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Giovane rechaça favoritismo do Rio de Janeiro na Superliga masculina

Um dos maiores investimentos da Superliga Masculina de Vôlei 2018/2019, o Sesc Rio de Janeiro chega com o grande objetivo de desbancar e dar fim a hegemonia do Cruzeiro nas últimas cinco edições. Mesmo assim, o discurso é de cautela, principalmente por parte do treinador do time carioca, o ex-jogador Giovane, que rechaçou a denominação [?]

09:15 | 20/10/2018

Um dos maiores investimentos da Superliga Masculina de Vôlei 2018/2019, o Sesc Rio de Janeiro chega com o grande objetivo de desbancar e dar fim a hegemonia do Cruzeiro nas últimas cinco edições. Mesmo assim, o discurso é de cautela, principalmente por parte do treinador do time carioca, o ex-jogador Giovane, que rechaçou a denominação de favorito.

Em entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva durante o lançamento da 25ª temporada da principal competição do vôlei brasileiro, o comandante bicampeão olímpico analisou os adversários do Rio de Janeiro e fez a ressalva de que a busca pelo título requer muitos cuidados, mas admitiu que a ambição é chegar na decisão.

?Olha, o meu favorito para o título é o Cruzeiro, que vem ganhando já faz muito tempo. Na minha opinião, ainda existem times na nossa frente, mas esperamos fazer um ano em busca de algo bacana. Não vou negar que meu objetivo é disputar a final da Superliga, mas óbvio que teremos que trabalhar muito para superarmos equipes muito fortes?, disse Giovane.

Depois de muita história construída dentro da quadra, o ex-jogador começou sua carreira em um local muito próximo ao antigo compromisso, mas agora sem a possibilidade de por à prova todo seu talento técnico e físico virando bolas. Campeão com o Sesc da Superliga B em 2017, o comandante reafirmou a felicidade em poder passar a experiência para os mais jovens.

?É aí que está a beleza da Superliga (na renovação), porque os novos entram, mas sempre tem uma galera muito importante por trás dando apoio, que ajuda eles a realizarem o que a gente não conseguiu realizar?, explicou.

?Confesso que a vontade era estar lá dentro jogando, ajudando, mas o físico não aguenta, não tem como ser eterno. Estar na beira da quadra, dando a oportunidade e auxiliando outros atletas é muito bacana. Fico feliz de estar tendo essa oportunidade, minha proposta de vida é essa, então estou muito contente?, finalizou Giovane.

Gazeta Esportiva

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