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Bebê internado com mordidas e lesões pode ter o pênis amputado, afirma Polícia

A criança de um ano e quatro meses está internada na Zona Leste de Manaus, desde o último domingo, 12, e ainda não há previsão de alta

14:07 | 14/06/2016
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O bebê de um ano e quatro meses, hospitalizado com marcas de mordidas e lesão supostamente provocadas pelo próprio padrasto, poderá ter seu pênis amputado, segundo informou a Polícia Civil do Amazonas, nesta terça-feira, 14. As informações são do Extra.

Conforme a Secretaria de Saúde do Estado do Amazonas, o último boletim médico apontou que a criança sofreu laceração peniana, lesões e edemas corporais, além de fissura na parte anal.
   
O bebê está internado no Pronto-Socorro da Criança João Lúcio, na Zona Leste de Manaus, desde o último domingo, 12, e não há previsão de alta. Um novo boletim médico deve ser divulgado até esta quarta-feira, 15. Apesar de estar sob cuidados médicos, o pequeno continua a receber a visita de parentes.

Suspeitos do crime

O caso, que gerou revolta em todo o Brasil, chegou à Polícia após denúncia realizada pelos médicos da unidade de saúde onde a mãe do bebê o levou, de acordo com a delegada responsável pelo caso, Juliana Tuma, da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).

Suspeita e presa em flagrante, a mãe da criança, de 22 anos, nega participação no crime. Quando levou o filho ao hospital, disse não saber como ele havia se ferido, pois no momento estaria dormindo. Ela alegou ainda que as marcas das agressões poderiam ter sido ocasionadas por um acidente sofrido pelo menino há alguns dias.    

O padrasto, de 17 anos, por sua vez, confessou ser o autor do crime. O suspeito, afirmou que estava sob efeitos de drogas quando mordeu, espancou e estuprou o menino.

Mãe e padrasto foram indiciados por tortura e estupro de vulnerável. A mulher ainda vai responder criminalmente por omissão e será levada à cadeia feminina, enquanto que o adolescente foi encaminhado para a Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai).

Redação O POVO Online

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