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Olimpíadas de Tóquio: Ana Patrícia e cearense Rebecca são eliminadas nas quartas do vôlei de praia

As brasileiras enfrentaram as suíças Heidrich e Verge-Depre e perderam por 2 sets a 1
Autor - Gabriel Lopes
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- Gabriel Lopes Estagiário de Esportes
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Tipo Notícia

As brasileiras Ana Patrícia e Rebecca (do Ceará) entraram em quadra na noite desta segunda-feira, 2, pelas quartas de final do vôlei de praia nas Olimpíadas de Tóquio. Elas tiveram pela frente as suíças Heidrich e Verge-Depre. As representantes do Brasil perderam por 2 sets a 1 e foram eliminadas da competição.

As suíças venceram o primeiro set por 21 a 19. No segundo, as brasileiras triunfaram por 21 a 18. Mas, no tie break, as representantes da Suíça triunfaram por 15 a 12.

Na semifinal, Heidrich e Verge-Depre enfrentam a dupla estadunidense Ross e Klineman, que passaram pelas alemãs Kozuch e Ludwig nas quartas.

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Mulheres nas Olimpíadas e os espaços que nos são dados

COLUNA
22:29 | Ago. 02, 2021
Autor Iara Costa
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Tipo Opinião

Não há como negar: a Olimpíada do Tóquio, que se encerra neste final de semana, foi bastante inclusiva, já que tivemos um percentual de 49% de participação feminina. Do lado do Brasil, nas mais diferentes faixas etárias, muitas dessas meninas e mulheres irão voltar para casa com medalha no pescoço. Aos 13 anos, Rayssa Leal traz prata em uma modalidade nova, e Rebeca Andrade, aos 22 anos, chega em casa com duas medalhas inéditas para a ginástica. 

Não há como negar que ocupamos mais espaços a cada dia, e fazemos isso com maestria. Há muito o que celebrar e, numa realidade ainda pandêmica — embora muitos tentem ignorar a persistente existência do coronavírus e suas variantes —, as conquistas devem ser comemoradas, mas ainda há pontos a serem observados dos Jogos Olímpicos. Não, não irei falar da desclassificação do time feminino de futebol em uma disputa que poderia ter sido vencida ou de atletas que "decepcionaram", mas sob a pressão que é imposta em cima dessas mulheres. 

Costumo dizer que o futebol masculino brasileiro possui quase 100 anos a mais que o feminino. Nessa lógica, esse tempo justifica, até certo ponto, diferenças de investimento e qualidade técnica, no mínimo. O nivelamento é necessário, mas compreendo que isso não irá ocorrer amanhã ou daqui a dois anos. Tendo ciência disso, por qual motivo, então, preciso achar normal que se justifique que o futebol feminino deve viver o mesmo nível de comparação com o futebol masculino quando fracassa?

Não estou dizendo que não precisa haver cobrança. Como falei acima, o time desclassificado tinha total condição de passar de fase na competição e isso deve ser questionado. Mas como achar normal cobrar a seleção feminina na mesma proporção que cobramos a masculina se, até dia desses, as atletas que eram convocadas sequer tinham time ou mesmo passado por um trabalho de base? 

O futebol feminino brasileiro já foi atração de circo e, muitas vezes, eu ainda sinto que atualmente é assim que muitos espectadores acompanham a modalidade. Os espaços nos são dados, mas de uma maneira traiçoeira, já que muitos esperam uma falha para rir, caçoar ou jogar tomates como faziam com a palhaços. A diferença é que essa ridicularização e desvalorização ocorre em rede social nos tempos atuais. O espectador, muitas vezes, não questiona em qual condição muitas atletas são postas ali. 

Muito também se falou sobre saúde mental nestas Olimpíadas. Como esperar que uma atleta tenha sua saúde mental intacta se, mesmo com pouco investimento, elas são cobradas por um mesmo nível evolutivo do masculino?

Seis vezes melhor do mundo, Marta aconselhou após a partida: “Deixem as meninas continuarem evoluindo, dando seu melhor, com a cabeça boa. Desde o primeiro momento que eu cheguei na seleção que a gente carrega isso de ter que mostrar, ter que fazer isso ou aquilo, então, uma Olimpíada a mais na nossa conta não vai fazer muita diferença, mas na cabeça dessas meninas que é a primeira Olimpíada vai fazer muita".

Se quisermos um dia alcançar maiores níveis na modalidade, precisamos escutar o conselho da rainha do futebol. 

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Olimpíadas de Tóquio: brasileiros são eliminados no salto triplo

Jogos Olímpicos
22:18 | Ago. 02, 2021
Autor Gabriel Lopes
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Na noite desta segunda-feira, 2, três brasileiros competiram na fase classificatória do salto triplo e foram eliminados das Olimpíadas de Tóquio. Almir do Santos, Mateus de Sá e Alexandro Melo não conseguiram alcançar a marca de 17 metros, que qualificava o atleta diretamente para a fase seguinte, nem se colocaram entre os 12 melhores.

Almir conseguiu a marca de 16,27 metros, enquanto Mateus chegou nos 16,49 metros, enquanto Alexandro alcançou 15,65 metros.

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Olimpíadas de Tóquio: Isaquias e Jacky se classificam à final da canoagem velocidade

Jogos Olímpicos
21:56 | Ago. 02, 2021
Autor Gabriel Lopes
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Os brasileiros Isaquias Queiroz e Jacky Godmann se classificaram à final da canoagem velocidade 1000 metros na noite desta segunda-feira, 2, após ficar na quarta posição na bateria de semifinal da competição. Eles conseguiram tempo de 3:27:167 e vão em busca da medalha na prova decisiva.

A final desta prova acontecerá às 23h53min (horário de Brasília) e pode garantir mais uma medalha para Isaquias, que conquistou três nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

Duplas da Alemanha, de Cuba e do Canadá, que ficaram nas três primeira posições da bateria dos brasileiros, também avançaram à final.

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Olimpíadas de Tóquio: Thiago André está eliminado nos 1500m rasos

Jogos Olímpicos
21:37 | Ago. 02, 2021
Autor Gabriel Lopes
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O brasileiro Thiago André participou das eliminatórias dos 1500 metros rasos nas Olimpíadas de Tóquio na noite desta segunda-feira, 2. Ele ficou em 13º lugar na prova classificatória, com tempo de 3:47.71, e não avançou às semifinais da competição. Dessa forma, Thiago está eliminado, pois somente os seis melhores colocados desta prova passaram de fase.

O queniano Abel Kipsang, com tempo de 3:40.68, liderou a bateria. Ele, juntamente de Matthew Centrowitz (Estados Unidos), Jake Wightman (Grã-Bretanha), Azeddine Habz (França), Samuel Zeleke (Etiópia) e Charles Grethen (Luxemburgo) foram os classificados para as semifinais dos 1500 metros rasos.

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Médico do Brasil fala sobre evolução de Macris após lesão nas Olimpíadas de Tóquio

Jogos Olímpicos
20:59 | Ago. 02, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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O Brasil contou com uma novidade positiva na partida contra o Quênia, nesta segunda-feira, 1°, pelo último jogo da fase de grupos das Olimpíadas de Tóquio. A levantadora Macris participou do aquecimento e esteve no banco de reservas.

Na última quinta-feira, 29, na vitória contra o Japão, a atleta torceu o tornozelo direito e deixou a quadra chorando. Ao término do jogo, Macris teve que ser conduzida por cadeira de rodas.

Julio Nardelli, médico da Seleção de vôlei, avaliou a recuperação da atleta.

“A Macris tem evoluído muito bem com tratamento clínico fisioterápico dia a dia, já regrediu bastante o edema, recuperou força e amplitude de movimento. Dia a dia ela está sendo reavaliada, o prognóstico é muito bom e estamos felizes com a recuperação”, disse, em entrevista ao Sportv.

A vitória sobre o Quênia confirmou a liderança do grupo A para o Brasil. Nas quartas de final, as comandadas de Zé Roberto encaram o Comitê Olímpico Russo.

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