pessoais. Chegando aqui sem lugar para ficar, mas com o telefone do coordenador do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) do bairro Centro, Elias Figueiredo, ela conseguiu uma vaga em um dos abrigos da Capital para ir com a família.

Desde então, Ana Cristina busca maneiras de não voltar para a situação de rua que vivia no estado natal. Há seis meses, ela conseguiu ser contemplada pelo programa de aluguel social oferecido pela Prefeitura, que consiste em um auxílio financeiro de R$ 420 destinado para o pagamento de aluguéis. O cadastro é válido por dois anos e pode ser renovado. Pelo menos 336 pessoas foram contempladas com o benefício em julho de 2021.

Apesar da ajuda para não ficar na rua com os filhos e o marido, Cristina ainda procura os Centros Pop e outros equipamentos voltados para a população em situação de rua para se alimentar. “Lá em casa tá tanto eu como meu esposo desempregados e a gente tá se mantendo pela Bolsa Família. Graças a Deus conseguimos o aluguel social e as refeições tanto pega ou aqui no Pop, nos Contêineres ou na Praça do Ferreira”, explica.

Ainda esperando ser atendida pelo Programa de Locação Social (PLS) que concede o auxílio para o aluguel, a artista Mayre Uchôa, 35, teme precisar voltar para a rua. Atualmente, com a ajuda de conhecidos e com o dinheiro que ganha dançando na Praça do Ferreira e se vestindo como a personagem de quadrinhos Mulher-Maravilha, Mayre consegue pagar o aluguel para ela e sua filha de 18 anos.

Mayre Uchôa, 35, se veste de Mulher-Maravilha para conseguir pagar as contas e não voltar para a situação de rua
Mayre Uchôa, 35, se veste de Mulher-Maravilha para conseguir pagar as contas e não voltar para a situação de rua (Foto: Barbara Moira)

“Eu tô lutando pra não voltar pra rua, tô atrás do meu aluguel social. Tô conseguindo pagar agora porque tem umas pessoas que me ajudam. Mas é hoje, amanhã pode não ter”, diz. Antes de participar da segunda edição do curso Novos Caminhos, que promoveu a capacitação de pessoas em situação de rua para o mercado de trabalho e deu auxílio em dinheiro para os participantes, Mayre dormia na rodoviária com a filha.

“Por mais que eu estivesse na rua, eu podia até passar fome, mas ela não passava. Se eu dissesse ‘Bia, só tenho um biscoito’, ela dizia ‘divide, mãe’. Se só tivesse um almoço, dividia com ela. Nunca deixei passar fome”, relata. Durante a pandemia, Mayre ficou sem renda novamente e teve de voltar para a casa da mãe, com quem não tem uma boa relação. Foi depois disso que conseguiu alugar o local em que mora agora.

“Quero conquistar meu espaço de artista e meu lar. Não quero brigar por parede. Quero brigar, batalhar, pra conquistar meu canto, meu larzinho. Um apartamento do meu jeito”, diz.

Mulheres procuram serviços para pessoas em situação de rua com famílias inteiras

O Centro Pop do bairro Centro, em Fortaleza, atende em média 500 a 700 mulheres em situação de rua por mês, de acordo com o coordenador, Elias Figueiredo. Ele conta que na pandemia o número de mulheres que passaram a frequentar o centro com as famílias inteiras cresceu. O Centro atende ainda aquelas que conseguiram sair da situação de rua, mas que ainda enfrentam dificuldades socioeconômicas. 

“Mulheres fazem parte de um público que vem em uma crescente, porque um número maior de famílias chegaram à situação de rua, muitas mulheres com crianças. No contexto de desemprego, algumas não conseguem pagar os aluguéis e acabaram vivendo em situação de rua”, explica.

Elias afirma que o número de pessoas atendidas pelo Centro Pop que coordena praticamente dobrou de 2019 até 2021. “Nesse equipamento, a gente atende de 2.300 a 3.000 pessoas por mês. No contexto da pandemia a gente teve um aumento das pessoas em situação de rua na cidade de Fortaleza como um todo. Antes da pandemia, a gente tinha uma média de 1.700 a 1.900 pessoas em situação de rua atendidas”.

Apesar do perfil da maioria dos atendidos serem de homens de até 45 anos e solteiros, mulheres com crianças e adolescentes estão cada vez mais presentes no centro de referência. Elias explica que elas costumam agregar a família ao cotidiano, levando os filhos para onde precisam ir no dia a dia.

Devido a restrições de aglomeração, o Centro ainda não oferece atividades para famílias inteiras, mas aos poucos volta a ofertar espaços de convivência, rodas de conversa e outras atividades que contemplem também esse novo público.

Vivência na rua é diferenciada para mulheres

A educadora social Daniela Ximenes conversou com as mulheres atendidas pelo Centro Pop sobre direitos e acesso a serviços
A educadora social Daniela Ximenes conversou com as mulheres atendidas pelo Centro Pop sobre direitos e acesso a serviços (Foto: Barbara Moira)

“A gente sabe que a vivência das mulheres é mais vulnerabilizada, está suscetível a sofrer maiores violações. Então a gente desenvolve atividades sobre prevenção a gravidez indesejada, planejamento familiar, prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), temas de fortalecimento de vínculos entre as mulheres da rede de apoio”, diz Elias.

Nesta terça-feira, 14, mulheres atendidas pelo Centro se reuniram para discutir cidadania e direitos da população em situação de rua durante uma edição da roda de conversa promovida quinzenalmente no equipamento. Outras edições já tiveram temas relacionados ao ciclo menstrual e higiene pessoal da mulher. O momento deixou de acontecer durante a pandemia, mas voltou a ser realizado em agosto de 2021.

Uma das principais reclamações das onze mulheres que participavam da roda de conversa foi a falta de banheiros que atendessem suas necessidades. “De noite você não tem um banheiro pra tomar um banho. De dia tem os Centro Pops, tem os locais de tomar banho. Mas e a noite?”, reclamou Mayre. Outras mulheres reclamaram da falta de privacidade e do medo de sofrerem violências sexuais em locais que precisam dividir banheiros com homens.

“É uma marca das pessoas que estão em situação de rua o desejo de falar, de ter alguém ali que escute suas dores, que dê importância para aquilo que elas estão sentindo. E a mulher principalmente, pelas várias necessidades que elas enfrentam. Elas têm seus ciclos menstruais e necessidades físicas próprias da mulher e às vezes não tem políticas que atendam essa demanda que é tão específica desse público”, diz a facilitadora da roda de conversa, Daniela Ximenes.

A educadora social afirmou também que os encontros servem para explicar os direitos das mulheres, informar quais equipamentos públicos podem procurar em caso de problemas como violência sexual ou doméstica e questões de saúde.

Censo da população de rua deve ser divulgado até o fim de 2021

Licitado e com contrato assinado desde 2020, o censo que deve contabilizar a população em situação de rua em Fortaleza deve ser finalizado até o fim de 2021, de acordo com o secretário municipal de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS), Cláudio Pinho.

A previsão da secretaria dada em janeiro de 2020 era que o censo fosse iniciado ainda em fevereiro daquele ano. No entanto, com a situação da pandemia, as pesquisas nas ruas só puderam ser iniciadas em junho de 2021. “Nós não recebemos ainda o resultado, mas até o final do ano nós teremos toda essa pesquisa para podermos planejar as ações da Prefeitura com a população de rua”, disse Cláudio ao O POVO.

“Nós temos que descobrir por que a pessoa está na rua. Se é só a dificuldade econômica, se é a pandemia, se é a questão de drogas, tudo isso tá sendo levantado nesse censo”, explica.

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Senado aprova distribuição de absorventes para mulheres de baixa renda

Saúde
19:43 | Set. 14, 2021
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O Senado aprovou hoje (14) um projeto de Lei (PL) que prevê a distribuição gratuita de absorventes para estudantes de baixa renda da rede pública e para mulheres em situação de rua ou de vulnerabilidade social. O texto já havia passado pela Câmara e foi aprovado sem alterações. Agora, vai à sanção.

O projeto visa promover uma estratégia de saúde e atenção à higiene, combatendo a precariedade menstrual – a falta de acesso a produtos de higiene e a outros itens necessários ao período da menstruação feminina.

Itens específicos dessa política, como critérios de quantidade e forma da oferta gratuita de absorventes, serão definidos em regulamento posterior. Os recursos serão da União disponibilizados ao Sistema Único de Saúde (SUS). No caso das mulheres apreendidas e presidiárias, a verba será disponibilizada pelo Fundo Penitenciário Nacional.

Serão contempladas as mulheres em idade reprodutiva inscritas no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), além de mulheres em situação de rua, independente de cadastro.

“Isso eu considero uma urgência. Isso é uma promoção à saúde e uma promoção à educação, já que a cada quatro crianças uma não frequenta as aulas durante o período menstrual porque não tem absorvente”, disse a relatora do projeto no Senado, Zenaide Maia (PROS-RN).

 

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Denatran passa a ser secretaria e terá mais autonomia, diz ministro

Geral
18:43 | Set. 14, 2021
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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou, hoje (13), que a transformação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) em Secretaria Nacional de Trânsito, a partir desta quinta-feira (16), dará mais autonomia aos gestores públicos responsáveis por definir as leis e normas para o setor.

“A ideia é dar maior destaque para o tema [trânsito] dentro da agenda política do governo federal e maior autonomia administrativa, o que resultará em mais celeridade nos processos decisórios, além de um reforço na estrutura funcional, sem que isto acarrete aumento de despesas”, afirmou Freitas ao participar, nesta manhã, de uma reunião pública da Comissão de Viação e Transportes, da Câmara dos Deputados.

A criação da Secretaria Nacional de Trânsito consta do Decreto n º 10.788, publicado no Diário Oficial da União do último dia 8. O decreto trata da nova Estrutura Regimental do Ministério da Infraestrutura e estabelece que a secretaria será composta pelos departamentos de Gestão Política de Trânsito; de Segurança no Trânsito e de Regulação e Fiscalização.