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Estados Unidos vencem Austrália e se garantem na final do basquete masculino

Os americanos se classificaram para a final com uma vitória de 97-78 sobre a Austrália, nesta quinta-feira, em Saitama
05:08 | Ago. 05, 2021
Autor - Gazeta Esportiva
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Os Estados Unidos vão lutar pelo quarto ouro olímpico consecutivo no basquete masculino: os americanos se classificaram para a final com uma vitória de 97-78 sobre a Austrália, nesta quinta-feira, em Saitama.

A equipe dirigida por Gregg Popovich disputará a final contra o vencedor da segunda semifinal, França-Eslovênia.

A Austrália, que chegou às semifinais invicta, voltou a cair nessa fase (depois de 1988, 1996, 2000 e 2016) e terá a chance de conquistar sua primeira medalha no basquete olímpico masculino na disputa pelo terceiro lugar.

Pela seleção americana, Kevin Durant voltou a brilhar, com 23 pontos. Ele teve aproveitamento de 2/7 nas tentativa de três pontos e de 9/12 nos arremessos de quadra, liderando o time na virada do terceiro quarto, depois que os australianos comandaram o placar no primeiro tempo da partida.

Ele teve o apoio de Jrue Holiday, jogador mais consistente da equipe americana no torneio (11 pontos, 8 rebotes e 8 assistências), e Devin Booker, que anotou 20 pontos.

A Austrália chegou a abrir 15 pontos de vantagem sobre o 'Team USA', graças a uma grande atuação do armador Patty Mills, que terminou a partida com 15 pontos. Os americanos não conseguiram aproveitar nenhum contra-ataque no primeiro tempo e erraram os 11 primeiros arremessos de 3 pontos. Mas nos últimos minutos do segundo quarto, a seleção dos Estados Unidos reduziu a desvantagem para 45-42.

Os Estados Unidos reverteram a desvantagem de três pontos no início do terceiro quarto com duas cestas de Holiday e emendaram uma sequência de 9-0. Como nos duelos anteriores, a equipe de Popovich deixou o vestiário pronta para levar seu trabalho físico na defesa ao limite contra uma Austrália que levou quatro minutos para marcar sua primeira cesta.

E Durant continuava com sua exibição de arremessos de meia distância e alguns de três, acompanhado por Devin Booker que teve sua melhor atuação nos Jogos de Tóquio. Os americanos conseguiram abrir 19 pontos de vantagem no terceiro quarto, parcial em que atropelaram os australianos por 32-10.

A quatro minutos do fim, o técnico da Austrália, Brian Goorjian, poupou seus melhores jogadores e começou a pensar na luta pelo bronze.

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Renan analisa "apagão" do Brasil no terceiro set da derrota para os russos no vôlei

04:13 | Ago. 05, 2021
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Nesta quinta-feira, o Brasil foi derrotado pelo Comitê Olímpico Russo na semifinal do vôlei masculino e ficará de fora da grande decisão da modalidade nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O revés ficou marcado pelo terceiro set, no qual os brasileiros tinham uma vantagem de oito pontos no placar e permitiram que os russos virassem.

Após a partida, Renan dal Zotto analisou o jogo e deixou claro que o time brasileiro já pensa na disputa pelo bronze.

"A gente lamenta demais não sair daqui com uma vitória, a gente queria demais disputar uma final. Mas vamos olhar para frente, dar parabéns à equipe russa, porque jogou agressiva o tempo todo. A gente suportou por um bom tempo, mas, da metade para frente, não conseguimos mais imprimir um ritmo forte no saque, e eles jogaram com o passe na mão. É difícil de jogar com eles assim. A garotada está de parabéns, porque se entregou ao máximo. Agora, vamos pensar na medalha de bronze", afirmou à TV Globo.

Ao falar sobre o terceiro set, Renan destacou a importância da entrada Yaroslav Podlesnykh em um momento critico do confronto, que permitiu que os russos crescessem na partida.

"São coisas que acontecem no esporte, não é a primeira vez que a gente vê isso acontecer em Jogos Olímpicos, de travar às vezes em uma rede. Foi o que aconteceu, eles foram felizes com a entrada do número 1, todos os saques dele entraram, travou aquela rede. São coisas que, infelizmente, acontecem no esporte. Ficam os aprendizados, para que a gente encontre outras soluções em momentos delicados", disse Renan.

Com a derrota, o Brasil interrompeu uma sequência de quatro finais seguidas no vôlei masculino em Jogos Olímpicos. O país foi ouro em 2004 (Atenas) e 2016 (no Rio), e prata em 2008 (Pequim) e 2012 (Londres).

A disputa de bronze está marcada para o próximo sábado, às 01h30 (horário de Brasília). O Brasil terá pela frente o perdedor do confronto entre Argentina e França, que se enfrentam na manhã desta quarta.

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Brasileiro Pedro Barros conquista medalha de prata no skate park em Tóquio 2020

Jogos Olímpicos
01:11 | Ago. 05, 2021
Autor Wanderson Trindade
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O Brasil conquistou a medalha de prata no skate park em Tóquio 2020, na madrugada desta quinta-feira, 5. Pedro Barros subiu ao pódio na primeira final da modalidade da história dos Jogos Olímpicos.

Além dele, Pedro Quintas e Luiz Francisco também disputaram a final, mas ficaram na 8ª e 4ª colocação, respectivamente. O ouro ficou com o australiano Keegan Palmer, enquanto o bronze com o americano Cory Juneau.

A classificação ficou assim:

1º - Keegan Palmer (AUS): 95.83 pontos

2º - Pedro Barros (BRA): 86.14 pontos

3º - Cory Juneau (EUA): 84.13 pontos

Pedro Barros com a medalha de prata no skate park nas Olimpíadas de Tóquio 2020
Pedro Barros com a medalha de prata no skate park nas Olimpíadas de Tóquio 2020 (Foto: Loic VENANCE / AFP)

Após a final, Pedro Barros conversou com equipe da TV Globo, para quem mencionou que a "história" do skate park "é só um exemplo para o povo brasileiro". "Está na nossa mão. Podemos fazer do nosso País um lugar melhor através do amor e do respeito. A gente pode cair várias vezes no chão, mas a missão é ver um amanhã melhor", afirmou ele, visivelmente emocionado.

 

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Darlan Romani fica de fora do pódio e se despede de Tóquio 2020 sem medalha

Jogos olímpicos
00:14 | Ago. 05, 2021
Autor Wanderson Trindade
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O brasileiro Darlan Romani ficou de fora do pódio no arremesso de peso nas Olimpíadas de Tóquio 2020. O atleta que emocionou o Brasil após disputa das semifinais, terminou a decisão na 4º colocação.

Natural de Concórdia, em Santa Catarina, o atleta de 30 anos alcançou a marca de 21m88.

Ele havia emocionado os brasileiros com a declaração dada após a classificação para a decisão, quando relembrou dos momentos complicados passados por ele e sua família em decorrência da Covid-19.

Darlan foi 5° colocado nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, tendo no currículo ainda o 4° lugar no Mundial de 2019 e o 1º lugar no Pan Americano de 2019.

Durante a disputa, os competidores puderam ver o americano Ryan Crouser bater o recorde olímpico três vezes, ao assinalar as marcas de 22.83m, 22.93m e 23.30m. O recorde anterior era dele próprio, alcançado nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016.

Confira como ficou a classificação

1 - Ryan Crouser (EUA) - 23.30m
2 - Joe Kovacs (EUA) - 22.65m
3 - Tom Walsh (NZL) - 22.18m
4 - Darlan Romani (BRA) - 21.88m

 

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Rayssa Leal volta à escola após medalha nas Olimpíadas e ganha homenagem: "Fadas também estudam"

Jogos Olímpicos
23:41 | Ago. 04, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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No retorno às aulas, Rayssa Leal voltou para a escola após conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Com apenas 13 anos, a skatista se tornou a medalhista mais jovem do Brasil.

Além de voltar à escola, Rayssa recebeu uma homenagem de seu colégio - um muro foi pintado com a imagem da atleta andando de skate e a frase: "If you can dream you can make it happen", se você pode sonhar, pode realizar.

"Fadas tbm estudam! Eu estava morrendo de saudade da minha escola, dos meus professores e dos meus amigos! Hoje, quando voltei, fiquei muito emocionada com essa surpresa linda! Uma parede todinha para mim", escreveu Rayssa.

A atleta também agradeceu ao Colégio Cebama, onde estuda, pelo incentivo durante sua carreira e comemorou o retorno.

"A minha escola sempre me incentivou e estiveram ao meu lado durante toda a minha trajetória. É muito bom estar de volta. Obrigada! Vocês foram essenciais para a conquista desse sonho", completou a atleta.

Rayssa Leal estreou nos Jogos Olímpicos junto com a modalidade skate street. De cara, a brasileira conquistou medalha de prata e ficou atrás apenas da japonesa Nishiya.

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Atleta olímpica de Belarus chega à Polônia para se refugiar

Jogos Olímpicos
23:34 | Ago. 04, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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A velocista de Belarus Krystsina Tsimanouskaya, que deixou os Jogos de Tóquio precipitadamente devido a um conflito com autoridades esportivas de seu país, desembarcou na noite desta quarta-feira, 4, na Polônia, que lhe concedeu um visto humanitário, uma vez que ela teme represálias em seu país.

Ameaçada de ser repatriada à força a Belarus após criticar a federação de atletismo de seu país, a atleta, de 24 anos, fez escala em Viena, onde um carro escoltado por dois veículos da polícia a aguardava, para "preservar a sua segurança", explicou o secretário de Estado austríaco, Magnus Brunner, que se encontrou com a atleta.

"Ela está bem, dadas as circunstâncias. Naturalmente, preocupa-se com sua família. Está cansada e tensa, após os acontecimentos dos últimos dias", disse Brunne, acrescentando que a atleta "está nervosa em relação ao que a espera". Krystsina ainda não se pronunciou.

 

A atleta explicou no domingo ter escapado de ser repatriada à força para Belarus, dias depois de criticar a federação de atletismo de seu país nas Olimpíadas de Tóquio. Segundo ela, a federação bielorrussa queria forçá-la a participar do revezamento 4x400 metros, ao que a atleta mostrou sua indignação, já que planejava correr apenas os 100 e 200 metros.

Temendo ser presa se voltasse, Krystsina obteve ajuda do Comitê Olímpico Internacional (COI) e proteção policial, enquanto estava no aeroporto de Tóquio-Haneda.

O primeiro-ministro polonês, Mateusz Morawiecki, afirmou ter falado com a velocista. "A Polônia continuará a apoiar ativamente toda a nação bielorrussa e os militantes da oposição que são perseguidos", publicou no Facebook. Seu governo também concedeu hoje um visto humanitário ao marido da atleta, que havia fugido para a Ucrânia.

O COI lançou uma investigação oficial sobre o assunto. Seu porta-voz, Mark Adams, disse nesta quarta-feira que recebeu um relatório do Comitê Olímpico de Belarus que está "sendo avaliado".

O incidente gerou condenação internacional de Belarus, uma ex-república soviética governada com punho de ferro pelo presidente Alexander Lukashenko desde 1994. Seu filho chefia o comitê olímpico nacional.

"O regime de Lukashenko tentou cometer um novo ato de repressão transnacional (...) Atos como este violam o espírito olímpico, são um atentado aos direitos fundamentais e não podem ser tolerados", reagiu no início da semana o secretário de Estado americano, Antony Blinken.

O movimento pró-democracia de Belarus, que protagonizou manifestações em massa em 2020, está sendo duramente reprimido pelo governo. Milhares de opositores já foram detidos, ou forçados ao exílio.

O líder de uma ONG bielorrussa, Vitali Shishov, exilado na Ucrânia, foi encontrado enforcado na terça-feira em um parque de Kiev perto de sua casa. Segundo a polícia local, pode ser um "homicídio disfarçado de suicídio".

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