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Time Brasil: revezamento masculino 4x100m não alcança decisão na Olimpíada

Quarteto brasileiro ficou fora da final da Olimpíada de Tóquio (Japão) após terminar a 1ª bateria das eliminatórias na 5ª posição
05:38 | Ago. 05, 2021
Autor - Agência Brasil
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A equipe brasileira masculina do revezamento 4x100 metros (m), formada por Rodrigo do Nascimento, Felipe Bardi, Derick Silva e Paulo André Camilo, ficou fora da final da Olimpíada de Tóquio (Japão) após terminar a 1ª bateria das eliminatórias na 5ª posição com o tempo de 38s34 (a 12ª melhor marca no geral), na madrugada desta quinta-feira (5) no Estádio Olímpico.

A liderança foi da Jamaica, com o tempo de 37s82. Na sequência vieram a Grã-Bretanha, com 38s02, e o Japão, com 38s16.

Na segunda eliminatória avançaram diretamente China e Canadá, que empataram com o tempo de 37s92, e a Itália, com 37s95. Além disso, passaram, em razão do tempo, os times da Alemanha (38s06) e de Gana (38s08).

"Corremos mal. Nosso desempenho não foi o melhor. Nas passagens acredito que tenham sido boas, tem coisas para ajustar, mas dentro do padrão do Brasil. Mas nossa corrida hoje não foi adequada. Mas saímos de cabeça erguida. A pandemia [de covid-19] nos afetou bastante", afirmou Rodrigo Nascimento, após a prova, ao Comitê Olímpico do Brasil (COB).
 

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Estados Unidos vencem Austrália e se garantem na final do basquete masculino

05:08 | Ago. 05, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Os Estados Unidos vão lutar pelo quarto ouro olímpico consecutivo no basquete masculino: os americanos se classificaram para a final com uma vitória de 97-78 sobre a Austrália, nesta quinta-feira, em Saitama.

A equipe dirigida por Gregg Popovich disputará a final contra o vencedor da segunda semifinal, França-Eslovênia.

A Austrália, que chegou às semifinais invicta, voltou a cair nessa fase (depois de 1988, 1996, 2000 e 2016) e terá a chance de conquistar sua primeira medalha no basquete olímpico masculino na disputa pelo terceiro lugar.

Pela seleção americana, Kevin Durant voltou a brilhar, com 23 pontos. Ele teve aproveitamento de 2/7 nas tentativa de três pontos e de 9/12 nos arremessos de quadra, liderando o time na virada do terceiro quarto, depois que os australianos comandaram o placar no primeiro tempo da partida.

Ele teve o apoio de Jrue Holiday, jogador mais consistente da equipe americana no torneio (11 pontos, 8 rebotes e 8 assistências), e Devin Booker, que anotou 20 pontos.

A Austrália chegou a abrir 15 pontos de vantagem sobre o 'Team USA', graças a uma grande atuação do armador Patty Mills, que terminou a partida com 15 pontos. Os americanos não conseguiram aproveitar nenhum contra-ataque no primeiro tempo e erraram os 11 primeiros arremessos de 3 pontos. Mas nos últimos minutos do segundo quarto, a seleção dos Estados Unidos reduziu a desvantagem para 45-42.

Os Estados Unidos reverteram a desvantagem de três pontos no início do terceiro quarto com duas cestas de Holiday e emendaram uma sequência de 9-0. Como nos duelos anteriores, a equipe de Popovich deixou o vestiário pronta para levar seu trabalho físico na defesa ao limite contra uma Austrália que levou quatro minutos para marcar sua primeira cesta.

E Durant continuava com sua exibição de arremessos de meia distância e alguns de três, acompanhado por Devin Booker que teve sua melhor atuação nos Jogos de Tóquio. Os americanos conseguiram abrir 19 pontos de vantagem no terceiro quarto, parcial em que atropelaram os australianos por 32-10.

A quatro minutos do fim, o técnico da Austrália, Brian Goorjian, poupou seus melhores jogadores e começou a pensar na luta pelo bronze.

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"É frustrante", lamenta Bruninho após derrota do Brasil no vôlei em Tóquio

04:54 | Ago. 05, 2021
Autor Lucas Mota
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O levantador Bruninho lamentou a derrota para os russos na semifinal da Olimpíada em Tóquio, na madrugada desta quinta-feira, 5 (horário de Fortaleza). Com o resultado, o Brasil disputará a medalha de bronze contra o derrotado da partida entre França e Argentina, que ocorre às 9 horas.

"É difícil para caramba, frustrante, a gente estava fazendo um bom jogo, e você fica pensando na oportunidade que perdeu. A Rússia acho que mereceu, agora é apagar isso aqui e ir para o bronze", afirmou ele, que conquistou o ouro na Rio-2016, em entrevista à TV Globo após o confronto.

Lucão também analisou a partida diante dos russos. "Eles cresceram e fizeram o que melhor sabem, sacaram forte e dificultaram a nossa virada de bola, foi o que aconteceu no final do terceiro e do quarto set. A gente sabia que é uma equipe pesada e que tem potência no saque, geralmente isso acontece quando você está confiante. A culpa foi nossa de colocá-los de volta no jogo. Depois, ficou difícil de controlar", afirmou.

A derrota brasileira ficou marcada pelo "apagão" sofrido no terceiro set. A seleção tinha vantagem de oito pontos no placar e permitiram que a equipe adversária virasse. Após o confronto, o técnico Renan dal Zotto deixou claro que já pensa na disputa pelo bronze.

"A gente lamenta demais não sair daqui com uma vitória, a gente queria demais disputar uma final. Mas vamos olhar para frente, dar parabéns à equipe russa, porque jogou agressiva o tempo todo. A gente suportou por um bom tempo, mas, da metade para frente, não conseguimos mais imprimir um ritmo forte no saque, e eles jogaram com o passe na mão. É difícil de jogar com eles assim. A garotada está de parabéns, porque se entregou ao máximo. Agora, vamos pensar na medalha de bronze", disse o treinador.

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Renan analisa "apagão" do Brasil no terceiro set da derrota para os russos no vôlei

04:13 | Ago. 05, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Nesta quinta-feira, o Brasil foi derrotado pelo Comitê Olímpico Russo na semifinal do vôlei masculino e ficará de fora da grande decisão da modalidade nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O revés ficou marcado pelo terceiro set, no qual os brasileiros tinham uma vantagem de oito pontos no placar e permitiram que os russos virassem.

Após a partida, Renan dal Zotto analisou o jogo e deixou claro que o time brasileiro já pensa na disputa pelo bronze.

"A gente lamenta demais não sair daqui com uma vitória, a gente queria demais disputar uma final. Mas vamos olhar para frente, dar parabéns à equipe russa, porque jogou agressiva o tempo todo. A gente suportou por um bom tempo, mas, da metade para frente, não conseguimos mais imprimir um ritmo forte no saque, e eles jogaram com o passe na mão. É difícil de jogar com eles assim. A garotada está de parabéns, porque se entregou ao máximo. Agora, vamos pensar na medalha de bronze", afirmou à TV Globo.

Ao falar sobre o terceiro set, Renan destacou a importância da entrada Yaroslav Podlesnykh em um momento critico do confronto, que permitiu que os russos crescessem na partida.

"São coisas que acontecem no esporte, não é a primeira vez que a gente vê isso acontecer em Jogos Olímpicos, de travar às vezes em uma rede. Foi o que aconteceu, eles foram felizes com a entrada do número 1, todos os saques dele entraram, travou aquela rede. São coisas que, infelizmente, acontecem no esporte. Ficam os aprendizados, para que a gente encontre outras soluções em momentos delicados", disse Renan.

Com a derrota, o Brasil interrompeu uma sequência de quatro finais seguidas no vôlei masculino em Jogos Olímpicos. O país foi ouro em 2004 (Atenas) e 2016 (no Rio), e prata em 2008 (Pequim) e 2012 (Londres).

A disputa de bronze está marcada para o próximo sábado, às 01h30 (horário de Brasília). O Brasil terá pela frente o perdedor do confronto entre Argentina e França, que se enfrentam na manhã desta quarta.

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"Nobre guerreiro": Hebert Conceição agradece Olodum e mira ouro no boxe em Tóquio

04:06 | Ago. 05, 2021
Autor Lucas Mota
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"Nobre guerreiro negro de alma leve, nobre guerreiro negro lutador", é o trecho da música "Madiba", do Olodum, que embala o pugilista baiano Hebert Conceição a cada entrada para a luta na Olimpíada em Tóquio. Na madrugada desta quinta-feira, 5 (horário de Fortaleza), mais uma vez o brasileiro entrou ao som da canção para vencer o russo Gleb Sergejewitsch Bakschi na semifinal e garantir a disputa pela medalha de ouro na final do peso-médio.

"Queria agradecer a banda Olodum. Me deu muita energia positiva depois que escutou a música que entrei na luta. Estou muito feliz", comentou Hebert após a vitória na semifinal em entrevista ao canal SporTV.

+ Olimpíadas ao vivo: tempo real de resultado dos Jogos hoje, 4, e quinta

Hebert deu show dentro do ringue diante do oponente russo. Com esquiva em dia, ele desviou dos principais golpes do adversário e conectou socos contudentes para carimbar a vaga na final. Em 2019, o baiano tinha perdido para Gleb Sergejewitsch Bakschi na semifinal do Mundial.

"Que bom que reverti. Hoje, como sempre foi, eu nunca perdi uma revanche", comemorou o pugilista baiano.

Ele enfrentará o ucraniano Oleksandr Khyzhniak pela medalha de ouro na final em Tóquio. O duelo está previsto para a madrugada de sábado, 7, às 2h45min.

"Estou muito feliz com a minha classificação e performance. Acho que estou representando todos os brasileiros que ficaram na torcida, minha equipe, meus colegas e minha família. Vamos focar para buscar esse ouro", afirmou.

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Boxe: Hebert Conceição vence russo e disputará o ouro na final em Tóquio

03:42 | Ago. 05, 2021
Autor Lucas Mota
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O baiano Hebert Conceição teve atuação brilhante, com show de esquiva, para superar o russo Gleb Sergejewitsch Bakschi na semifinal da categoria peso-médio do boxe, na madrugada desta quinta-feira, 5. Com a vitória, o brasileiro avançou e enfrentará o ucraniano Oleksandr Khyzhniak pela medalha de ouro na Olimpíada de Tóquio.

+ Boxe: Bia Ferreira domina finlandesa e está na final da Olimpíada de Tóquio

Hebert venceu três adversários para chegar até a final olímpica no boxe. Na estreia, ele superou o chinês Tuoheta Erbieke. Nas quartas de final, o baiano venceu o cazaque Abilkhan Amankul antes de encarar o russo na semifinal.

A final entre Hebert Conceição e o ucraniano Oleksandr Khyzhniak está marcada para sábado, 7, às 2h45min (horário de Fortaleza).


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