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Ketleyn Quadros e Bruninho serão porta-bandeiras do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio

Medalhistas olímpicos, judoca e levantador representarão o país na cerimônia de abertura das Olimpíadas, na próxima sexta-feira, 23

21:56 | 16/07/2021
Ketleyn Quadros, do judô, e Bruninho, do vôlei, serão os porta-bandeiras do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio (Foto: Divulgação/COB)
Ketleyn Quadros, do judô, e Bruninho, do vôlei, serão os porta-bandeiras do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio (Foto: Divulgação/COB)

Na noite desta sexta-feira, 16, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) divulgou os atletas responsáveis por carregar a bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, na próxima sexta-feira, 23: a judoca Ketleyn Quadros e o levantador Bruninho, do vôlei.

Ketleyn conquistou medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim, em 2008. A judoca ficou fora das duas últimas edições do torneio e será a terceira mulher (depois de Sandra Pires, em 2000, e Yane Marques, em 2016) e terceira atleta da modalidade (depois de Walter Carmona, em Seul 1988, e Aurélio Miguel, em Barcelona 1992) a receber a missão de porta-bandeira do Time Brasil.

“Eu fico me emocionando o tempo inteiro. As conquistas são consequências de quem acredita, de quem constrói apesar das adversidades, de muita dedicação, de muito treinamento, do trabalho de muitas pessoas. Eu olho pra minha carreira e vejo que não ter participado dos últimos dois Jogos Olímpicos me ajudou a crescer, a evoluir e a estar aqui. Sou muito grata e me sinto privilegiada por representar cada um dos brasileiros sendo porta-bandeira”, afirmou.

Bruninho, por sua vez, soma três medalhas olímpicas: duas de prata e uma de ouro, na Rio 2016. O levantador será o primeiro atleta do vôlei a carregar a bandeira brasileira na cerimônia de abertura.

"Sou um mero representante do que o vôlei significa não só para o esporte, como para o povo brasileiro. Os valores que gerações anteriores deixaram de dedicação, de luta, de garra, de superação é o que levo e me sinto muito honrado. Ser o primeiro é motivo de muito orgulho e fruto desse legado. Sintam-se todos representados. Depois que soube, contei apenas para algumas pessoas muito próximas, entre eles meu pai, uma pessoa que sempre guiou, que foi muito importante na minha carreira, primeiro como jogador, fazendo parte de uma geração pioneira, depois como técnico da geração mais vitoriosa história, que culminou com o ouro olímpico da superação. Representar a todos no maior momento do esporte mundial, eu não sei nem o que dizer, só na hora que vamos sentir na pele essa emoção e será um momento muito marcante", disse.