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"Eu quero a dourada", diz Bia Ferreira, finalista no boxe feminino em Tóquio

A pugilista disputará a medalha de ouro contra a irlandesa Kellie Harrington no próximo domingo, 8
Autor - Lucas Mota
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Bia Ferreira bateu a finlandesa Mira Potkonen e garantiu vaga na final da categoria peso-leve do boxe, na Olimpíada de Tóquio. A pugilista disputará a medalha de ouro contra a irlandesa Kellie Harrington no próximo domingo, 8. Após a classificação, a baiana comentou sobre o desejo pela medalha de ouro e comemorou o resultado positivo.

+ Olimpíadas ao vivo: tempo real de resultado dos Jogos hoje, 4, e quinta

"Eu quero a dourada. Vou brigar até o fim. Eu sou capaz. Consegui, acreditei e tive as melhores pessoas do meu lado para chegar até aqui. Vamos subir no pódio, ficar no lugar mais alto e escutar o nosso hino", disse Bia em entrevista ao canal SporTV.

 

Poucos minutos depois de derrotar a finlandesa Potkonen na semifinal, a brasileira mostrou o foco e a obsessão pelo lugar mais alto do pódio para fazer história no boxe feminino. "É acreditar e brigar até o fim. Vai ser difícil tirar ela (medalha de ouro) de mim. O foco é esse, imaginei o tempo todo e treinei o tempo todo."

A campanha de Bia em Tóquio tem três vitórias. Na estreia, ela venceu Wu Shih-yi, representante do Taipé Chinês. Nas quartas de final, a baiana superou a uzbeque Raykhona Kodirova antes de enfrentar a finlandesa.

A baiana é campeã mundial na categoria leve (60kg), lidera o ranking internacional e é a grande favorita na modalidade.

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Boxe: Bia Ferreira domina finlandesa e está na final da Olimpíada de Tóquio

02:32 | Ago. 05, 2021
Autor Lucas Mota
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Em luta eletrizante, a baiana Bia Ferreira venceu a finlandesa Mira Potkonen na categoria peso-leve do boxe e avançou para a final, na madrugada desta quinta-feira, 5 (horário de Fortaleza). A brasileira disputará a medalha de ouro contra a irlandesa Kellie Harrington, que superou tailandesa Sudaporn Seesondeee, no próximo domingo, 8, às 2 horas.

+ Brasileiro Pedro Barros conquista medalha de prata no skate park em Tóquio 2020

A pugilista natural de Salvador deu show no ringue desde o início da luta. Com domínio nos três rounds, a brasileira massacrou a finlandesa no segundo, derrubando a adversária com golpes potentes.

+ Olimpíadas ao vivo: tempo real de resultado dos Jogos hoje, 4, e quinta

A campanha de Bia em Tóquio tem três vitórias. Na estreia, ela venceu Wu Shih-yi, representante do Taipé Chinês. Nas quartas de final, a baiana superou a uzbeque Raykhona Kodirova antes de enfrentar a finlandesa Mira Potkonen.

A baiana é campeã mundial na categoria leve (60kg), lidera o ranking internacional e é a grande favorita na modalidade.

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Brasileiro Pedro Barros conquista medalha de prata no skate park em Tóquio 2020

Jogos Olímpicos
01:11 | Ago. 05, 2021
Autor Wanderson Trindade
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O Brasil conquistou a medalha de prata no skate park em Tóquio 2020, na madrugada desta quinta-feira, 5. Pedro Barros subiu ao pódio na primeira final da modalidade da história dos Jogos Olímpicos.

Além dele, Pedro Quintas e Luiz Francisco também disputaram a final, mas ficaram na 8ª e 4ª colocação, respectivamente. O ouro ficou com o australiano Keegan Palmer, enquanto o bronze com o americano Cory Juneau.

A classificação ficou assim:

1º - Keegan Palmer (AUS): 95.83 pontos

2º - Pedro Barros (BRA): 86.14 pontos

3º - Cory Juneau (EUA): 84.13 pontos

Pedro Barros com a medalha de prata no skate park nas Olimpíadas de Tóquio 2020
Pedro Barros com a medalha de prata no skate park nas Olimpíadas de Tóquio 2020 (Foto: Loic VENANCE / AFP)

Após a final, Pedro Barros conversou com equipe da TV Globo, para quem mencionou que a "história" do skate park "é só um exemplo para o povo brasileiro". "Está na nossa mão. Podemos fazer do nosso País um lugar melhor através do amor e do respeito. A gente pode cair várias vezes no chão, mas a missão é ver um amanhã melhor", afirmou ele, visivelmente emocionado.

 

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Darlan Romani fica de fora do pódio e se despede de Tóquio 2020 sem medalha

Jogos olímpicos
00:14 | Ago. 05, 2021
Autor Wanderson Trindade
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O brasileiro Darlan Romani ficou de fora do pódio no arremesso de peso nas Olimpíadas de Tóquio 2020. O atleta que emocionou o Brasil após disputa das semifinais, terminou a decisão na 4º colocação.

Natural de Concórdia, em Santa Catarina, o atleta de 30 anos alcançou a marca de 21m88.

Ele havia emocionado os brasileiros com a declaração dada após a classificação para a decisão, quando relembrou dos momentos complicados passados por ele e sua família em decorrência da Covid-19.

Darlan foi 5° colocado nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, tendo no currículo ainda o 4° lugar no Mundial de 2019 e o 1º lugar no Pan Americano de 2019.

Durante a disputa, os competidores puderam ver o americano Ryan Crouser bater o recorde olímpico três vezes, ao assinalar as marcas de 22.83m, 22.93m e 23.30m. O recorde anterior era dele próprio, alcançado nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016.

Confira como ficou a classificação

1 - Ryan Crouser (EUA) - 23.30m
2 - Joe Kovacs (EUA) - 22.65m
3 - Tom Walsh (NZL) - 22.18m
4 - Darlan Romani (BRA) - 21.88m

 

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Rayssa Leal volta à escola após medalha nas Olimpíadas e ganha homenagem: "Fadas também estudam"

Jogos Olímpicos
23:41 | Ago. 04, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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No retorno às aulas, Rayssa Leal voltou para a escola após conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Com apenas 13 anos, a skatista se tornou a medalhista mais jovem do Brasil.

Além de voltar à escola, Rayssa recebeu uma homenagem de seu colégio - um muro foi pintado com a imagem da atleta andando de skate e a frase: "If you can dream you can make it happen", se você pode sonhar, pode realizar.

"Fadas tbm estudam! Eu estava morrendo de saudade da minha escola, dos meus professores e dos meus amigos! Hoje, quando voltei, fiquei muito emocionada com essa surpresa linda! Uma parede todinha para mim", escreveu Rayssa.

A atleta também agradeceu ao Colégio Cebama, onde estuda, pelo incentivo durante sua carreira e comemorou o retorno.

"A minha escola sempre me incentivou e estiveram ao meu lado durante toda a minha trajetória. É muito bom estar de volta. Obrigada! Vocês foram essenciais para a conquista desse sonho", completou a atleta.

Rayssa Leal estreou nos Jogos Olímpicos junto com a modalidade skate street. De cara, a brasileira conquistou medalha de prata e ficou atrás apenas da japonesa Nishiya.

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Atleta olímpica de Belarus chega à Polônia para se refugiar

Jogos Olímpicos
23:34 | Ago. 04, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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A velocista de Belarus Krystsina Tsimanouskaya, que deixou os Jogos de Tóquio precipitadamente devido a um conflito com autoridades esportivas de seu país, desembarcou na noite desta quarta-feira, 4, na Polônia, que lhe concedeu um visto humanitário, uma vez que ela teme represálias em seu país.

Ameaçada de ser repatriada à força a Belarus após criticar a federação de atletismo de seu país, a atleta, de 24 anos, fez escala em Viena, onde um carro escoltado por dois veículos da polícia a aguardava, para "preservar a sua segurança", explicou o secretário de Estado austríaco, Magnus Brunner, que se encontrou com a atleta.

"Ela está bem, dadas as circunstâncias. Naturalmente, preocupa-se com sua família. Está cansada e tensa, após os acontecimentos dos últimos dias", disse Brunne, acrescentando que a atleta "está nervosa em relação ao que a espera". Krystsina ainda não se pronunciou.

 

A atleta explicou no domingo ter escapado de ser repatriada à força para Belarus, dias depois de criticar a federação de atletismo de seu país nas Olimpíadas de Tóquio. Segundo ela, a federação bielorrussa queria forçá-la a participar do revezamento 4x400 metros, ao que a atleta mostrou sua indignação, já que planejava correr apenas os 100 e 200 metros.

Temendo ser presa se voltasse, Krystsina obteve ajuda do Comitê Olímpico Internacional (COI) e proteção policial, enquanto estava no aeroporto de Tóquio-Haneda.

O primeiro-ministro polonês, Mateusz Morawiecki, afirmou ter falado com a velocista. "A Polônia continuará a apoiar ativamente toda a nação bielorrussa e os militantes da oposição que são perseguidos", publicou no Facebook. Seu governo também concedeu hoje um visto humanitário ao marido da atleta, que havia fugido para a Ucrânia.

O COI lançou uma investigação oficial sobre o assunto. Seu porta-voz, Mark Adams, disse nesta quarta-feira que recebeu um relatório do Comitê Olímpico de Belarus que está "sendo avaliado".

O incidente gerou condenação internacional de Belarus, uma ex-república soviética governada com punho de ferro pelo presidente Alexander Lukashenko desde 1994. Seu filho chefia o comitê olímpico nacional.

"O regime de Lukashenko tentou cometer um novo ato de repressão transnacional (...) Atos como este violam o espírito olímpico, são um atentado aos direitos fundamentais e não podem ser tolerados", reagiu no início da semana o secretário de Estado americano, Antony Blinken.

O movimento pró-democracia de Belarus, que protagonizou manifestações em massa em 2020, está sendo duramente reprimido pelo governo. Milhares de opositores já foram detidos, ou forçados ao exílio.

O líder de uma ONG bielorrussa, Vitali Shishov, exilado na Ucrânia, foi encontrado enforcado na terça-feira em um parque de Kiev perto de sua casa. Segundo a polícia local, pode ser um "homicídio disfarçado de suicídio".

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