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Veja fotos da conquista do bronze de Alison dos Santos nos 400m com barreiras

O atleta do Time Brasil ficou atrás apenas do norte-americano Rai Benjamin (46.17s) e do norueguês Karsten Warholm (45.94s)
05:57 | Ago. 03, 2021
Autor - O Povo
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Alison dos Santos encerrou o tabu de 33 anos do atletismo brasileiro sem conquistas em provas individuais. Ele conquistou o bronze nos 400m com barreiras com tempo de 46.72, batendo novo recorde sul-americano. O atleta do Time Brasil ficou atrás apenas do norte-americano Rai Benjamin (46.17s) e do norueguês Karsten Warholm (45.94s).

Veja abaixo as fotos da conquista do brasileiro:

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Brasileiras vencem regata na classe 470 e seguem sonhando com medalha

05:29 | Ago. 03, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Depois do ouro na classe 49er FX com Martine Grael e Kahena Kunze, o Brasil pode ter mais uma conquista na vela. Na classe 470 feminina, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan asseguraram nesta terça-feira a classificação para a medal race, que tem valor dobrado e define o pódio da modalidade.

A situação, contudo, não é fácil. Na regata decisiva, Fernanda e Ana só poderão alcançar a medalha de bronze e, para isso, precisam tirar 16 pontos de desvantagem das terceiras colocadas, as polonesas Agnieszka Skrzypulec e Jolanta Ogar, e sete pontos das eslovenas Tina Mrak e Veronika Maracol, que ocupam o quarto lugar.

Nesta terça-feira, Fernanda e Ana ganharam uma das regatas da classe 470. "A gente ficou feliz com o dia de hoje. Os Jogos Olímpicos são especiais, onde a gente comete erros e acaba perdendo pontos importantes ao longo dessas 10 regatas, mas o dia de hoje foi muito bom pra nós. Ganhamos duas regatas de dez, nos acertamos no grupo da frente, fechando essa fase em quinto lugar", disse Fernanda.

"A gente está feliz com nosso desempenho e vamos tentar amanhã (quarta) fazer o melhor que pode, matematicamente temos chance, mas não depende só do nosso desempenho. A gente tem que tentar fazer o nosso melhor, andar pra frente, fazer uma regata limpa e ver o que acontece", completou a velejadora.

Outros resultados

A categoria 49er masculina, que não contou com representes brasileiros na final, também foi definida nesta terça. A medalha de ouro foi para a dupla da Grã-Bretanha Dylan Fletcher e Stuart Bitthel, com a prata para os alemães Erik Heil e Thomas Ploessel e o bronze para os neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke.

Por fim, na classe Finn, a medalha de ouro ficou com Zsombor Berecz, da Hungria. O pódio foi completado por Nicholas Heiner, da Holanda, e Jake Lilley, da Austrália.

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Final dos 400m com barreiras, com bronze para o Brasil, entra para história

05:18 | Ago. 03, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Uma prova com os três primeiros colocados correndo abaixo do recorde olímpico, e com direito à quebra do recorde mundial. Assim foi a final dos 400m com barreiras nesta terça-feira, na qual o norueguês Karsten Warholm conquistou o ouro e estabeleceu pela segunda vez em um mês o melhor tempo da prova, com 45s94 (o anterior era de 46s70).

Atrás dele chegaram o americano Rai Benjamin, prata com 46s17, e o brasileiro Alison dos Santos, bronze com 46s72, ambos abaixo recorde olímpico anterior de 46s78, estabelecido pelo americano Kevin Young em Barcelona 1992. E caso Warholn não tivesse participado desta final, o recorde mundial seria de Benjamin.

"Eu estava pensando sobre isso dia e noite, em conseguir essa medalha para minha coleção. Não toquei em uma barreira e até consegui acelerar no final. Foi algo enorme, é histórico", comemorou Warholm após a prova.

"Estamos vivendo uma nova era, o renascimento dos 400 metros com barreiras. Acho que vamos testemunhar novas corridas como essa no futuro", acrescentou o norueguês.

+ Alison dos Santos vibra com o bronze nos 400m com barreiras: "Represento uma nação"

Warholm voou na pista do Estádio Olímpico da capital japonesa, reduzindo em 76 centésimos de segundo o recorde mundial que havia batido em 1º de julho em casa, em Oslo, onde completou a prova em 46s70.

Naquele dia, ele conseguiu quebrar recorde antigo do atletismo, que o americano Kevin Young havia estabelecido 29 anos antes.

Os três medalhistas da final de Tóquio-2020 correram abaixo da marca de Young, que por quase três décadas foi intocável, o que mostra o nível espetacular dos competidores de hoje.

"Foi a maior corrida da história dos Jogos Olímpicos", disse Rai Benjamin, destacando que nem mesmo o recorde mundial dos 100 metros (9s58) alcançado por Usain Bolt no Mundial de Berlim-2009 poderia "rivalizar" em importância e intensidade com o que foi vivenciado nesta terça-feira.

A final só não foi melhor por ter sido disputada diante de arquibancadas vazias devido à pandemia de covid-19.

Com 33 graus Celsius e 60% de umidade, Warholm teve uma largada perfeita. Benjamin pensou por um momento que poderia alcançar o norueguês a cerca de 50 metros da linha de chegada, mas o representante da Noruega manteve a liderança, acelerou e estabeleceu seu recorde impressionante.

Esta medalha se une a seus dois títulos mundiais (2017 e 2019) e ao título europeu de 2018. Ele também foi campeão europeu indoor em 2019.

Aos 25 anos, o norueguês é hoje o atual campeão olímpico, mundial e europeu, além de recordista mundial. Uma hegemonia total.

Façanhas ofuscadas

Para Rai Benjamin (24 anos), as sensações são necessariamente opostas. Seu tempo, o segundo melhor da história, não serviu para alcançar o lugar mais alto no pódio.

Warholm e Benjamin possuem 13 dos 20 melhores tempos de todos os tempos. Mas o nova-iorquino, que tem todas as capacidades para ser um atleta para marcar uma época, esbarrou no 'furacão Karsten', que o derrotou há dois anos no Mundial de Doha.

Já Alison dos Santos, 21 anos, confirma sua espetacular evolução. Nas semifinais ele conseguiu estabelecer sua melhor marca com 47s31 e um dia depois ele baixou o tempo em 59 centésimos. Desde maio, o brasileiro bateu o recorde sul-americano seis vezes.

A prova dos 400 metros com barreiras vive um grande momento pois, além da categoria masculina, a feminina também promete ser inesquecível no Jogos de Tóquio, com as americanas Dalilah Muhammad, atual campeã olímpica e mundial, e Sydney McLaughlin, recordista mundial.

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Brasil pode garantir até dez medalhas no dia 11 das Olimpíadas de Tóquio

Dia D
00:30 | Ago. 03, 2021
Autor Gabriel Lopes
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Entre a noite de ontem e a manhã de hoje, várias provas decisivas acontecem para o Brasil nas Olimpíadas de Tóquio. Há a possibilidade da delegação brasileira garantir até dez medalhas no 11° dia dos Jogos Olímpicos, algo que deixaria o Brasil com 20 medalhas ao todo. Com isto, já existe a chance de o recorde de medalhas do País em uma única edição do evento — 19, conquistadas na Rio-2016 — ser ultrapassado.

Além disso, outras provas são importantes para encaminhar outras conquistas, mas ainda não garantem um lugar no pódio. Você, leitor, pode conferir os resultados das principais disputas desta madrugada no portal O POVO Online, pois o contrafluxo de horário entre Brasil e Japão deixa as competições em horários atípicos.

O dia cheio começa com Isaquias Queiroz, dono de três medalhas olímpicas em 2016, que disputa a semifinal da canoagem velocidade em dupla com Jacky Godmanna, na distância de 1000 metros. A possível final seria 23h45min de ontem.

Outra possibilidade de medalha vem no atletismo, com Alison dos Santos, o Piu, que está na disputa da final dos 400 metros com barreiras. Ele conseguiu o segundo melhor tempo das semifinais e disputou a decisão à 0h20min.

Na vela, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze, da classe 49er, atuam na corrida da medalha. Elas estão na segunda colocação geral e podem garantir o ouro se vencerem a regata. 

Ainda na vela, há uma possibilidade remota da dupla Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino, da classe Nacra 17, subir ao pódio. Ambas as competições estavam previstas para o início da madrugada, mas dependem de ventos para ocorrerem.

Leia mais | Quadro de medalhas das Olimpíadas atualizado hoje, 3; veja como está

O boxe, por sua vez, pode garantir outras duas medalhas além da já garantida por Abner Teixeira, que ganhará pelo menos o bronze por ser semifinalista (não há disputa de terceiro lugar e são dois bronzes distribuídos). Abner enfrenta o cubano Julio de la Cruz por vaga na final.

Beatriz Ferreira e Wanderson de Oliveira estão nas quartas de final e enfrentam, respectivamente, Raykhona Kodirova, do Uzbequistão, e Andy Cruz, de Cuba. Em caso de triunfos, pelo menos outros dois bronzes virão para o Brasil. Bia é favoritíssima.

No futebol, no fim da madrugada e início da manhã, a seleção masculina terá o México como adversário na semifinal. Caso passe, tenta o bi contra o vencedor de Japão x Espanha.

Enquanto isso, na ginástica artística, Flávia Saraiva disputa a final individual da trave e tem possibilidades de ficar entre as três melhores desta prova.

Por fim, já às 7h20min, no salto com vara, o atual campeão olímpico, Thiago Braz é azarão na imprevisível prova e pode repetir o feito da Rio-2016.

Agenda Olímpica de chances de medalha

Ontem
23h45min - Canoagem Sprint com Isaquias Queiroz e Jacky Godmann (possível final)

Hoje

0h20min - 400m com Barreiras com Alison dos Santos (final)
0h33min - Vela com Martine e Kahena (corrida da medalha)
3h33min - Vela com Samuel e Gabriela (corrida da medalha)
5 horas - Boxe com Beatriz Ferreira x Raykhona Kodirova, do Uzbequistão (quartas)
5 horas - Futebol masculino: Brasil x México (semifinal)
5h50min - Ginástica artística - trave com Flávia Saraiva (final)
6h18min - Boxe com Wanderson de Oliveira x Andy Cruz, de Cuba (quartas)
6h50min - Boxe com Abner Teixeira x Julio de la Cruz, de Cuba (semifinal)
7h20min - Salto com vara com Thiago Braz (final)

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Brasileiras de fora no vôlei de praia

duplas eliminadas
00:30 | Ago. 03, 2021
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As brasileiras Ana Patrícia e Rebecca (do Ceará) entraram em quadra na noite desta segunda-feira, 2, pelas quartas de final do vôlei de praia nas Olimpíadas de Tóquio. Elas tiveram pela frente as suíças Heidrich e Verge-Depre. As representantes do Brasil perderam por 2 sets a 1 e foram eliminadas da competição.

As suíças venceram o primeiro set por 21 a 19. No segundo, as brasileiras triunfaram por 21 a 18. Mas, no tie break, as representantes da Suíça triunfaram por 15 a 12.

Na semifinal, Heidrich e Verge-Depre enfrentam a dupla estadunidense Ross e Klineman, que passaram pelas alemãs Kozuch e Ludwig nas quartas.

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Dia 10 da Olimpíada tem "quases" e eliminações do Brasil

Resumo do dia
00:30 | Ago. 03, 2021
Autor Lucas Mota
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Lucas Mota Autor
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No dia 10 das Olimpíadas de Tóquio-2020, o Time Brasil chegou perto de vários pódios, mas não conseguiu movimentar o quadro de medalhas.

Em ação nas finais da ginástica artística, com os multimedalhas Rebeca Andrade e Arthur Zanetti, a chance do terceiro pódio de ambos foi frustrada.

Com a nota 14.033, a brasileira Rebeca Andrade terminou em quinto lugar na final do solo da ginástica artística. A atleta, que conquistou o ouro na prova do salto e a prata na individual geral, teve a apresentação com a música "Baile de Favela" comprometida com a saída do tablado.

Já o ginasta brasileiro Arthur Zanetti ficou de fora do pódio na final das argolas da ginástica artística. Na conclusão da apresentação, ele não conseguiu cravar a saída para o solo e acabou caindo. O erro comprometeu a nota dada pela arbitragem de 14.133 pontos, a mais baixa da prova de decisão. Ele foi ouro em Londres-2012 e prata na Rio-2016

O dia de ontem teve ainda um anúncio feliz na ginástica. A superestrela americana Simone Biles, que não disputou quatro finais da ginástica dos Jogos Olímpicos de 2020, voltará a competir na manhã de hoje, na última final de sua modalidade em Tóquio, na trave de equilíbrio. A brasileira Flávia Saraiva é uma das concorrentes dela.

Já no handebol feminino, o Brasil entrou em quadra na madrugada de ontem, contra a França. Para avançar às quartas de final, as brasileiras precisavam pelo menos empatar com as francesas. Contudo, a equipe europeia triunfou por 29 a 22. O time masculino havia caído na noite anterior.

No tênis de mesa, o Brasil está fora da disputa por equipes na Olimpíada de Tóquio. A equipe, com Vitor Ishiy, Gustavo Tsuboi e Hugo Calderano, perdeu a partida das quartas de final contra a forte Coreia do Sul. O time feminino também tinha sido eliminado. Calderano teve a melhor participação brasileira da história da modalidade, caindo nas quartas de final do simples.

No vôlei de praia, a dupla Bruno Schmidt e Evandro Oliveira perdeu nas quartas de final para os letões Tocs e Flavins. Álvaro e Alison venceram os mexicano Rubio Camargo e Gaxiola Leyva e terão a chance de vingar os compatriotas nas quartas de final. A dupla é a única remanescente na modalidade, em que o Brasil medalhou em todas as edições olímpicas desde a estreia, em 1996. 

 

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