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Médico do Brasil fala sobre evolução de Macris após lesão nas Olimpíadas de Tóquio

A atleta torceu o tornozelo contra o Japão e teve que sair de cadeira de rodas
20:59 | Ago. 02, 2021
Autor - Gazeta Esportiva
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O Brasil contou com uma novidade positiva na partida contra o Quênia, nesta segunda-feira, 1°, pelo último jogo da fase de grupos das Olimpíadas de Tóquio. A levantadora Macris participou do aquecimento e esteve no banco de reservas.

Na última quinta-feira, 29, na vitória contra o Japão, a atleta torceu o tornozelo direito e deixou a quadra chorando. Ao término do jogo, Macris teve que ser conduzida por cadeira de rodas.

Julio Nardelli, médico da Seleção de vôlei, avaliou a recuperação da atleta.

“A Macris tem evoluído muito bem com tratamento clínico fisioterápico dia a dia, já regrediu bastante o edema, recuperou força e amplitude de movimento. Dia a dia ela está sendo reavaliada, o prognóstico é muito bom e estamos felizes com a recuperação”, disse, em entrevista ao Sportv.

A vitória sobre o Quênia confirmou a liderança do grupo A para o Brasil. Nas quartas de final, as comandadas de Zé Roberto encaram o Comitê Olímpico Russo.

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Atleta transgênero Laurel Hubbard faz história no levantamento de peso nas Olimpíadas de Tóquio

Diversidade
20:49 | Ago. 02, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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A atleta neozelandesa Laurel Hubbard entrou para a história nesta segunda-feira, 2, nos Jogos de Tóquio ao se tornar a primeira esportista transgênero mulher a participar de uma disputa olímpica. Porém, não conseguiu se classificar para a final da categoria +87kg do levantamento de peso ao falhar nas três tentativas.

Sorridente e emocionada, Hubbard iniciou a disputa com uma barra de 120 kg e, depois, uma segunda e terceira de 125 kg. Como não conseguiu completar nenhuma das tentativas, está fora da disputa por medalhas.

A atleta, de 43 anos, que competiu na categoria masculina antes de fazer a transição após completar 30 anos, provocou um debate por sua convocação, depois de cumprir os critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI).

Após sua saída do torneio, Hubbard deixou uma breve mensagem à imprensa, que começou com um agradecimento ao povo e governo japonês por sediarem os Jogos nessas circunstâncias extraordinárias e às organizações que permitiram sua participação.

"É claro que não estou totalmente alheia à controvérsia em torno da minha participação", afirmou.

"Por isso, gostaria de agradecer especialmente ao COI por ratificar seu compromisso com os princípios olímpicos e estabelecer que o esporte é algo para todas as pessoas, que é inclusivo e acessível", acrescentou.

"Gostaria de agradecer a Federação Internacional do Levantamento de Pesos. Eles me apoiaram extraordinariamente e acredito que comprovaram que o levantamento de peso é uma atividade aberta a todas as pessoas do mundo. Obrigada", disse Hubbard, antes de se retirar para o vestuário, sem aceitar perguntas.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) celebrou sua participação nos Jogos como mulher trans.

"Laurel Hubbard é uma mulher e compete sob as regras de sua Federação. Devemos homenagear sua coragem e perseverança", disse à imprensa o diretor médico do COI, Richard Budgett, em Tóquio.

Os apoiadores de Hubbard afirmam que sua classificação para os Jogos representa uma vitória para a inclusão e para o direito das pessoas transgênero.

Outras pessoas alegaram que teria uma vantagem injusta sobre as rivais, por suas capacidades físicas herdadas de décadas atrás, quando competia como homem.

O debate sobre o tema é intenso e, em alguns momentos, acalorado, especialmente na Internet. Isso levou o Comitê Olímpico da Nova Zelândia a adotar medidas para proteger Hubbard.

Ao mesmo tempo em que celebrou o aspecto inclusivo da participação da atleta, o COI reconheceu, no entanto, que a presença de Hubbard levantava algumas questões legítimas sobre se Hubbard tem, no jargão usado pelo organismo para estes temas, uma "vantagem competitiva desproporcional".

Para o médico Richard Budgett, não é tão simples comparar homens e mulheres. Além disso, as mulheres transexuais podem vivenciar uma diminuição do desempenho, à medida que passam pelo processo de transição. O mais importante, para ele, é produzir mais pesquisa sobre o assunto.

"Considero que não houve mulheres abertamente transexuais no mais alto nível até agora e acho que o risco para o esporte feminino foi, provavelmente, superestimado", acrescentou.

O COI reconhece que o novo marco, que fornece pautas simples para as federações internacionais em vez de regras rígidas, não é a última palavra sobre este assunto, que continuará sendo debatido por muito tempo.

"É preciso haver uma maneira justa de obter o que precisamos e, seja qual for esse equilíbrio, é provável que alguns o critiquem. Não será a solução definitiva", afirmou o porta-voz do COI, Christian Klaue.

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Brasil x México ao vivo nas Olimpíadas: onde assistir à seleção de futebol

Futebol masculino
18:56 | Ago. 02, 2021
Autor O Povo
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Brasil e México se enfrentam no início da manhã desta terça-feira, 3 de agosto (03/08), no futebol masculino, em partida das semifinais das Olimpíadas de Tóquio 2020. O jogo da seleção brasileira masculina será disputado no Estádio de Kashima, em Ibaraki, no Japão, a partir das 5 horas (horário de Brasília). As Olimpíadas estão hoje, segunda, 2 de agosto (02/08), no 11º dia.

O confronto terá transmissão ao vivo na TV Globo, canal televisivo gratuito, nas emissoras pagas Bandsports e SporTV e online no serviço de streaming GloboPlay. Confira como assistir e demais informações ao final do texto.

Depois de conquistar duas vitórias e um empate, somando sete pontos, a seleção brasileira olímpica de futebol fechou a fase de grupos na primeira posição do grupo D. Na última partida, a equipe brasileira venceu o Egito por 1x0, com gol de Matheus Cunha, garantiu a vaga para a semifinal. 

Brasil x México ao vivo: onde assistir

TV Globo: na TV aberta

Bandsports e SporTV: para clientes das operadoras de TV a cabo compatíveis

Globoplay: para assinantes do serviço online de streaming

Olimpíadas 2021 - futebol masculino

Provável escalação

Brasil:

Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos, Guilherme Arana; Douglas Luiz, Bruno Guimarães, Claudinho, Antony; Matheus Cunha e Richarlison.

México:

Ochoa; Lorona, Montes, Vásquez, Angulo; Rodríguez, Cordova, Romo; Lainez, Martín e Vega.

Quando será Brasil x México

Terça-feira, 3 de julho (03/08), às 5 horas (horário de Brasília)

Onde será Brasil x México 

Estádio de Kashima, em Ibaraki, no Japão

OLIMPÍADAS DE TÓQUIO: CONFIRA AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS
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Brasil x Suíça ao vivo nas Olimpíadas: onde assistir ao vôlei de praia

Dupla feminina
16:34 | Ago. 02, 2021
Autor O Povo
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Ana Patricia e Rebecca jogam hoje, segunda, 2 de agosto (02/08), pelo Brasil nas quartas de final do vôlei de praia feminino nas Olimpíadas de Tóquio 2021. A dupla vai enfrentar Verge-Depre, A. e Heidrich, da Suíça. O jogo será disputado na Shiokaze Park, em Tóquio, no Japão, às 22 horas (horário de Brasília). 

O confronto terá transmissão ao vivo na TV Globo, canal televisivo gratuito, nas emissoras pagas Bandsports e SporTV e online no serviço de streaming GloboPlay. Confira como assistir e as demais informações ao final do texto. 

A dupla do Brasil chegou à quartas após vencer as chinesas Wang e Xia. As brasileiras venceram por 2 sets a 0, com placares de 21 a 14 e 23 a 21. Dessa forma, Ana Patrícia e Rebecca passaram das oitavas de final.

A dupla feminina agora é a única representante do Brasil nos Jogos. Agatha e Duda perderam para as alemãs Ludwig e Kozuch nas oitavas. As brasileiras perderam por 2 sets a 1, com placares de 21/19, 19/21 e 16/14. Dessa forma, Agatha e Duda estão fora dos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Brasil x Suíça ao vivo: onde assistir

TV Globo: na TV aberta

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Globoplay: para assinantes do serviço online de streaming

Quando será Brasil x Suíça

Hoje, 2 de agosto (02/08), às 22 horas (horário de Brasília)

Onde será Brasil x Suíça

 Shiokaze Park, em Tóquio, no Japão

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Brasil x Japão ao vivo nas Olimpíadas: onde assistir ao vôlei masculino

NA TV E ONLINE
16:12 | Ago. 02, 2021
Autor O Povo
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Brasil e Japão se enfrentam no fim do dia de hoje, segunda, 2 de agosto (02/08), já na madrugada de terça, 3 de agosto (03/08), nas quartas de final do vôlei masculino, pelas Olimpíadas de Tóquio 2021. O jogo da seleção masculina de vôlei será disputado na Arena Ariake, em Tóquio, no Japão, e está marcado para iniciar 1 hora (horário de Brasília).

O confronto terá transmissão ao vivo na TV Globo, canal televisivo gratuito, nas emissoras pagas Bandsports e SporTV e online no serviço de streaming GloboPlay. Confira como assistir e as demais informações ao final do texto. 

A equipe de vôlei do Brasil estreou nos Jogos de Tóquio com uma vitória contra a Tunísia por 3 sets a 0. Em seguida, derrotou a Argentina de virada em um confronto de tirar o fôlego por 3 sets a 2. O time brasileiro foi derrotado pelo Comitê Olímpico Russo por 3 sets a 0. Porém, se recuperou na última partida contra os Estados Unidos, vencendo a seleção norte-americana por 3 sets a 1, e depois emendou a segunda vitória seguida contra a França, em jogo emocionante, que terminou 3 a 2 para o Brasil

Brasil x Japão: onde assistir

TV Globo: na TV aberta

Bandsports e SporTV: para clientes das operadoras de TV a cabo compatíveis

Globoplay: para assinantes do serviço online de streaming

Olimpíadas 2021 - Vôlei masculino

Quando será Brasil x França

Terça, 3 de agosto (03/08), à 1 hora (horário de Brasília)

Onde será Brasil x França 

Arena Ariake, em Tóquio, no Japão 

Os outros jogos do vôlei masculino nas Olimpíadas:

02/08 às 21h - Canadá x Rússia
03/08 às 5h - Itália x Argentina
03/08 às 9h30 - Polônia x França

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Olimpíada: Comitê Olímpico dos EUA declara apoio à atleta que protestou no pódio

tóquio 2020
13:05 | Ago. 02, 2021
Autor AFP
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O Comitê Olímpico dos Estados Unidos expressou apoio à atleta do arremesso de peso Raven Saunders, depois que ela fez o primeiro protesto durante a entrega de medalhas nos Jogos de Tóquio. A atleta de 25 anos, que conquistou a medalha de prata no domingo, formou um X com os braços durante a cerimônia do pódio e disse que era uma mensagem de apoio às pessoas oprimidas.

De acordo com a imprensa americana, Saunders, atleta negra e ativista dos direitos da comunidade LGBTQIAP+, explicou que desejava representar "pessoas em todo o mundo que estão lutando e não têm a plataforma para falar por si mesmas".

O USOPC (Comitê Olímpico e Paralímpico dos Estados Unidos) informou que decidiu que o protesto não viola seus próprios regulamentos e que está em discussões com o COI (Comitê Olímpico Internacional) sobre o tema. "O USOPC conduziu sua própria revisão e determinou que a manifestação pacífica de Raven Saunders em apoio à justiça racial e social que aconteceu no fim da cerimônia foi respeitosa com suas rivais e não violou nossas regras relacionadas à manifestações", afirma um comunicado.

O entidade americana flexibilizou sua abordagem a respeito dos atletas que protestam no pódio após uma revisão das regras, motivada pelas manifestações nos Estados Unidos no ano passado após a morte de George Floyd. O protesto de Saunders representa o primeiro teste às regras do COI, que proíbem manifestações de qualquer tipo no pódio de medalhas nas Olimpíadas.

"Minha mensagem é seguir lutando, pressionando e encontrando valor no que você é, em tudo que você faz", disse Raven Saunders após conquistar a medalha de prata. "É importante levar esta medalha de prata, porque represento tantas pessoas diferentes, sei que há muitas pessoas olhando, enviando mensagens e orando por mim", explicou.

"Estou feliz de levar esta medalha para casa, não apenas para mim", disse Saunders.

Reação do COI

O COI ajustou suas regras a respeito dos protestos dos atletas antes dos Jogos. A entidade afirmou que os atletas podem se expressar sobre questões políticas e sociais ao falar com a imprensa, antes e depois da competição, durante reuniões de equipe ou nas redes sociais.

A entidade, no entanto, mantém uma regra rígida contra protestos no pódio e durante cerimônia de entrega das medalhas, o que sugere que Saunders pode, ao menos em tese, ser punida.

O COI não informou se a americana será objeto de uma punição. "Estamos em contato com o Comitê Olímpico e Paralímpico dos Estados Unidos e com a World Athletics (federação internacional de atletismo)", afirmou o porta-voz do COI, Mark Adams. "Precisamos entender bem o que aconteceu", completou.

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