Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Rastreamento de frutas, legumes e verduras aumenta em 2016

16:33 | Fev. 22, 2017
Autor -
Foto do autor
- Autor
Tipo Notícia

O volume de frutas, legumes e verduras (FLV) rastreados ano passado aumentou 23,6% na comparação com 2015, segundo dados do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados, divulgado hoje, 22, durante o evento RAMA 2020 – Tendências e Inovações na Cadeia Produtiva de Alimentos, na capital paulista.

De acordo com o balanço, em 2016 foram rastreados 1,2 milhão de toneladas de FLV ante 1 milhão em 2015. Os dados mostram também que no ano passado o programa de monitoramento registrou um índice de conformidade de 73%, o que indica melhora em relação a 2015, quando essa taxa foi de 66%. As inconformidades estão relacionadas ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), à combinação dos dois e aos ingredientes proibidos. De acordo com o balanço, 3% dos resultados de 2016 estão acima do LMR.

O monitoramento tem abrangência nacional e conta com a participação de 44 varejos, o que representa 20,5% das vendas totais de frutas, legumes e verduras no Brasil. São monitorados constantemente 81 produtos. Os 81 produtos monitorados levam em seus rótulos um código que permite que o consumidor veja toda a cadeia de produção até supermercado. Com o Rama, os supermercados têm acesso a um conjunto de informações que permite a seleção consciente de fornecedores.

Segundo o coordenador do programa de monitoramento, Marcio Milan, o objetivo é levar alimentos seguros ao consumidor, com benefícios para uma alimentação mais saudável. “O processo começa no produtor que usa padrões de codificação para conseguir monitorar todos os processos até chegar ao supermercado”. Segundo Milan, o próprio varejista também pode providenciar a análise desses produtos para identificar se estão dentro dos padrões estabelecidos. “Quando estão fora, entramos em contato com o produtor para que ele faça a correção do problema”, explicou.

De acordo com o diretor da empresa responsável pela rastreabilidade dos produtos, Giampaolo Buso, entre as metas do programa estão a redução do desperdício, aumento de consumo de frutas, legumes e verduras, educação da população e padronização dos produtos. “Estamos colocando isso como desafio, porque não depende de nós mudar tudo isso e sim darmos direcionamento. O supermercado tem que agir e o consumidor tem que exigir”, disse.

Agência Brasil

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Vendas de automóveis têm queda de 8,4% em julho comparado a 2020

Economia
15:01 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

As vendas de automóveis novos registraram queda de 8,4% em julho na comparação com o mesmo mês de 2020. Segundo balanço divulgado hoje (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacados em julho 123,6 mil automóveis, enquanto em julho do ano passado as vendas chegaram a 134,9 mil unidades.

O resultado foi o pior para um mês de julho desde 2005, de acordo com a Fenabrave. Segundo a entidade, a falta de carros nas concessionárias é devido aos problemas de desabastecimento de peças e componentes.

No acumulado dos primeiros sete meses do ano, no entanto, as vendas de automóveis continuam em alta na comparação com 2020, registrando crescimento de 20,2% e emplacamento de 927,7 mil unidades.

Veículos

As vendas de veículos novos, incluindo carros, motos, ônibus, caminhões e veículos comerciais leves, registraram alta de 10,9% em julho em relação ao mesmo mês de 2020, com o emplacamento de 309,4 mil unidades. No acumulado de janeiro a julho, a alta é de 33,7% em comparação com os primeiros sete meses do ano passado, com a comercialização de 2 milhões de unidades.

Motos

As vendas de motos registraram alta de 32% em julho em relação ao mesmo mês de 2020, com o emplacamento de 112,6 mil unidades. No acumulado dos primeiros sete meses do ano, o segmento de duas rodas tem crescimento de 44,6% com o emplacamento de 629,9 mil motocicletas.

“O resultado do mês de julho só não foi melhor pela falta de produtos. Mas notamos que a demanda permanece alta e os emplacamentos de motocicletas continuam em plena recuperação, já que elas estão consolidadas como veículos de transporte de pessoas e cargas expressas”, ressaltou o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior.

Caminhões

As vendas de caminhões tiveram crescimento de 20,8%, com a comercialização de 11,4 mil unidades em julho. No acumulado de janeiro a julho, a alta chega a 47,6% na comparação com o mesmo período de 2020, com as vendas de 69,5 mil unidades.

Previsões

A projeção da Fenabrave é de que as vendas de automóveis neste ano cresçam 10,9%, com a comercialização de 1,7 milhão de unidades. A estimativa está abaixo da previsão feita no início do ano de que as vendas de carros cresceriam 15,4% neste ano em relação a 2020.

Para os caminhões é esperado pela federação uma alta de 30,5% nas vendas neste ano e para as motos um crescimento de 16,2% em relação a 2020.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Tóquio: país leva quatro medalhas no décimo segundo dia de competição

Esportes
15:01 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Futebol

O sonho do bicampeonato continua vivo. A seleção brasileira de futebol masculino se classificou na manhã deste terça-feira (3) para a final da Olimpíada de Toquio, após derrotar o México nos pênaltis por 4 a 1, já que o placar de 0 a 0 permaneceu até o final da prorrogação.

O confronto foi realizado no estádio Ibaraki Kashima, na cidade de Kashima. O  adversário brasileiro na final será a Espanha que derrotou o Japão na prorrogação por 1 a 0. A briga pelo ouro será no sábado (7), às 8h30 (horário de Brasília).


Sem avanço, empresário confirma sondagem do Vasco por Osvaldo, do Fortaleza

Mercado da bola
14:52 | Ago. 03, 2021
Autor Gazeta Esportiva
Foto do autor
Gazeta Esportiva Autor
Ver perfil do autor
Tipo Noticia

O Vasco trocou de comando e trouxe Lisca, mas o treinador já admitiu a necessidade de reforços para a sequência da Série B. A imprensa carioca noticiou o interesse vascaíno no atacante Osvaldo, do Fortaleza, mas parece que o jogador não virá para São Januário.

O empresário de Osvaldo, Adauto Nazário, admitiu a procura dos dirigentes cruzmaltinos, mas a negociação não evoluiu.

“Não existe qualquer conversa no momento. Sim (existiu a procura). Porém não houve evolução”, disse o empresário ao site vascaíno.net.

Esta não é a primeira vez que Osvaldo aparece numa lista de potencias reforços no Vasco. No fim de 2011, antes que se transferisse para o São Paulo, o clube foi um dos possíveis destinos do jogador. Na época, ele atuava por empréstimo no Ceará, mas não queria disputar a Série B no ano seguinte.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Newmark: Brasil deve ganhar mais 100 mil novos milionários até 2025

ECONOMIA
14:48 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O número de brasileiros com patrimônio de mais de US$ 1 milhão pode chegar a 481 mil em 2025, crescimento de 29% em relação a 2020 (373 mil), mostram estimativas da consultoria britânica Newmark, em relatório. Os super-ricos, com patrimônio de mais de US$ 30 milhões, devem crescer 23% até 2025 no País e chegar a pouco mais de 6 mil pessoas.
Para chegar a essas estimativas, um time de engenheiros da consultoria criou um modelo que estima a população de milionários a partir de informações passadas por mais de 600 fontes pelo mundo, incluindo áreas de private dos bancos, family offices e consultores. O levantamento considera o patrimônio líquido incluindo a principal residência (mais valiosa).
"A vacinação é um sinal positivo e que marca o início de um novo ciclo econômico em um mundo pós-pandêmico. A projeção para 2021 é que a população com mais de US$ 1 milhão continue crescendo", disse Mariana Hanania, diretora de Pesquisa e Inteligência de Mercado da Newmark.
O crescimento dos ricos e super-ricos será ainda maior na China. O estudo sugere um impressionante aumento de 56% até 2025, atingindo a marca de 9 milhões de pessoas com mais de US$ 1 milhão. Os super-ricos na China devem superar pela primeira vez a marca de 100 mil pessoas até 2025. Nos EUA, o número de super-ricos estará em 223.955 em 2025.
Dados do levantamento mostram, porém, que o número de pessoas com mais de US$ 1 milhão encolheu no Brasil durante a pandemia. Segundo Hanania, isso pode ter a ver com o fato do real ter se desvalorizado frente ao dólar - o critério de corte da pesquisa, afinal, é em moeda americana. E também ajuda a entender a preferência pelas compra de produtos de luxo em reais.
"A variação cambial em 2019 ficou entre R$ 3,98 e R$ 4,26, enquanto no intervalo da pesquisa em 2020, o dólar variou em mais de R$ 5,28 e R$ 5,78", disse ela, acrescentando que a flutuação da moeda também provoca baixas no número de milionários, especialmente na Rússia. "A pandemia também foi citada como o principal motivo para as quedas."
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Defensoria Pública tem déficit de 4,7 mil profissionais no país

Justiça
14:48 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O Brasil tem hoje déficit de pelo menos 4,7 mil defensores públicos para atender a população em situação de vulnerabilidade ou que não pode pagar por assistência jurídica. O ideal, segundo o Ministério da Justiça, é que o país tenha um defensor para cada 15 mil pessoas nessas condições, mas o país conta atualmente com 6.235 profissionais e precisa aumentar esse número em 79,4%.

Os dados estão no 2º Mapa das Defensorias Públicas Estaduais e Distrital no Brasil, lançado nesta terça-feira (8) pela Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O mapa traz os principais dados sobre as defensorias nos estados e no Distrito Federal, como número de defensores públicos por comarcas, que são os locais onde os juízes de primeiro grau atuam, estimativa de público-alvo, déficit da categoria e principais áreas de atuação.

De acordo com a presidente da Anadep, Rivana Ricarte, Mais de 82% da população brasileira se enquadra nos critérios para requerer o serviço da defensoria pública. Ela informa que, das 2.762 comarcas existentes no Brasil, apenas 1.162 contam com defensores públicos, o que equivale a 42% do total. Ainda que insuficiente, o número representa um avanço, se comparado aos dados de 2013, no primeiro mapa das defensorias.

“De 2013 para cá, a gente tem o que comemorar, teve um avanço significativo. Em 2013, a defensoria pública estava presente em 28% das comarcas e hoje está em 42%. Isso indica, porém, que, em mais de 50% das comarcas no Brasil, a população não tem o direito de acesso à justiça, que é o que a defensoria traz: dar o passo inicial da pessoa em busca da sua proteção de direitos, em busca do acesso à justiça”, diz Rivana.

Em 2013, o país contava com 4,5 mil defensores e, desde então, houve aumento de 33%, mas, quando se compara com outras carreiras jurídicas públicas, o número ainda é muito pequeno, levando-se em conta que a magistratura estadual conta com 12 mil juízes e 10,5 mil procuradores e promotores, acrescenta.

Caminhos

Conforme o mapa, a defensoria pública atende cerca de 14 milhões de pessoas por ano, apesar da falta de profissionais nas instituições estaduais. Os estados com menor número de defensores para o atendimento da população são o Paraná, que tem um profissional por grupo de 84.816 pessoas; Goiás, com um defensor para 69.788 pessoas; Santa Catarina, que tem um para 54.076; e São Paulo, com um profissional para 42.727 pessoas.

Segundo a pesquisadora do Ipea Rute Imanishi, o banco de dados levantado no mapa serve como instrumento para monitorar a expansão das defensorias pelas comarcas do país e planejar melhor a instalação de novas unidades.

“Do ponto de vista do indicador de cobertura da população, vê-se uma concentração de falta de defensores nas comarcas pequenas. As comarcas médias são atendidas, mas ainda faltam defensores, problema quw não aparece nas grandes comarcas”, diz Rute. Ela ressalta que, pela cobertura do Poder Judiciário e a relação com a população de baixa renda, veem-se pouquíssimas comarcas que chegam ao parâmetro ideal de um defensor por unidade judiciária. “Quase a totalidade das comarcas está aquém desse parâmetro.”

O pesquisador do Ipea Salvador Vianna explica que a distribuição das defensorias pelo território nacional reforça as desigualdades sociais, formando atualmente uma relação positiva entre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a taxa de defensores por 100 mil habitantes.

“Ou seja, quanto mais desenvolvida a comarca, no sentido de renda por habitante, escolaridade média e expectativa de vida, maior tende a ser a quantidade de defensores nessa comarca, o que não é exatamente o objetivo fundamental alocativo no planejamento de longo prazo dessa instituição. O parâmetro é que os defensores estejam alocados, teoricamente, onde o IDH e menor e a demanda será maior pelos serviços jurisdicionais dos defensores”, enfatiza o pesquisador.

Rivana Ricarte ressalta que, apesar de a Emenda à Constituição 80, de 14 de junho de 2014, determinar prazo de oito anos para que todas as unidades jurisdicionais contem com defensores públicos, essa norma ainda está longe de virar realidade, principalmente se não houver interesse político em oferecer justiça aos mais vulneráveis e investimentos nas instituições que promovem esse acesso.

Os dados do 2º Mapa das Defensorias Públicas foram inseridos na ferramenta do Ipea Atlas do Estado Brasileiro, e serão atualizados periodicamente.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags