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Personalidades lamentam a morte de Hugo Carvana

Ator e diretor morreu neste sábado, 4. Ele lutava contra o mal Parkinson e já havia se curado de um câncer no pulmão.

15:44 | 04/10/2014
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A morte do ator e diretor Hugo Carvana comoveu personalidades, dentre atores e diretores de cinema, neste sábado, 4. Nas redes sociais, artistas demonstraram tristeza com a perda para a Tv e cinema brasileiros. “Não era só um ator extraordinário, mas um diretor, um intelecutal. Fico muito triste”, explicou o cineasta Cacá Dieguis.

Cacá também destacou a habilidade de Carvana como autor, que pensava as coisas do Brasil, do cinema. "É uma grande perda para todos nós, cinema e TV. Foi um diretor incrível. Vou sentir muita falta dele, que era uma pessoa doce, gentil, engraçada. Sempre pra cima, fazia a gente ficar feliz", disse em entrevista ao canal GloboNews.

Paulo Betti, que estrearia o novo longa de Carvana, no próximo ano, ressaltou o estilo próprio do diretor. "A morte do Carvana representa o fim de um estilo de representar, uma era de interpretação. Me deixa muito triste e mando meus abraços para os filhos dele e para a Marta, mulher", revelou ao site EGO.

O ator Marcos Palmeira destacou que Carvana foi um grande companheiro: “trabalhamos muito juntos e também aprendi muito com ele. A família dele também é incrível e somos todos amigos. Que ano... Muito triste”. "Hugo era meu amigo, um lutador, um parceiro de longa data. É uma pena. Vão-se os bons e ficam os ruins. O que falar mais? Não consigo...", lamentou o ator Milton Gonçalves.

Otávio Augusto, que trabalhou com Carvana inclusive no premiado “Vai Trabalhar Vagabundo”, lembrou a recepção do amigo. "Ele devia ser o embaixador do Rio de Janeiro. O Hugo foi a primeira pessoa que me recebeu no Rio e me fez sentir à vontade. Desde, então, nossa amizade nunca terminou. Éramos quase familiares. Ele faz parte da minha vida profissional e afetiva", completa.

[SAIBAMAIS 1] "Fiz com o Carvana o primeiro filme do Eduardo Coutinho, o 'Homem que comprou o mundo', em 1967. A cena mais engraçada do Hugo foi uma em que ele tomava cachaça ardida e fazia trejeitos por causa da bebida. Depois ele me dirigiu em 'Bar Esperança'. Esse trabalho me deu três prêmios grandes como melhor atriz. Fora isso, Carvana e a mulher dele, Martha, e os filhos frequentavam a minha casa no Joá, no Rio. Éramos ligados pessoal e profissionalmente. Com sua morte, começamos a pensar nos artistas dos anos 70 e temos que nos preparar para a morte dos amigos e também a nossa um dia" – Marília Pera.

"Hoje o cinema fica mais triste. Perdemos um grande amigo, ator, diretor de cinema e TV. Um homem que fez e deixou história! Foi um prazer e uma honra trabalhar com você! Meu carinho para toda família, especialmente a Martha e o Julio. Estou muito triste!" - Maiz de Oliveira.

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Redação O POVO Online

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