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'Como ela vai pagar, não cabe a mim julgar', diz pai de bebê morto após médica não socorrê-lo

A médica chegou com a ambulância no condomínio da família, mas foi embora sem subir ao apartamento para socorrer o menino, que sofria de epilepsia

20:31 | 08/06/2017
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O pai do bebê Breno Rodrigues Duarte da Silva desabafou nesta quinta-feira, 8, sobre a morte do seu filho de apenas 1 ano e 7 meses, após uma médica acionada para socorrê-lo não prestar o atendimento solicitado. A médica chegou com a ambulância no condomínio da família, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, mas foi embora sem subir ao apartamento para socorrer o menino, que sofria de epilepsia. A informação é do portal Extra.

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"Não tenho raiva. Só desejo que ela jamais faça isso de novo. Como ela vai pagar, qual punição vai ter, não cabe a mim julgar. Cabe à lei o caminho que ela vai seguir. Meu filho era especial. Pais de filhos especiais já sofrem querendo dar o melhor para as crianças, e vem uma pessoa assim e não cuida, justamente quando mais precisa. Meu filho precisava de cuidado. Se ela não tivesse se omitido, ele poderia estar vivo agora", disse Felipe Duarte, pai do bebê, ao Extra.


Segundo o Extra, a médica que se negou a prestar socorro ao bebê foi demitida da Cuidar Emergências Médicas, que presta serviços para o plano de saúde Unimed-Rio. A profissional, cuja identidade não foi revelada, foi acionada na manhã de quarta-feira, 7, para prestar atendimento à criança, que sofria de uma doença neurológica e foi embora sem prestar atendimento ao menino.

Redação O POVO Online

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