Dia Internacional do Aperto de Mão: "Soquinho" não é cumprimento ideal na pandemia
O gesto revela um pouco dos costumes usados para reforçar nossas relações sociais através da cordialidade e respeito entre as pessoas. No entanto, esse cumprimento precisou ser deixado de lado para evitar o contágio pela Covid-19
Nesta segunda-feira, 21, comemora-se o Dia Internacional do Aperto de Mão. A data serve para lembrarmos de costumes usados para reforçar nossas relações sociais através da cordialidade e respeito entre as pessoas. Durante a pandemia de Covid-19, porém, novas formas de cumprimento foram adotas.
As pessoas passaram a usar o "soquinho" para manter a cordialidade, no entanto, especialistas alertam que a nova medida também pode ser um risco à saúde e recomendam o uso do o cotovelo ou apenas um aceno.
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A pandemia da Covid-19 impôs novas formas de trabalho, convivência e até mesmo de cumprimentar as pessoas. Isso por causa da alta transmissibilidade do coronavírus entre os seres humanos.
Segundo historiadores, esse gesto, utilizado há mais de 3 mil anos, acabou se tornando um risco maior de contaminação pelo coronavírus. O aperto de mão precisou ser ressignificado.
Com receio de contribuir ainda mais para a transmissão do vírus, pessoas passaram a usar o “soquinho”. Ao invés de apertar a mão uma da outra, elas tocam seus punhos fechados. Mas o gesto também pode ser um risco à saúde, avalia o médico do Hospital Marcelino Champagnat, Gustavo Lenc.
Os médicos relatam que as mãos oferecem muitos perigos porque “capturam” as bactérias e vírus presentes em objetos manipulados. “O habitual soquinho que substituiu o aperto de mão apresenta risco menor. Mas o ideal é que, quando as pessoas se encontrarem, usem o cotovelo para cumprimentar ou apenas um aceno. Ainda precisamos ter paciência e manter os cuidados para evitar a infecção pela Covid-19”, alerta o cardiologista.