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Rio registra primeiro relacionamento poliafetivo de papel passado

"Eu falei que vivia esse tipo de relacionamento, ela se interessou, conheceu a Thais e a coisa foi fluindo", explicou

16:56 | 05/04/2016
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A paixão uniu o funcionário público Leandro Jonattan da Silva Sampaio, de 33 anos, Thais Souza de Oliveira, e Yasmin Nepomuceno da Cruz, as duas de 21 anos. O trio, após três anos de namoro, se tornou o primeiro caso no Rio de Janeiro de união estável poliafetiva registrado no 15º Ofício de Notas.

“É muito normal as pessoas se apaixonarem por mais de uma pessoa. A diferença é que no poliamor você une todas as pessoas e não precisa mentir”, contou Leandro em entrevista ao jornal carioca Extra. Ele mora em Madureira com as duas mulheres. ”Já tenho uma filha de três anos com Thais e estamos planejando mais um, agora, com Yasmin”, afirma.

Na última sexta-feira, 1º, o trio oficializou na Justiça a união estável. Leandro conheceu Thais há cinco anos quando era casado e a jovem entrou para o relacionamento. A primeira mulher saiu ficando Thais. Posteriormente, Leandro e Thais conheceram Yasmin. “Eu falei que vivia esse tipo de relacionamento, ela se interessou, conheceu a Thais e a coisa foi fluindo”, explicou.

A resistência do trisal (palavra que equivale a casal em uma relação de três pessoas) não é da sociedade e sim dentro da família. As mães das meninas não falam com Leandro. A família dele aceita. “Nós vamos para todos os lugares que um casal convencional vai”, conta ele.

Leandro não sabe se entraria em um relacionamento com um homem ou mais uma mulher, ele conta que é hétero, enquanto que Thais e Yasmin fazem sexo entre si. Thais sente ciúmes dos dois.
“Sentirei ciúme dos dois de qualquer pessoa que aja com falta de respeito. Eles são meu marido e minha mulher. O relacionamento é fechado”, diz Thais. Já o funcionário público não sabe dizer se a conta está fechada.

Redação O POVO Online

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