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Governo planeja arrecadar R$ 300 milhões da Netflix até 2022

O plano é taxar a Netflix e outras empresas de conteúdo sob demanda na internet com um imposto conhecido como "Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional"

16:26 | 01/03/2017
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A Netflix poderá ser taxada com um imposto conhecido como "Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional"(Condecine), que cobra de produtos e distribuidoras de conteúdo no País. A informação foi divulgada pelo colunista Ricardo Feltrin, do Uol. A cobrança do Condicine é feita a cada cinco anos e afetaria também outras empresas, como YouTube e Spotify.

Se o governo federal resolver cobrá-lo, a Netflix terá de pagar mais de R$ 7 mil por cada produto estrangeiro em seu catálogo, com duração superior a 50 minutos, entre filmes, documentários, dentre outros. Além disso, há ainda uma taxa extra de R$ 1.800 sob cada episódio de série estrangeira.

A empresa deverá pagar ainda mais de R$ 1.450 por filme nacional e R$ 364 por capítulo de série ou novela. A estimativa do governo é arrecadar R$ 300 milhões da Netflix até 2022.

Segunda o colunista, caso um imprevisto ocorra e a Ancine não consiga cobrar a Condecine, o órgão já tem um plano B: taxar o faturamento ou a remessa de lucros das empresas. Se for cobrado a Condecine, os assinantes poderão ter um acréscimo na conta por causa do novo imposto.

Redação O POVO Online
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