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Brasil
NOTÍCIA

Andressa Urach processa Universal para recuperar R$ 2 milhões doados à igreja

Ela foi demitida da Record após anunciar seu desligamento da instituição

Neto Ribeiro
18:37 | 25/02/2021
Conforme informou a defesa de Urach, ela está dependendo do auxílio de pessoas próximas para se sustentar. (Foto: Reprodução/ Instagram)
Conforme informou a defesa de Urach, ela está dependendo do auxílio de pessoas próximas para se sustentar. (Foto: Reprodução/ Instagram)

A apresentadora Andressa Urach está processando a Igreja Universal do Reino de Deus para recuperar os mais de R$ 2 milhões que diz ter doado à entidade religiosa. Urach passou seis anos na instituição e saiu recentemente acusando a igreja de ter feito uma "lavagem cerebral" nela. Ela foi demitida da Record após anunciar seu desligamento da Universal.

Os representantes de Andressa basearam o processo contra a igreja de Edir Macêdo no artigo 549 do Código Civil que diz "nula é também a doação quanto à parte que exceder à de que o doador, no momento da liberalidade, poderia dispor em testamento". Após sua demissão da emissora, a modelo passou a atacar a igreja nas redes sociais.

"Me levaram (a Universal) praticamente tudo que eu tinha. Foi mais de R$ 1,5 milhão que doei nesses últimos anos para a instituição, fora meu amor e tempo que dediquei. Como todos sabem que agora não tenho mais dinheiro para dar, ainda fui demitida da Record", escreveu a modelo em suas redes sociais.

Em declaração dada ao portal Uol, os advogados de Andressa afirma que "enquanto foi fiel, Andressa Urach acreditou cegamente na palavra da igreja e doou mais de R$ 2 milhões de diferentes formas e em momentos diferentes, sendo que na medida que seus recursos foram se esgotando, o aconselhamento e auxílio dado pela igreja também", alegou.

Veículos, joias e uma transferência bancária de R$ 1 milhão foram alguns dos bens que a apresentadora alega ter doado à Universal. Conforme informou a defesa de Andressa, ela está dependendo do auxílio de pessoas próximas para se sustentar. A Igreja Universal foi procurada pela reportagem do Uol, mas não se pronunciou sobre o caso.