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Morre escritor Carlos Heitor Cony

10:22 | 06/01/2018
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O escritor Carlos Heitor Cony morreu neste sábado, 6, aos 91 anos. O jornalista e comentarista da Rádio Globo CBN faleceu por conta de problemas no intestino.

Ele estava internado no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. Cony foi o quinto ocupante da cadeira de número 3 da ABL desde 2000. As informações são da CBN.

Filho do jornalista Ernesto Cony Filho e de Julieta Moraes Cony, o escritor nasceu no Rio de Janeiro em 14 de março de 1926. Ele deixa três filhos.

[SAIBAMAIS]

Segundo o site da Academia Brasileira de Letras (ABL), Cony foi redator da Rádio Jornal do Brasil, em 1952, onde no mesmo jornal colaborou no SDJB (Suplemento Dominical do Jornal do Brasil), de 1958 a 1960, com contos, ensaios e traduções.

 

Em 1961, Cony foi para o Correio da Manhã, onde foi redator, cronista, editorialista e editor. Na Ditadura de 1964, o escritor foi preso inúmeras vezes e teve que ir morar na Europa e em Cuba.

 

Ainda de acordo com o site da ABL, o escritor, numa das prisões, em 1965, teve como companheiros, entre outros, Flávio Rangel, Glauber Rocha, Antonio Callado, Mário Carneiro, Jayme Azevedo Rodrigues, Márcio Moreira Alves, Thiago de Mello e Joaquim Pedro de Andrade.

Cony colaborou por mais de 30 anos na revista Manchete e dirigiu Fatos & Fotos, Desfile, Ele Ela. Por cinco anos foi diretor de Teledramaturgia da Rede Manchete, entre 1985 a 1990.

 

Já em 1993 substituiu a Otto Lara Resende na crônica diária do jornal Folha de S. Paulo. Atualmente, ele era comentarista diário da CBN, participando do Grande Jornal com o programa “Liberdade de Expressão”.

 

Prêmios

Duas vezes o Prêmio Manuel Antônio de Almeida, com os romances A Verdade de Cada Dia, em 1957, e Tijolo de Segurança, em 1958.

Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra, em 1996.

 

Prêmio Jabuti de 1996, da Câmara Brasileira do Livro, pelo romance Quase Memória, e outros mais:

 

Prêmio Nacional Nestlé de Literatura de 1997, pelo romance O Piano e a Orquestra.

Prêmio Jabuti de 1997, pelo romance A Casa do Poeta Trágico.

Prêmio Jabuti 2000, concedido ao Romance sem Palavras.

Os romances Quase Memória e A Casa do Poeta Trágico ganharam o Prêmio “Livro do Ano”, em 1996 e 1997, conferido pela Câmara Brasileira do Livro.

Recebeu do governo francês a Ordre des Arts et des Lettres (1998 – Paris).

Grande Prêmio da Cidade do Rio de janeiro – 2014 – Academia Carioca de Letras

 

Bibliografia de Cony:

 

Romances

O Ventre. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1958. 12. ª ed., Rio de Janeiro: Alfaguara, 2008.

A Verdade de Cada Dia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1959. 3.a ed., Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988.

Tijolo de Segurança. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1960. 5.ª ed., Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.

Informação ao Crucificado. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1961. 6.a ed., Rio de Janeiro: Alfaguara, 2009.

Matéria de Memória. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1962. 10.a ed., São Paulo: Cia. das Letras, 2003.

Antes, o Verão. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1964. 09.a ed., Rio de Janeiro: Alfaguara, 2007.

Balé Branco. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965. 5.ª ed., Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.

Pessach: a Travessia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967. 6.a ed., Rio de Janeiro: Alfaguara, 2007.

Pilatos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1974. 6.a ed., Rio de Janeiro: Alfaguara, 2009.

Quase Memória. São Paulo: Cia. das Letras, 1995. 29.a ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.

O Piano e a Orquestra. 5.ª ed., São Paulo: Cia. das Letras, 2002.

A Casa do Poeta Trágico. S. Paulo: Cia. das Letras, 1997. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.

Romance sem Palavras. S. Paulo: Cia. das Letras, 2002. 5ª. ed., Rio de Janeiro: Alfaguara, 2008

O Indigitado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2.ª ed., 2003.

A Tarde da Sua Ausência. São Paulo: Cia. das Letras, 2.ª ed., 2004.

O adiantado da hora. Rio de Janeiro:Objetiva, 2006

A morte e a vida. Rio de Janeiro: MemVavMem, 2007

Crônicas

Da Arte de Falar Mal. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1963.

O Ato e o Fato. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1964. 9ª. Ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.

Posto Seis. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965.

Os Anos mais Antigos do Passado. Rio de Janeiro: Record, 1998.

O Harém das Bananeiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999. 3ª. ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.

O Suor e a Lágrima. Belo Horizonte: Dimensão, 2002.

O Tudo e o Nada. São Paulo: Publifolha, 2004.

Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009

Contos

Sobre Todas as Coisas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968. Reeditado sob o título Babilônia! Babilônia!, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.

O Burguês e o Crime e Outros Contos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997. Seleção de contos publicados em Babilônia! Babilônia!.

Ensaios biográficos

Chaplin. Chaplin. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965.

Quem Matou Vargas. Rio de Janeiro: Edições Bloch, 1972. 3.ª ed., Planeta, 2004.

JK – Memorial do Exílio. Rio de Janeiro: Edições Bloch, 1982.

Teruz. Rio de Janeiro: Edições Bloch, 1985.

Chaplin e outros ensaios. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.

Wolf Klabin: A trajetória de um pioneiro. Com Sergio Lamarão. Rio de Janeiro:Ed. FGV, 2001.  

Jornalismo

O Caso Lou – Assim É se Lhe Parece. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.

Nos Passos de João de Deus. Rio de Janeiro: Edições Bloch, 1981.

Lagoa. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1996.

Cine-romance

A Noite do Massacre. 1975. Paranoia. Direção de Antônio Calmon, 1976. Com Norma Bengell e Anselmo Duarte. O roteiro foi publicado com o título de A Noite do Massacre. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976.

Antes, o verão. Direção e roteiro de Gerson Tavares. Com Jardel Filho e Norma Bengell, 1968. (Baseado no romance homônimo).

Um homem e sua jaula. Direção de Fernando Campos e codireção de Paulo Gil Soares; roteiro de ambos. Com Helena Ignez e Hugo Carvana, 1968. (Baseada no romance Matéria de Memória).

Os Primeiros Momentos. Direção de Pedro Camargo. Com Paulo Porto, Odete Lara e Stepan Nercessian, 1973.

Intimidade. Direção de Michael Sarne, com Vera Fisher, Perry Salles e José Lewgoy, 1975.

Infanto-juvenis

Quinze Anos. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1965. 10.ª ed., 2003.

Uma História de Amor. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1978. 40.ª ed., 2005.

Rosa, Vegetal de Sangue. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1979. 9.ª ed., 2004.

O Irmão Que Tu Me Deste. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1979. 12.ª ed.

A Gorda e a Volta por cima. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1986. 5.ª ed.

Luciana Saudade. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1989. 20.ª ed.

O Laço Cor-de-rosa. Rio de Janeiro: Rocco, 2003.

Adaptações

Ben-Hur, de Lewis Wallace. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1971.

A Ilha Misteriosa, de Júlio Verne. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1972.

Maravilhas do Ano 2000, de Emilio Salgari. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1972.

O Leão de Damasco, de Emilio Salgari. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1972.

Os Meninos Aquáticos, de Charles Kingsley. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1972.

Ali Babá e os Quarenta Ladrões, de As Mil e Uma Noites. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1972.

Simbad, o Marujo, de As Mil e Uma Noites. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1972.

Um Capitão de Quinze Anos, de Julio Verne. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1973.

Tom Sawyer Detetive, de Mark Twain. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1973.

As Viagens de Tom Sawyer, de Mark Twain. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1974.

O Diário de Adão e Eva, de Mark Twain. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1974.

Taras Bulba, de Nicolas Gogol. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1974.

Pinóquio da Silva, de Carlos Collodi. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1978.

A Máscara de Ferro, de Alexandre Dumas. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1980.

O Livro dos Dragões, de Edith Nesbit. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1983.

Crime e Castigo, de Dostoievski. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1983.

Um Ianque na Corte do Rei Artur, de Mark Twain. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1985.

O Califa de Bagdá, de As Mil e Uma Noites. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1987.

Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, de As Mil e Uma Noites. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1987.

O Roubo do Elefante Branco, de Mark Twain. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1989.

Moby Dick, de H. Melville. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s.d.

Viagem ao Centro da Terra, de Julio Verne. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s.d.

As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s.d.

Huckleberry Finn, de Mark Twain. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s.d.

O Capitão Tormenta, de Emilio Salgari. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s.d.

O Grande Meaulne, de A. Fournier. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s.d.

O Ateneu, de Raul Pompéia. São Paulo: Scipione, 1998.

O Primo Basílio, de Eça de Queirós. São Paulo: Scipione, 1998.

Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida. São Paulo: Scipione, 2000.

A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas. São Paulo: Scipione, 2002.

Telenovela

Comédia Carioca. Rio de Janeiro: TV Rio, Direção de Antonino Seabra. Com Eva Wilma e John Herbert, Sady Cabral e Ilka Salaberry.

Marquesa de Santos. Rio de Janeiro: TV Manchete, Direção  de Ary Coslov. 1984. Com Maitê Proença, Gracindo Jr., Sérgio Brito.             

Dona Beja. Rio de Janeiro: TV Manchete, Direção de Herval Rossano, 1986. Com Maitê Proença, Gracindo Jr, Carlos Alberto.

Kananga do Japão. Rio de Janeiro: TV Manchete, Direção de Carlos Magalhães e Tizuka Yamasaki, 1989. Com Cristiane Torloni, Raul Gazolla, Tônia Carrero, Zezé Motta.

Roteiros para o cinema

Os Primeiros Momentos. Direção de Pedro Camargo. Com Paulo Porto, Odete Lara e Stepan Nercessian, 1973.

Paranóia. Direção de Antônio Calmon, 1976. Com Norma Bengell e Anselmo Duarte. O roteiro foi publicado com o título de A Noite do Massacre. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976.

Intimidade. Direção de Michael Sarne. Com Vera Fisher, Perry Salles e José Lewgoy, 1975.

Os trombadinhas. Direção Anselmo Duarte, 1979. Com Pelé, Paulo Goulart, Kátia D’Angelo, Paulo Vilaça.

Documentários

JK – 7 anos Sem a Sua Companhia. Rede Manchete, 1983.

JK – A Voz da História. Com Tancredo Neves, Affonso Arinos de Mello Franco,José Sarney, Ulisses  Guimarães, Adolpho Bloch e Murilo Melo Filho. Rede Manchete, 1983.

Vargas – A Vida e a História. Com Alzira Vargas do Amaral Peixoto, Luthero Vargas, Tancredo Neves, Leonel Brizola e Sergio Lacerda. Rede Manchete, 1984.

Prefácios e introduções

A Cabana do Pai Tomás, de H.B. Stowe. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1976.

Pente de Vênus, de Heloisa Seixas. Porto Alegre: Sulina, 1995.

O Horror Econômico, de Vivianne Forrester. São Paulo: Editora da Unesp, 1997.

Dupla Exposição: Stanislaw Ponte Preta, de Renato Sérgio. Rio de Janeiro: Ediouro, 1998.

Mito em Chamas, de José Louzeiro. São Paulo: Moderna, 1998.

Ensaios Reunidos de Otto Maria Carpeaux, de Olavo de Carvalho (org.). Rio de Janeiro: Topbooks, 1999.

Balão: Paixão Inexplicável, de Odair Bueno e Ivo Patrocínio. Rio de Janeiro: Sonora, 1999.

Os Jornalistas, de Honoré de Balzac. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.

Órfão de Tempestade, de Jason Tércio. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999.

Evangelho segundo São João. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999.

A Fina Flor da Sedução, de José Louzeiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

A Vida dos Doze Césares, de Suetônio. Rio de Janeiro: Prestígio Editorial, 2002.

Entre os Ossos e a Escrita, de Maitê Proença. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

Criação, de Gore Vidal. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.

Com outros autores

“Luxúria”. In: Os Sete Pecados Capitais (Guimarães Rosa, Otto Lara Resende, Lygia Fagundes Telles, José Condé, Guilherme Figueiredo e Mário Donato). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1964. 7.a ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

“Amar a Deus sobre todas as coisas”. In: Os Dez Mandamentos (Jorge Amado, Marques Rebelo, Orígenes Lessa, José Condé, Campos de Carvalho, João Antônio, Guilherme Figueiredo, Moacir C. Lopes e Helena Silveira). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965. 5.a ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

“Ordem do Dia”. In: 64 D.C. (Antonio Callado, Marques Rebelo, Stanislaw Ponte Preta, Hermano Alves). Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1966.

“Por vós e por muitos”. In: Contos (Clarice Lispector, Lygia Fagundes Telles, Rubem Fonseca, Sergio Sant’Anna, Luís Vilela, Otto Lara Resende, José J. Veiga, Érico Veríssimo, Moacir Scliar, Samuel Rawet, Leon Eliachar, Elsie Lessa e Adonias Filho). Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1974.

“O burguês e o crime”. In: MORICONI, Ítalo (org.). Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.

“Ave-Maria de Schubert”. In: Meu querido canalha (Ruy Castro, Bráulio Pedroso, Geraldo Carneiro, Aldir Blanc e Marcelo madureira. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004.

Em parceria

O Presidente Que Sabia Javanês (com charges de Angeli). São Paulo: Boitempo, 2000.

As Viagens de Marco Polo. Tradução e notas (com Lenira Alcure). Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.

O Mistério das Aranhas Verdes (com Anna Lee). Editora Salamandra, 2001.

O Mistério da Coroa Imperial (com Anna Lee). Editora Salamandra, 2002.

O Mistério das Jóias Coloniais (com Anna Lee). Editora Salamandra, 2003.

O Mistério da Moto de Cristal (com Anna Lee). Editora Salamandra, 2004.

O Mistério Final                      (com Anna Lee) Editora Salamandra, 2007.    

O Beijo da Morte (com Anna Lee). Editora Objetiva, 2003.

A Jóia dos Reis – Ilha Grande (com Anna Lee). Editora Caringi, 2005.

Liberdade de Expressão I e II (com Heródoto Barbeiro e Artur Xexéo). Editora Siciliano, 2005.

As rapaduras são eternas (com Anna Lee). Editora Record, 2007

O monstro da Lagoa de Abaeté (com Anna Lee). Editora Record, 2009

Nos bastidores da TV (com Anna Lee). Editora Record, 2012

O bandido de um mundo vermelho (com Anna  Lee). Editora Record, 2013.

O Crime Mais que Perfeito (com Anna Lee). Editora Record, 2015.

Traduções

No México

Pessach: la travesia. Tradução de Jorge Humberto Robles. Cidade do México: Ed. Extemporaneos 1973.

Na França

Quasi-mémoires. Tradução de Henri Raillard. Paris: Gallimard, 1999.

La traversée. Tradução de Philippe Poncet. Montreuil: Editions Folies D’Encre, 2007

Em Portugal

Informação ao Crucificado. Lisboa: Livraria Bertrand, 1976.

Quase-memória. Lisboa; Editora Palavra, 2005.

Na Espanha

Quase-memória. Ediciones B. S. A, 2004.

Adaptações de obras de Carlos Heitor Cony

Para o cinema

Antes, o Verão. Direção e roteiro de Gerson Tavares. Com Jardel Filho e Norma Bengell, 1968. (Baseado no romance homônimo.)

Um Homem e Sua Jaula. Direção de Fernando Campos e co-direção de Paulo Gil Soares; roteiro de ambos. Com Helena Ignez e Hugo Carvana, 1968. (Baseada no romance Matéria de Memória).

Você Tem Alguma Idéia Sobre a Idéia Que Pretende Ter? Roteiro de Antônio Moreno, Pedro Ernesto Stilpen e Olivar Luiz. Inédito, c. 1975. (Baseado no romance Pilatos.)

Pilatos – Melopéia, Fanopéia & Logopéia, episódio V de Isabelle Trouxe Alguns Amigos. Roteiro de Felipe Rodrigues, com a colaboração de Barbara Kahane e Patrick Pessoa. Inédito, 2000. (Baseado no romance Pilatos.)

O crime e o burguês. Direção e roteiro: Adolfo Rosental, 2011.(baseado no conto O Burguês e o crime).

Suíte Noir. Curta metragem. Direção Cid machado Jr. , 2006. (Baseado na crônica A vida sexual de homens e cavalos).

Quase memória. Direção de Ruy Guerra. Com Tony Ramos, João Miguel, Mariana Ximenes, Charles Fricks. 2015

Para o teatro

Pilatos. Peça de Mario Prata. Inédita, 1988. (Baseada no romance homônimo.)

Pilatos. Peça de Roberto Barbosa. Inédita, 1995. (Baseada no romance homônimo.)

Livros e Teses

SANDRONI, Cícero. Quase Cony (Perfis do Rio).  Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003.

KUSHNIR, Beatriz. Depor as Armas – A travessia de Cony e a censura do Partidão. In: REIS, Daniel: Intelectuais. História e Política – Séculos XIX e XX. Campinas: Unicamp, 1998.

FISCHER, Luís Augusto – Cony, Pilatos. In; Para fazer a diferença. Porto alegre: artes e Ofícios, 1999.

PEREZ, Renard. Carlos Heitor Cony, in: Escritores Brasileiros Contemporâneos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1964.

SILVERMAN, Malcom. O mundo ficcional de Carlos Heitor Cony, in Moderna Ficção Brasileira, vol. 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.

DUARTE, Lélia Parreira. Pessach: a Travessia. Narrativa Especular de Carlos Heitor Cony. Belo Horizonte: UFMG, 1980.

POLETTO, Juarez. História, Memória e Ficção em Obras de Carlos Heitor Cony. Curitiba: Universidade Federal Paraná, 2001.

BUENO, Raquel Illescas. Os Invólucros da Memória na Ficção de Carlos Heitor Cony. São Paulo: USP, 2002.

ASSIS, Ivone Gomes de. As Crônicas de Fim de Século de Carlos Heitor Cony. Uberlândia: Centro Universitário Triângulo, 2004.

FERRON, Janete Terezinha. FHC por Cony: Uma Construção Discursiva em “O Presidente Que Sabia Javanês”. Universidade Federal do Paraná, 2003.

ADORNO, Camilo Tellaroli. “A ironia no romance Quase memória, de Carlos Heitor Cony”. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 2006

RUIVO, Marina. “Uma certa maneira de desejar a liberdade: caminhos da literatura de Carlos Heitor Cony no pós-1964. Universidade de São Paulo, 2012.

ANDRADE, Maria Lucia Cunha. “As crônicas de CHC e a manutenção de um diálogo com o leitor”. In: Prett, Dino (org): Diálogos na fala e na escrita. São Paulo: Associação Editorial Humanitas, 2005, Vol. 7.

SILVEIRA, Elaine Vicenzi. “Argumento de autoridade na crônica de Carlos Heitor Cony: um enfoque textual. Universidade de São Paulo, 2004.

Depoimentos e fortuna crítica

Entrevistas, dissertações, ensaios, apresentações, artigos de jornais e de revistas

Cadernos de Literatura Brasileira – n.o 12, dezembro de 2001. Instituto Moreira Sallles.

LEE, Anna. “A crônica jornalística como lugar de resistência subjetiva ao golpe de 1964”, In: Gandara, Cátedra Padre Antonio Vieira de Estudos Portugueses, Instituto Camões, Ed. PUC-Rio, 2008.

BUENO, Raquel Ilescas. “Dom Casmurro e o ventre: Machado de Assis e Carlos Heitor Cony nos subúrbios do homem”.In: Revista Scripta, Belo Horizonte: Ed. PUC-MG, v. 3, nº 6, p. 175-182, 2000.

BUENO, Raquel Ilescas. “Quase memória de seus pais”. In: Revista Ciências Humanas, Curitiba: Ed. UFPR, v.7, p. 137-151. 1999.

Revista Carioquice –  O anarquista imortal - nº 46 – setembro 2015. 

 

Redação O POVO Online

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