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Pesquisa aponta falta de equipamento como dificuldade no ensino remoto

18:28 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Brasil
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A falta de equipamentos como computadores smartphones e tablets foi uma das maiores dificuldade enfrentada para garantir atividades escolares remotas durante a pandemia. Cerca de 83% das escolas enfrentaram esse obstáculo.

É o que mostra a pesquisa TIC Educação 2020, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (cetic.br), ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil. O estudo analisou a situação e realizou entrevistas com pessoas de 3.678 escolas.

O problema da falta de aparelhos para acompanhar as aulas foi maior em escolas públicas estaduais e municipais (95% e 93%, respectivamente) do que nas particulares (58%), mas frequente nas áreas rurais (92%) do que nas urbanas (83%) e mais reportado no Norte (90%) do que no Sudeste (80%).

Também foram listados como problemas enfrentados o apoio aos alunos em casa por pais e responsáveis (93%), o aumento da carga de trabalho dos professores (73%), o atendimento a alunos que vivem em áreas isoladas (70%) e a dificuldade de atividades para alunos em alfabetização e nos primeiros anos do ensino fundamental (69%).

Os participantes da pesquisa também apontaram como desafios o atendimento de alunos com vulnerabilidade social, sem acesso à alimentação em casa (65%), a falta de conhecimentos dos professores para usar as tecnologias digitais (61%) e problemas para ofertar as aulas a alunos com deficiência (59%).  

Entre as escolas ouvidas, 87% relataram utilizar alguma forma de tecnologia para a realização de atividades na pandemia. Esse recurso foi utilizado por todas as unidades particulares, por 94% das unidades na rede estadual e por 69% na rede municipal.

Entre as medidas adotadas pelas escolas para tentar viabilizar a continuidade dos estudos em formato remoto durante a pandemia estiveram a distribuição de materiais pedagógicos a pais (93%), a criação de grupos em redes sociais (91%) e a gravação e disponibilização de aulas em vídeo (79%).

Também foram empregados métodos como realização de aulas por videoconferência (65%), parcerias com líderes comunitários para envio de materiais e famílias (62%), envio de atividades e materiais por e-mail (60%) e uso de plataformas virtuais de educação (58%).

As diferenças transpareceram também no uso de redes sociais. O uso de grupos para comunicação entre alunos, professores e escolas foi relatado por 91% escolas, em 98% na área urbana e 79% na rural, em 97% nas capitais e em 88% no interior, e em 96% na rede particular e em 88% na municipal.

A criação e manutenção de perfis foi informada em 64% das escolas, sendo em 82% na área urbana e em 29% na rural, em 87% na capital e em 60% no interior, em 93% na rede particular e em 47% na municipal e em 89% nas unidades de grande porte (mais de mil alunos) e em 36% daquelas com até 50 alunos.

A adoção de plataformas virtuais de aprendizagem disparou em 2020, com a pandemia. Enquanto em 2019 eram 28% das escolas ouvidas que faziam uso deste recurso, no ano passado o índice subiu para 66%.

Contudo, como nos demais recursos, as disparidades também ocorreram com essas plataformas, utilizadas por 67% das escolas do Sul e em 31% das do Norte, em 70% nas áreas urbanas e em 34% nas rurais, em 70% no ensino médio e em 45% no fundamental.

O emprego de plataformas de videoconferência para veiculação e aulas foi relatado em 65% das escolas, mas também com diferença. A prática foi reportada por 79% no Centro-Oeste e por 30% no Norte, por 78% nas áreas urbanas e por 39% nas rurais, e em 88% das unidades de grande porte (mais de mil alunos) e 43% nas de pequeno porte (até 50 alunos). Neste caso, houve desempenho semelhante entre as redes particular (88%) e estadual (86%).

Segundo Daniela Costa, coordenadora da pesquisa, o estudo apontou como as vulnerabilidades e desigualdades se cruzam, tanto aquelas de caráter social e de renda quanto as de acesso às tecnologias digitais.

“A gente tem as desigualdades sociais e a elas se somam as digitais, e são basicamente os mesmos grupos que vivenciam essas desigualdades, o que agrava o hiato entre aqueles que têm mais oportunidades de enfrentar uma situação como a pandemia e a aqueles que vão ficando cada vez mais para trás”, analisa.

A pandemia, acrescenta a pesquisadora, evidenciou essas disparidades. Ela defende que se olhe com mais atenção e sejam pensadas medidas para os segmentos e localidades com mais dificuldade de acesso, como as áreas rurais, as pequenas escolas e a rede municipal. “São os pequenos municípios que demandam maior atenção”, comenta.

Ministério da Educação

Em audiência pública em julho na Câmara dos Deputados, o Ministro da Educação Milton Ribeiro disse que o ministério investirá ao menos R$ 320 milhões em ações de conectividade estabelecidas por da 14.180/2021, que instituiu a Política de Inovação Educação Conectada. 

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Grupo chileno Vitamina chega ao País e já soma 29 escolas de educação infantil

ECONOMIA
17:08 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Estado
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A chegada ao País do grupo chileno Vitamina marca uma nova etapa no mercado da educação privada brasileira. Depois dos ensinos superior, médio e fundamental, os negócios agora se voltam para o atendimento de crianças de 0 a 5 anos. Desde 2020, o grupo já comprou 29 escolas de educação infantil em São Paulo e deve chegar a 40 nas próximas semanas.
A oportunidade de negócios ganhou força com a pandemia. Muitas escolas perderam grande parte da receita, já que só há obrigatoriedade de matrícula no País a partir dos 4 anos de idade, e o ensino online não é recomendado para crianças pequenas. Para especialistas no setor, no entanto, há desafios. A educação infantil é considerada a mais complexa de se operar porque são poucos alunos por professor, não há provas ou testes de desempenho e as famílias costumam ter uma relação emocional com as escolas.
Mas a Vitamina aposta na valorização da educação na primeira infância, que cresceu nos últimos anos após pesquisas mostrarem a importância do estímulo adequado antes dos 5 anos para o desenvolvimento do indivíduo e para a economia.
"Há 20 anos, a educação infantil era um lugar para a criança brincar antes de ir para a escola. Hoje, sabemos que nessa etapa se desenvolvem questões cognitivas, mas há poucos programas, currículos menos profundos", disse ao Estadão o fundador e CEO do Grupo Vitamina, Alejandro Bascuñán. "Estamos muito concentrados em Santiago. O Brasil é a oportunidade para aumentar de tamanho."
Ele diz que não há uma meta de número de escolas brasileiras que pretende comprar, mas avisa que a empresa "deve se tornar maior no Brasil do que no Chile". Bascuñán também pretende expandir para outros Estados e mais países latino-americanos. Hoje, a Vitamina é uma empresa de 15 anos, com 65 centros de educação infantil no Chile, todos com estrutura padronizada.
Em São Paulo, segundo Bascuñán, as escolas compradas manterão seus nomes e equipes. Os projetos pedagógicos e as estruturas serão acompanhados para indicar ou não adaptações. O CEO afirmou que as salas terão, no máximo, 10 ou 12 alunos para cada professor. A intenção é de ganhar escala na administração, alimentação, segurança e no treinamento dos profissionais.
Um dos acionistas minoritários do Grupo Vitamina é a Península Participações, empresa da família de Abílio Diniz. Segundo fontes, Ana Maria Diniz, filha do empresário e responsável pelas iniciativas de educação na Península, teria influenciado na vinda da Vitamina para o País.
Aquisições
Entre as compras, há a Escola Jacarandá, referência em educação infantil, com 27 anos, que fica em Higienópolis e tem mensalidades de R$ 2,7 mil para meio período. Há outras menores, com estrutura bem simples, como a Luxor, em Santos. Muitas delas são bilíngues, como Bee Kids, no Itaim, Building, no Campo Belo, Playcare, em Moema, e Baby School, em Osasco. A maioria é de escolas familiares e conhecidas apenas nos bairros. A Vitamina não divulgou o valor das aquisições nem quanto pretende investir no País.
"É um momento em que as escolas estão descapitalizadas, e uma oportunidade de sair do negócio sem dívida", diz o diretor de uma das escolas compradas, que pediu para não ter seu nome divulgado. Para ele, é muito difícil a educação infantil ser lucrativa. A pandemia piorou o cenário, com descontos nas mensalidades e perda de alunos. "No espaço em que você coloca seis bebês, com lactário, berços, alimentação, poderia colocar 30 alunos maiores."
No Chile, há unidades que funcionam até 24 horas, de segunda-feira a domingo. E ainda há escolas em empresas, como no banco Santander, que bancam parte da mensalidade. A Vitamina também pretende investir nessa modalidade no Brasil, segundo o gerente-geral no País, Paulo Serino - vindo da Saber, que também atua na educação básica e faz parte da Kroton. "A consciência está subindo, se a empresa puder dar esse suporte, vai ser mais inclusiva." Aqui, elas podem oferecer auxílio-creche quando não têm local para os filhos pequenos.
Segundo Eugenio Cordaro, da Corus Consultores, outros grupos devem se interessar pela educação infantil. Mas ele diz que as empresas precisam conhecer bem o perfil das famílias e ter comunicação eficiente. "Os pais de crianças pequenas são muito apegados com a escola: quando muda o dono, o risco é alto de ter perda de alunos."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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MEC amplia prazo para matrícula da lista de espera no Fies

Educação
15:08 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Brasil
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O Ministério da Educação (MEC) ampliou para 17 de setembro o prazo limite para o preenchimento das vagas no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), para o segundo semestre de 2021, por candidatos pré-selecionados na lista de espera do programa. Esse prazo terminaria hoje (31).

A relação dos candidatos pré-selecionados em chamada única foi divulgada em 4 de agosto na página do Fies e o prazo para a complementação das informações terminou em 6 de agosto. A seleção assegura apenas a expectativa de direito à vaga, já a contratação do financiamento está sujeita às demais regras e procedimentos de formalização do contrato.

Aqueles que não entraram na pré-seleção foram automaticamente incluídos em lista de espera, de acordo com a ordem de classificação. Considerando que não existe novo ranqueamento, após a publicação do resultado da chamada única, os participantes da lista de espera devem, obrigatoriamente, acompanhar sua eventual pré-seleção e complementar sua inscrição, na página do Fies, no prazo de três dias úteis. Caso contrário, a vaga passa para o próximo candidato da lista.

Em 2021, o Fies vai oferecer 93 mil vagas. Nesta seleção do segundo semestre, estão disponíveis 69 mil vagas distribuídas em 23.320 cursos de 1.324 instituições privadas de ensino superior. De acordo com o MEC, com a ampliação do prazo para convocação da lista de espera, todas as vagas poderão ser preenchidas já nesta etapa do Fies, não sendo necessária a realização do processo para ocupação de vagas remanescentes, que são aquelas eventualmente não preenchidas.

Procedimentos

Após a complementação das informações, o pré-selecionado tem até cinco dias para apresentar a documentação na instituição para a qual foi pré-selecionado. Cada instituição de ensino superior tem uma Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA), responsável pelo recebimento e análise da documentação exigida para a emissão do Documento de Regularidade de Inscrição (DRI), que é necessário para formalizar a contratação do financiamento.

O estudante tem até dez dias, contados a partir do terceiro dia útil imediatamente subsequente ao da emissão do DRI, para entregar a documentação exigida para fins de contratação. A validação dessas informações é feita na agência da Caixa Econômica Federal, indicada pelo estudante no ato da complementação da inscrição do Fies.

O Fies é o programa do governo federal que tem o objetivo de facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas aderentes ao programa. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies).

O primeiro é operado pelo governo federal, sem incidência de juros, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino. Já o P-Fies tem regras específicas, sem seleção de candidatos, e funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros.

Para ter acesso ao Fies, é necessário ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos e ter participado de uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2010, obtendo no mínimo 450 pontos na média das cinco provas do exame e não ter zerado a prova de redação.

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Israel registra recorde de contágios diários por coronavírus

HTH
08:26 | Ago. 31, 2021
Autor AFP
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Israel atingiu um recorde de contágios diários por covid-19 desde o início da pandemia, com cerca de 11.000 casos registrados na véspera do início do ano letivo - anunciou o Ministério da Saúde nesta terça-feira (31).

Nas últimas semanas, o número de casos de coronavírus vem aumentando regularmente em Israel, sobretudo, devido à propagação da variante delta, mais contagiosa, não apenas em adultos não vacinados, mas também em pessoas vacinadas há mais de seis meses. Esse quadro levou as autoridades a lançarem um nova campanha para oferecer uma dose de reforço.

Na segunda-feira (30), as autoridades haviam anunciado mais de 9.000 casos, um número que chegou a 10.947 nesta terça-feira (7,65% de testes positivos), superando, assim, o recorde anterior de 10.118 casos em um dia registrado em 18 de janeiro. Os números são do Ministério da Saúde, que registrou, no entanto, uma leve queda no número de casos graves em todo país.

Apesar deste recorde de novas infecções, o governo israelense decidiu não adiar o retorno às salas de aula dos 2,4 milhões de alunos, programado para quarta-feira (1º/9).

O primeiro-ministro Naftali Bennett anunciou que os funcionários das escolas que se recusarem a se vacinar serão obrigados a apresentar um teste negativo para covid-19 duas vezes por semana.

O Estado hebreu foi um dos primeiros a lançar, em meados de dezembro, uma ampla campanha de vacinação, graças a um acordo com a Pfizer. Por meio dele, milhões de doses foram entregues rapidamente em troca de dados sobre a eficácia do imunizante em sua população. Isso reduziu o número de casos até a propagação da variante delta.

Cerca de 5,5 milhões de pessoas receberam duas doses da vacina anticovid-19 em Israel, representando cerca de 60% da população. Deste total, mais de 80% são adultos.

No domingo, o governo reduziu para 12 anos a idade mínima para receber a terceira dose, a fim de combater o aumento do número de caso, ligado à variante delta.

Diante do aumento do número de casos em Israel, a União Europeia decidiu na segunda-feira voltar a impor restrições às viagens não essenciais deste país.

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Sarto pretende entregar quatro escolas de tempo integral em Fortaleza ainda este ano

Educação de tempo integral
14:08 | Ago. 30, 2021
Autor Levi Aguiar
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O prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT) acompanhou as obras da Escola de Tempo Integral do Autran Nunes, na manhã desta segunda-feira, 30. As obras devem ser concluídas em setembro. Durante a visita, o prefeito informou, que ainda este ano, serão entregues mais quatro escolas nos seguintes bairros: Vila Velha, Barroso e Siqueira. 

LEIA MAIS | De volta a Fortaleza, Roberto Cláudio retoma agenda de articulações

20 estados têm taxa de ocupação de leitos abaixo de 50%

A infraestrutura da escola no Autran Nunes deve receber 420 alunos. O local tem 12 salas, um auditório para 120 pessoas e laboratórios de informática, química, física e biologia. “A entrega está prevista para o mês de setembro, porque as aulas estão retornando gradativamente a partir do dia 8 de setembro”, informa o prefeito.

A obra custou cerca de R$ 10 milhões advindos do Governo Federal e da Prefeitura Municipal de Fortaleza. Atualmente, segundo o prefeito, estão em fase de construção 12 escolas de tempo integral e 28 centros de educação infantil. O prefeito estava ao lado dos secretários Samuel Dias (Secretaria Municipal da Infraestrutura) e Dalila Saldanha (Secretaria Municipal da Educação).

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Termina prazo de escolha de livros didáticos para 2022

Educação
10:03 | Ago. 30, 2021
Autor Agência Brasil
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Professores e gestores das escolas públicas têm até esta segunda-feira (30) para escolher os livros e os materiais didáticos para a educação infantil de 2022. A seleção das obras deve ser feita pelo Guia Digital do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), acessível por meio do Sistema PDDE Interativo/Simec.

Segundo o Ministério da Educação, as escolas estaduais e municipais que ainda não tenham acesso ao sistema devem solicitá-lo à Secretaria de Educação. No caso das escolas federais, o acesso deverá ser autorizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação

O PNLD distribuirá, este ano, obras da educação infantil a estudantes e professores das escolas públicas de todo o país. “Esta edição traz um ciclo próprio que inclui materiais para estudantes, professores e gestores. A grande novidade fica por conta dos livros didáticos direcionados aos estudantes da pré-escola”, informa o ministério.

De acordo com a pasta, a distribuição do material “busca assegurar o desenvolvimento social e cognitivo dos indivíduos, fundamental para a promoção da igualdade de oportunidades educacionais, conforme disposto pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional”.

Cabe ao FNDE coordenar a aquisição e distribuição do material, que terá como destino cerca de 30 milhões de estudantes de toda a educação básica. Ao PNDL cabe avaliar e disponibilizar obras didáticas, pedagógicas e literárias, entre outros materiais de apoio à prática educativa, regular e gratuita, para a rede pública.

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