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Caio Bonfim termina a marcha atlética de 20km na 13ª posição em Tóquio

O atleta conseguiu se recuperar na metade final da prova e terminou na 13ª colocação, com o tempo de 1:23:21
06:40 | Ago. 05, 2021
Autor - Gazeta Esportiva
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Nesta quinta-feira, Caio Bonfim foi o melhor brasileiro na marcha atlética de 20km nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O atleta conseguiu se recuperar na metade final da prova e terminou na 13ª colocação, com o tempo de 1:23:21.

A medalha de ouro foi conquistada pelo italiano Massimo Stano, que terminou a prova em 1:21:05. A prata ficou para o japonês Koki Ikeda e o bronze para o também japonês Toshikazu Yamanish.

Além de Caio, o Brasil também esteve representado por Lucas Mazzo e Matheus Correa. Enquanto o primeiro abandonou a prova por questões físicas, o segundo terminou na 46ª colocação, com o tempo de 1:31:47.

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"Enquanto você dormia dia 13": prata no skate, eliminação no vôlei e show do boxe

05:39 | Ago. 05, 2021
Autor Lucas Mota
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As Olimpíadas de Tóquio 2021 estão no dia 13. O Time Brasil carimbou mais uma medalha de prata com o skate, deu show com classificações para finais no boxe e foi eliminado no vôlei. O POVO traz um resumo do que aconteceu entre a noite de quarta-feira, 4, e a madrugada de quinta, 5, enquanto você dormia.

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Prata no skate
Pedro Barros conquistou a medalha de prata na modalidade park do skate. É a terceira do Brasil no esporte das rodinhas. Antes dele, fizeram história no street os skatistas Kelvin Hoefler e Rayssa Leal, subindo no segundo lugar mais alto do pódio.

Eliminação amarga no vôlei
Não deu para o Brasil diante do Comitê Olímpico Russo. Com apagão no terceiro set, a seleção brasileira perdeu por 3 a 1 e viu ruir o sonho do bi na Olimpíada. A equipe comandada por Renan dal Zotto disputará o bronze contra o derrotado da partida entre França e Argentina, que acontecerá às 9 horas.

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Show no boxe 1
Bia Ferreira confirmou o favoritismo e garantiu a vaga na final do peso-leve no boxe. A baiana dominou a finlandesa Mira Potkonen na semifinal e disputará o ouro contra a irlandesa Kellie Harrington. O duelo decisivo está marcado para domingo, 8, às 2 horas.

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Show no boxe 2
Embalado pelo som do Olodum, o baiano Hebert Conceição mostrou esquiva em dia e bateu o russo Gleb Sergejewitsch Bakschi na semifinal do peso-médio. O brasileiro disputará o ouro contra o ucraniano Oleksandr Khyzhniak. O duelo decisivo está marcado para sábado, 7, às 2h45min.

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Sem pódio no arremesso de peso
O brasileiro Darlan Romani ficou de fora do pódio no arremesso de peso nas Olimpíadas de Tóquio 2020. O atleta, que emocionou o Brasil após disputa das semifinais, terminou a decisão na quarta colocação.

Atropelo de cinegrafista na disputa do skate
Uma cena inusitada aconteceu durante a prova classificatória do skate park em Tóquio 2020. O skatista australiano Kieran Woolley “atropelou” por acidente um dos cinegrafistas que fazia a cobertura in loco da disputa.

Eliminação no atletismo 1
Com a cearense Ana Cláudia Lemos, a equipe do Brasil não conseguiu avançar na classificatória do revezamento 4x100m feminino. O quarteto brasileiro ficou em quinto lugar na segunda bateria da competição, com tempo de 45,15 segundos. Foi o melhor tempo da equipe na temporada, mas não o suficiente para a classificação em Tóquio.

Eliminação no atletismo 2
A equipe brasileira masculina do revezamento 4x100m não conseguiu vaga para a final da prova, nesta quinta-feira, ao chegar em quinto lugar na primeira bateria eliminatória dos Jogos de Tóquio.

Estados Unidos na final do basquete
Os Estados Unidos vão lutar pelo quarto ouro olímpico consecutivo no basquete masculino: os americanos se classificaram para a final com uma vitória de 97-78 sobre a Austrália.

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Estados Unidos vencem Austrália e se garantem na final do basquete masculino

05:08 | Ago. 05, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Os Estados Unidos vão lutar pelo quarto ouro olímpico consecutivo no basquete masculino: os americanos se classificaram para a final com uma vitória de 97-78 sobre a Austrália, nesta quinta-feira, em Saitama.

A equipe dirigida por Gregg Popovich disputará a final contra o vencedor da segunda semifinal, França-Eslovênia.

A Austrália, que chegou às semifinais invicta, voltou a cair nessa fase (depois de 1988, 1996, 2000 e 2016) e terá a chance de conquistar sua primeira medalha no basquete olímpico masculino na disputa pelo terceiro lugar.

Pela seleção americana, Kevin Durant voltou a brilhar, com 23 pontos. Ele teve aproveitamento de 2/7 nas tentativa de três pontos e de 9/12 nos arremessos de quadra, liderando o time na virada do terceiro quarto, depois que os australianos comandaram o placar no primeiro tempo da partida.

Ele teve o apoio de Jrue Holiday, jogador mais consistente da equipe americana no torneio (11 pontos, 8 rebotes e 8 assistências), e Devin Booker, que anotou 20 pontos.

A Austrália chegou a abrir 15 pontos de vantagem sobre o 'Team USA', graças a uma grande atuação do armador Patty Mills, que terminou a partida com 15 pontos. Os americanos não conseguiram aproveitar nenhum contra-ataque no primeiro tempo e erraram os 11 primeiros arremessos de 3 pontos. Mas nos últimos minutos do segundo quarto, a seleção dos Estados Unidos reduziu a desvantagem para 45-42.

Os Estados Unidos reverteram a desvantagem de três pontos no início do terceiro quarto com duas cestas de Holiday e emendaram uma sequência de 9-0. Como nos duelos anteriores, a equipe de Popovich deixou o vestiário pronta para levar seu trabalho físico na defesa ao limite contra uma Austrália que levou quatro minutos para marcar sua primeira cesta.

E Durant continuava com sua exibição de arremessos de meia distância e alguns de três, acompanhado por Devin Booker que teve sua melhor atuação nos Jogos de Tóquio. Os americanos conseguiram abrir 19 pontos de vantagem no terceiro quarto, parcial em que atropelaram os australianos por 32-10.

A quatro minutos do fim, o técnico da Austrália, Brian Goorjian, poupou seus melhores jogadores e começou a pensar na luta pelo bronze.

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Renan analisa "apagão" do Brasil no terceiro set da derrota para os russos no vôlei

04:13 | Ago. 05, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Nesta quinta-feira, o Brasil foi derrotado pelo Comitê Olímpico Russo na semifinal do vôlei masculino e ficará de fora da grande decisão da modalidade nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O revés ficou marcado pelo terceiro set, no qual os brasileiros tinham uma vantagem de oito pontos no placar e permitiram que os russos virassem.

Após a partida, Renan dal Zotto analisou o jogo e deixou claro que o time brasileiro já pensa na disputa pelo bronze.

"A gente lamenta demais não sair daqui com uma vitória, a gente queria demais disputar uma final. Mas vamos olhar para frente, dar parabéns à equipe russa, porque jogou agressiva o tempo todo. A gente suportou por um bom tempo, mas, da metade para frente, não conseguimos mais imprimir um ritmo forte no saque, e eles jogaram com o passe na mão. É difícil de jogar com eles assim. A garotada está de parabéns, porque se entregou ao máximo. Agora, vamos pensar na medalha de bronze", afirmou à TV Globo.

Ao falar sobre o terceiro set, Renan destacou a importância da entrada Yaroslav Podlesnykh em um momento critico do confronto, que permitiu que os russos crescessem na partida.

"São coisas que acontecem no esporte, não é a primeira vez que a gente vê isso acontecer em Jogos Olímpicos, de travar às vezes em uma rede. Foi o que aconteceu, eles foram felizes com a entrada do número 1, todos os saques dele entraram, travou aquela rede. São coisas que, infelizmente, acontecem no esporte. Ficam os aprendizados, para que a gente encontre outras soluções em momentos delicados", disse Renan.

Com a derrota, o Brasil interrompeu uma sequência de quatro finais seguidas no vôlei masculino em Jogos Olímpicos. O país foi ouro em 2004 (Atenas) e 2016 (no Rio), e prata em 2008 (Pequim) e 2012 (Londres).

A disputa de bronze está marcada para o próximo sábado, às 01h30 (horário de Brasília). O Brasil terá pela frente o perdedor do confronto entre Argentina e França, que se enfrentam na manhã desta quarta.

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Brasileiro Pedro Barros conquista medalha de prata no skate park em Tóquio 2020

Jogos Olímpicos
01:11 | Ago. 05, 2021
Autor Wanderson Trindade
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O Brasil conquistou a medalha de prata no skate park em Tóquio 2020, na madrugada desta quinta-feira, 5. Pedro Barros subiu ao pódio na primeira final da modalidade da história dos Jogos Olímpicos.

Além dele, Pedro Quintas e Luiz Francisco também disputaram a final, mas ficaram na 8ª e 4ª colocação, respectivamente. O ouro ficou com o australiano Keegan Palmer, enquanto o bronze com o americano Cory Juneau.

A classificação ficou assim:

1º - Keegan Palmer (AUS): 95.83 pontos

2º - Pedro Barros (BRA): 86.14 pontos

3º - Cory Juneau (EUA): 84.13 pontos

Pedro Barros com a medalha de prata no skate park nas Olimpíadas de Tóquio 2020
Pedro Barros com a medalha de prata no skate park nas Olimpíadas de Tóquio 2020 (Foto: Loic VENANCE / AFP)

Após a final, Pedro Barros conversou com equipe da TV Globo, para quem mencionou que a "história" do skate park "é só um exemplo para o povo brasileiro". "Está na nossa mão. Podemos fazer do nosso País um lugar melhor através do amor e do respeito. A gente pode cair várias vezes no chão, mas a missão é ver um amanhã melhor", afirmou ele, visivelmente emocionado.

 

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Darlan Romani fica de fora do pódio e se despede de Tóquio 2020 sem medalha

Jogos olímpicos
00:14 | Ago. 05, 2021
Autor Wanderson Trindade
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O brasileiro Darlan Romani ficou de fora do pódio no arremesso de peso nas Olimpíadas de Tóquio 2020. O atleta que emocionou o Brasil após disputa das semifinais, terminou a decisão na 4º colocação.

Natural de Concórdia, em Santa Catarina, o atleta de 30 anos alcançou a marca de 21m88.

Ele havia emocionado os brasileiros com a declaração dada após a classificação para a decisão, quando relembrou dos momentos complicados passados por ele e sua família em decorrência da Covid-19.

Darlan foi 5° colocado nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, tendo no currículo ainda o 4° lugar no Mundial de 2019 e o 1º lugar no Pan Americano de 2019.

Durante a disputa, os competidores puderam ver o americano Ryan Crouser bater o recorde olímpico três vezes, ao assinalar as marcas de 22.83m, 22.93m e 23.30m. O recorde anterior era dele próprio, alcançado nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016.

Confira como ficou a classificação

1 - Ryan Crouser (EUA) - 23.30m
2 - Joe Kovacs (EUA) - 22.65m
3 - Tom Walsh (NZL) - 22.18m
4 - Darlan Romani (BRA) - 21.88m

 

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