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Após 10 dias desaparecida, viúva de Amarildo é encontrada em Cabo Frio

Bete estava fora de casa desde o dia 30 de junho. O advogado da família, João Tancredo, ainda não tem informações de quando a viúva deve voltar para a Rocinha

15:16 | 11/07/2014
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A viúva do pedreiro Amarildo de Souza, assassinado por policiais da UPP da Rocinha há um ano, foi encontrada ontem, dia 10 de julho, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. O advogado da família, João Tancredo, ainda não tem informações de quando Elizabete Gomes da Silva deve voltar para a Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro.

 Pouco antes de ser localizada, os filhos de Bete registraram o desaparecimento da doméstica na 11ª DP, na Rocinha. Michele Lacerda, sobrinha da viúva, disse que não entende como ela foi parar em Cabo Frio, já que ela não tem nenhum parente morando lá. “Não sabemos como ela foi parar em Cabo Frio, pois não há nenhum parente morando lá. Ela entrou em contato com uma filha, que nos informou do paradeiro”, comenta Michele.

 Maria Eunice Lacerda, de 53 anos, é irmã do pedreiro e afirmou que Elisabete estava “abusando” do álcool e das drogas. Disse também que Bete costumava falar que ia procurar sozinha pelo marido. “Estava muito depressiva. Infelizmente, teve uma recaída e voltou a usar drogas e a beber muito. Só ficava de bar em bar dizendo que ia procurar por ele”.

 Um dos filhos de Bete, Anderson Gomes de Souza, de 22 anos, disse que esta não foi a primeira vez que ela deixou a casa para ir atrás de Amarildo. “Em diversas madrugadas, ela tomou essa atitude”.

 No dia 30 de junho, Bete saiu da sua residência, na Favela da Rocinha. Entre os 10 dias de sumiço, parentes e amigos a procuraram por hospitais e até no Instituto Médico Legal (IML), mas não conseguiram encontra-la. Ela também foi procurada na casa de sua mãe, em Natal, Rio Grande do Norte.

[SAIBAMAIS1]

 

 

 

Redação O POVO Online

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