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Fagner cita Lava Jato para combater susposto esquema em festa de São João

Cantor afirma que já pode ter sido vítima da fraude

22:55 | 28/06/2016
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O cantor e compositor Fagner declarou nesta terça-feira, 27, que a operação Lava Jato poderia servir de exemplo para investigar empresários do ramo da música, que estariam se aproveitando para obter lucros ilícitos em datas comemorativas como o São João de Caruaru, em Pernambuco. "É só fazer feito a Lava Jato: é só correr atrás do dinheiro", disse o músico ao "Blog de Jamildo", do Jornal do Commercio.

Fagner afirma ainda que já pode ter sido vítima deste suposto esquema. "Já devem ter feito isso comigo. O empresário diz um cachê e pega outro, pega mais caro", informou o cearense.

Segundo o compositor, ele foi procurado para se apresentar no dia 23 de junho, no São João de Caruaru, com um cachê de aproximadamente R$ 130 mil, mas a negociação não avançou.

Polêmica com São João de Caruaru
A tradicional festa de Caruaru ganhou repercussão polêmica na edição deste ano, por conta de cachês pagos a músicos que se apresentaram no festival junino. O Ministério Público Federal (MPF) abriu investigação para analisar a situação, visto que há diferença nos preços nos shows contratados para os festejos entre Campina Grande e Caruaru.
[SAIBAMAIS2]
O forrozeiro Wesley Safadão recebeu R$ 575 mil para se apresentar em Caruaru, enquanto para cantar em Campina Grande, o cachê foi de R$ 195 mil. O show do cearense chegou a ser suspenso pela Justiça, mas depois a decisão foi revogada.

 

Redação O POVO Online

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