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Médicos e policiais são presos envolvidos com clínicas ilegais de aborto

A organização criminosa atuava há vários anos e praticava aborto em locais sem higiene e salubridade, cobrando até R$ 7.500 por procedimento

13:58 | 14/10/2014

A Polícia Civil prendeu 42 pessoas acusadas de envolvimento com clínicas ilegais de aborto no estado do Rio de Janeiro, em operação deflagrada nesta terça-feira, 14.

Mais cinco mandados de prisão foram expedidos em nome de pessoas que já estavam detidas.

No total, a 4ª Vara Criminal da Capital decretou a prisão preventiva de 75 pessoas, inclusive de policiais civis, militares e médicos.

De acordo com a Corregedoria Interna da Polícia Civil, a organização criminosa atua há vários anos e praticava aborto em locais sem condições de higiene e salubridade, cobrando até R$ 7.500 por procedimento.

Um dos acusados de chefiar o esquema é o médico Aloísio Soares Guimarães, já preso. Além dele, outros três médicos, quatro policiais civis, dois militares e um bombeiros estão entre os presos. Entre os procurados ainda há médicos e até um militar do Exército.

Além dos 75 mandados de prisão, estão sendo cumpridos 118 mandados de busca e apreensão, como medicamentos e documentos dos acusados.

 

Redação O POVO Online e Agência Brasil

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