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Nilson Moreira da Silva encaminha presença nos Jogos Equestres Mundiais

Nilson Moreira da Silva, de 42 anos de idade, é mais um cavaleiro brasileiro a garantir o índice técnico necessário e ficar à disposição do Time Brasil para os Jogos Equestres Mundiais, que ocorrerão nos Estados Unidos, entre os dias 11 e 23 de setembro. Junto a seu cavalo Magnums Martini, um holsteiner castanho de […]

12:30 | 17/05/2018

Nilson Moreira da Silva, de 42 anos de idade, é mais um cavaleiro brasileiro a garantir o índice técnico necessário e ficar à disposição do Time Brasil para os Jogos Equestres Mundiais, que ocorrerão nos Estados Unidos, entre os dias 11 e 23 de setembro.

Junto a seu cavalo Magnums Martini, um holsteiner castanho de 14 anos de idade, no último final de semana, Nilson alcançou o 11 melhor desempenho do CCE (Curso Completo de Equitação) 3, em Nova Jersey, nos EUA. A dupla somou 57.10 pontos perdidos no total, sendo 43,50 no Adestramento, zero pontos no cross country, apenas 5.60 no tempo e oito pontos na prova de Salto.

A conquista também representa um prêmio pela superação do cavaleiro, que pensou em desistir de competir com Magnums. Porém, uma ajuda de dentro de casa o fez erguer a cabeça a seguir adiante no CCE.

“Na noite de sexta para sábado choveu muito e eu estava desanimado por não ter ido muito bem com meus primeiros dois cavalos e cheguei cogitar de não competir com o Magnums. Foi quando minha filha Linda, de 14 anos, chegou e falou: “pai assiste de novo esse vídeo” (motivacional enviado pelo nosso amigo e cavaleiro Guto de Faria que eu havia mostrado para ela alguns dias antes) e que basicamente transmitia a mensagem de não desistir nunca e dar sempre o nosso máximo. Fez a diferença: esqueci tudo e consegui largar de cabeça fria e garantir esse importante resultado”, disse, após o feito.

Superação, por sinal, não é uma novidade na vida de Nilson, que há sete anos atrás chegou aos Estados Unidos com apenas 300 dólares no bolso. Hoje, morando na Carolina do Sul,.possui 22 cavalos nas cocheiras, sendo 10 em competição desde a categoria cavalos novos até o nível 4. Ele foi reserva nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, e agora se junta a Marcio Appel, Marcelo Tosi, Henrique Pinheiro e Luciano Miranda Drubi entre os cavaleiros com índice técnico para representar o Brasil nos Jogos Equestres Mundiais, que ocorrem a cada quatro anos.

Gazeta Esportiva

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