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Traficante cearense finge passar mal e foge de unidade prisional no Rio Grande do Norte

Jangledson foi preso em dezembro de 2015 com carregamento de droga no RN . Ele é considerado um dos mais procurados do CE

19:58 | 18/01/2016
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O traficante de drogas cearense Jangledson de Oliveira, conhecido como "Nem", 27, fugiu na noite do último domingo, 17, do Centro de Detenção Provisória do Potengi, em Natal, Rio Grande do Norte.

De acordo com a Secretaria de Justiça e Cidadania do RN (Sejuc), os detentos fingiram que estavam passando mal e quando os agentes foram até a cela e abriram as grades se depararam com um dos presos armados com uma pistola calibre 380, que atirou contra os agentes. Houve revide com balas de borracha.

Imagens do circuito interno de segurança flagraram a ação. Um dos agentes foi baleado no braço e um policial militar levou um tiro, mas foi protegido pelo colete balístico.
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Conforme a Sejuc, os presos saíram utilizando um dos agentes como escudo humano, dois dos detentos conseguiram fugir, entre eles o "Nem". Um automóvel estava do lado de fora e auxiliou na fuga.

Além da pistola possuíam, a dupla roubou a arma de um dos agentes na fuga. A Secretaria de Justiça do RN divulgou que investiga como a pistola 380 foi parar dentro da cela. Jangledson continua foragido.

Nem

Parte da quadrilha de "Nem" atuava no estado do Ceará. No dia 8 de dezembro do ano passado ele foi preso pela Polícia Federal do RN com Francisco Wagner Ferreira Silva, 28, e um terceiro cearense.

Um dia depois, a Polícia Civil do Ceará, sob a coordenação do delegado Dionísio Amaral, titular da Delegacia de Maracanaú, prendeu um taxista que saía da casa da família de Wagner, em Maracanaú, com duas pistolas calibres 380 e .40, dois revólveres calibre 38, munição de fuzil calibre 556 e uma balaclava. As armas de numeração raspada eram retiradas da residência pelo taxista Antônio Ivo Alves Lima, 35.
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Considerado um dos homens mais procurados do CE, "Nem" se desenvolveu traficando no município do Eusébio, Região Metropolitana de Fortaleza. Ele se tornou um distribuidor de droga no atacado e também de armas.

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O armamento seria uma forma de guardar o capital do investimento do tráfico. Na ocasião da desarticulação do grupo de Nem, no Ceará, o delegado Dionísio Amaral disse que o traficante é nascido e criado em Maracanaú e que nunca perderá a identidade da Região.

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