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Brasil
NOTÍCIA

Coluna – De técnico e louco, todos temos um pouco

18:59 | 20/07/2021
Foto: Alexandre Vidal / Flamengo (Foto: )
Foto: Alexandre Vidal / Flamengo (Foto: )

Um ano após a data prevista, a Olimpíada de Tóquio finalmente começa. E, como sempre, com o futebol entrando em campo antes mesmo da cerimônia de abertura. A disputa pela medalha de ouro, que durante muitos anos foi ignorada pelo futebol brasileiro, agora desperta em nós um desejo de conquista dobrada. Entre os homens, seria o bicampeonato. Porém, o ouro mais desejado, sem dúvida alguma, é o do futebol feminino. E nestes desafios, o técnico tem um papel importante.

André Jardine tem a difícil missão de fazer uma seleção desfalcada chegar ao mesmo patamar da anterior, liderada por Neymar e com Gabriel Jesus e Gabigol como coadjuvantes. Isso sem contar que a torcida estava nos estádios e era totalmente favorável. Era um outro ambiente, certamente de maior pressão, pois aquele seria o primeiro ouro do nosso futebol. Mas agora, além da expectativa de ficar no lugar mais alto do pódio, a seleção brasileira precisa de uma afirmação internacional diante do que se viu na Copa América, disputada de forma paralela à Eurocopa. Se estamos sem o título de uma Copa do Mundo desde 2002, com expectativa baixa para o Catar, ano que vem, esse ouro agora aliviaria um pouco a angústia do torcedor.

A estreia nos Jogos Olímpicos é logo ali