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Assassino de Daniella Perez, Guilherme de Pádua defende Jair Bolsonaro

Em vídeo, Pádua diz que Bolsonaro tem a maior chance de vencer. Posicionamento foi alvo de críticas

15:30 | 15/10/2018

Guilherme de Pádua (Foto: Reprodução/Facebook)
 

O assassino confesso da atriz e bailarina Daniella Perez, Guilherme de Pádua, usou o Facebook para defender o candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro. Em vídeo, o ator afirmou que os "radicais estão colocando loucuras na cabeça de eleitores".

“Gente, eu tô impressionado. Eu vi pessoas formadas, até com mestrado, sabe, pessoas assim que poderiam ter doutorado, acreditando que o Bolsonaro vai perseguir os negros e os gays como Hitler perseguiu os judeus. Mas olha, é importante lembrar: quem está decidindo as eleições não são os radicais, nem de direita, nem de esquerda. São os moderados, aqueles que querem um Brasil melhor, que querem um Brasil pacificado", diz Guilherme.

No vídeo, Pádua afirma ainda que Bolsonaro tem a maior chance de vencer. "Então, seja quem ganhar… Ele (Bolsonaro) vai ter que governar para os brasileiros. Ou daqui quatro anos, ou antes disso, o povo escolhe outro”.

Após a publicação do vídeo, o também ator José de Abreu incluiu Guilherme de Pádua e Regina Duarte em uma lista de famosos que apoiam o presidenciável Bolsonaro. "Atores a favor do nazista; Guilherme de Pádua, matador da filha de Gloria Perez. Regina Duarte, que apoia Temer e o fim do Ministério da Cultura; Alexandre Frota, que amanhã será preso por não pagamento de pensão alimentícia… Mais algum?”, escreveu.

Confira vídeo 

 

Relembre

Em 1992, Pádua e a ex-mulher, Paula Thomaz, armaram uma emboscada para a atriz Daniella Perez, filha da autora Glória Perez, e a mataram com tesouradas. O casal foi condenado por homicídio qualidicado depois de cinco anos do crime.

Pastor evangélico

No ano passado, Guilherme de Pádua se tornou pastor de uma igreja evangélica, em Belo Horizonte, cidade onde mora. Ele se converteu à religião em 2002, um ano depois de sair da prisão em que cumpria a pena. Formado em teologia ao lado da nova companheira, Juliana Lacerda, no fim de novembro, Pádua foi nomeado pastor.

Redação O POVO Online