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Brasil consegue maior nota de sua história no Pan-Americano de Ginástica

O Brasil fez história no Campeonato Pan-Americano de Ginástica Rítmica, encerrado neste domingo, em Lima, no Peru. O conjunto brasileiro obteve a maior nota de sua história, conquistou a medalha de ouro na apresentação com cinco arcos e ficou com o bronze na coreografia com três bolas e duas cordas. Após conseguirem a maior nota [?]

11:00 | 01/10/2018

O Brasil fez história no Campeonato Pan-Americano de Ginástica Rítmica, encerrado neste domingo, em Lima, no Peru. O conjunto brasileiro obteve a maior nota de sua história, conquistou a medalha de ouro na apresentação com cinco arcos e ficou com o bronze na coreografia com três bolas e duas cordas.

Após conseguirem a maior nota de sua história, um 19.800, as brasileiras ainda aumentaram a pontuação para 20.950 no final para subir no lugar mais alto do pódio. O México terminou em segundo lugar (19.150), e o Canadá, em terceiro (18.350). Na coreografia com três bolas e duas cordas, as atletas atingiram 16.500 e levaram a medalha de bronze. O México conquistou o ouro (18.150), e os EUA, a prata (18.100).

?O principal objetivo que traçamos para o Pré-Pan foi atingido, que era a classificação tanto do Individual como do Conjunto para os Jogos Pan-Americanos de 2019. No Individual conseguimos importantes medalhas com Natália, Bárbara e por equipes. E no conjunto fizemos história ao alcançar a mais alta nota de uma equipe das Américas em eventos internacionais. Batemos esse recorde duas vezes com a mesma série neste campeonato, isso mostra que tínhamos uma grande série e que, se acertássemos, venceríamos. No conjunto misto tivemos algumas falhas, que custaram o lugar mais alto do pódio, porém saímos com o bronze, sabendo que podemos mais. Agora é dar continuidade ao trabalho, com novas séries, novos aparelhos, novas músicas, fazer o planejamento adequado e executá-lo. Vamos ter um período de descanso de 15 dias e depois retornamos aos treinamentos visando 2019?, avaliou a treinadora da Seleção do Conjunto e Coordenadora Técnica da Ginástica Rítmica da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Camila Ferezin.

Nas disputas individuais por aparelhos, o destaque brasileiro ficou por conta de Bárbara Domingos, terceira colocada na fita, com 15.100. A norte-americana Laura Zeng levou o ouro (16.550), e a mexicana Karla Diaz terminou com a prata (15.200). Natália Gaudio se classificou em quinto lugar, com 14.700. Nas maças, Natália ficou na quarta colocação (16.350), e Bárbara, na sétima (15.550). Com a bola, Natália (15.450) e Bárbara (14.900) terminaram em quinto e sexto lugares, respectivamente. Com o arco, Bárbara foi a quinta colocada (16.050), e Natália, a sétima (15.400).

 

Gazeta Esportiva

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