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Brasil
NOTÍCIA

Najila Trindade passa mal em depoimento na delegacia e é levada ao hospital

Ela chegou à delegacia com o rosto coberto e foi escoltada para a área interna por advogados, testemunhas e sua a empregada doméstica. Ela acusa Neymar de estupro

20:52 | 07/06/2019
Najila chegou numa viatura da Polícia com o rosto coberto por um pano preto.
Najila chegou numa viatura da Polícia com o rosto coberto por um pano preto.(Foto: Reprodução/TV Globo)

Após quase seis horas de prestação de depoimento sobre a denúncia de estupro contra Neymar, a modelo Najila Trindade deixou o local carregada e foi direcionada ao Hospital Cidade Dutra, em São Paulo. Ela falou à 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, onde mostrou dificuldade de comunicação, interrompendo as respostas várias vezes e passando mal.

A modelo foi levada à delegacia por volta das 12 horas por um carro da polícia. Ela também estava rodeada de seguranças. Ela saiu do veículo com o rosto coberto e foi escoltada para a área interna por advogados, testemunhas e sua a empregada doméstica. Najila já havia sido chamada para depor outras quatro vezes, mas não compareceu.

Na delegacia

Durante o depoimento na delegacia, Najila mostrou dificuldade ao falar por, possivelmente, estar muito abalada. Por isso, algumas vezes, teve um certo bloqueio para narrar o episódio ocorrido no dia 15 de maio, em Paris.

Somente mulheres permaneceram na sala do depoimento, a pedido da própria delegada, Juliano Bussacos. Além dela e de Najila, outra delegada e uma escrivã estiveram presentes para deixar a modelo mais à vontade.

No testemunho, Najila teve de responder se havia autorizado a divulgação de suas fotos íntimas por parte de Neymar e também se elas tinham enviadas para mais alguém. Durante a tarde, ela reclamou do estresse psicológico e disse estar com pressão baixa. Por isso, funcionários do local lhe compraram comida em uma padaria nas proximidades.

Por volta das 18 horas, Najila foi carregada para fora da delegacia pelo seu advogado no colo, Danilo Garcia de Andrade. Além disso, não deu entrevistas aos jornalistas.

Logo em seguida, ela foi encaminhada a um hospital público em um carro da Polícia com sirene ligadas. O local foi escolhido pois seu advogado é amigo de um médico que trabalha no local.

Redação O POVO Online