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Polícia investiga estupro ocorrido na USP em 2011

15 testemunhas já foram ouvidas, inclusive um estudante que flagrou a agressão

12:50 | 19/08/2014

Estudante violentada durante festa tradicional de calouros da USP (Universidade de São Paulo) ainda aguarda resultado da investigação do caso, ocorrido em 2011. A vítima afirma que foi incentivada a abafar o crime pelos colegas e organizadores da festa.

A 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo é a responsável pela apuração do crime que aconteceu no dia 2 de abril daquele ano, na festa chamada "Carecas no Bosque", organizada para a recepção dos calouros de medicina da Universidade.

De acordo com informações do site UOL, o evento também foi palco de uma denúncia de homofobia este ano.

A advogada da vítima de estupro, Nereide de Oliveira, afirmou que a expectativa é que o caso chegue ao Ministério Público até o mês de setembro deste ano. O inquérito corre sob sigilo há três anos, e não há mais detalhes sobre o andamento.

Ainda de acordo com informações do UOL, 15 testemunhas foram ouvidas, inclusive um estudante que flagrou o momento da agressão sexual.

A estudante, de 23 anos, era caloura de medicina e foi violentada em uma barraca que estava nas dependências da festa, por um funcionário da USP. O agressor foi flagrado e chegou a ser perseguido, mas não foi levado à delegacia naquela noite.

O caso não é comentado pela direção da Associação responsável pelo evento, a AAAOC (Associação Atlética Acadêmica Oswaldo Cruz), nem pela instituição.

Redação O Povo Online

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