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Inpa reabre a mais antiga torre de observação da floresta amazônica

A torre recebeu uma nova pintura e melhorias estruturais, como a troca da escada antiga de 140 degraus por outra mais acessível

16:30 | 01/08/2017
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A mais antiga torre de observação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) foi reaberta após quatro meses de obras de revitalização para melhorar a infraestrutura de pesquisa científica e estimular o turismo científico. A iniciativa é parte do projeto Museu na Floresta, resultado de parceria entre o Inpa e a Universidade de Quito, no Japão, com foco para a conservação da biodiversidade da Amazônia.

A torre recebeu uma nova pintura e melhorias estruturais, como a troca da escada antiga de 140 degraus por outra mais acessível. A plataforma superior foi reconfigurada para proporcionar mais espaço, harmonizando as atividades de pesquisa e a visitação de grupos de cientistas, acadêmicos e observadores.

Para o diretor do Inpa, Luiz Renato de França, ao mesmo tempo em que é renovada com uma característica mais turística e educacional, a torre é também uma reliquia. "É o novo com o velho juntos numa formatação diferente para um novo momento do Inpa, que tem história e protagonismo de pesquisa na Amazônia", afirmou.

Atualmente, o Inpa possui 145 projetos de pesquisas em execução, aproximadamente 600 servidores na ativa dos quais aproximadamente 200 são pesquisadores e tecnologistas. De 2014 a 2016, o número de publicações científicas permaneceu estável. "Gostaríamos de ter mais verbas para pesquisas e aumentar os nossos recursos humanos, mas temos expectativa de termos recursos suplementares e contratação de pessoal", acrescentou.  

 

Redação O POVO Online

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