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Brasil terá quatro representantes na chave juvenil masculina em Melbourne

O Brasil terá quatro representantes na chave juvenil do Aberto da Austrália, que começa no sábado e vai até o dia 27 de janeiro. São eles Thiago Seyboth Wild, João Lucas Reis, Igor Gimenez e Matheus Pucinelli, sendo que os três últimos são do Instituto Tênis. Alan Bachiega Marques, supervisor técnico do instituto, revelou como [?]

18:45 | 19/01/2018

O Brasil terá quatro representantes na chave juvenil do Aberto da Austrália, que começa no sábado e vai até o dia 27 de janeiro. São eles Thiago Seyboth Wild, João Lucas Reis, Igor Gimenez e Matheus Pucinelli, sendo que os três últimos são do Instituto Tênis.

Alan Bachiega Marques, supervisor técnico do instituto, revelou como foi a preparação dos atletas para o primeiro Grand Slam do ano. ?A gente veio para disputar um torneio preparatório e tivemos alguns problemas no início com o fuso e chuva, que atrapalharam os treinos. Os meninos não estavam tão adaptados nesse torneio, mas deu para a gente treinar bastante, disputar alguns jogos no torneio de consolação e isso serviu para eles se prepararem.

Além disso, o treinador dos meninos destacou a importância dos jovens tenistas disputarem grandes competições. Ele também falou que o convívio com os principais nomes da modalidade também é benéfico.

?A importância de jogar um Grand Slam juvenil é que eles têm a oportunidade de jogar com os melhores do mundo até 18 anos. Isso dá para a gente um bom parâmetro. Competir com esses jogadores eleva o nível deles e a gente vê as brechas que precisamos melhorar no jogo deles. Além de competir em alto nível, eles já vivenciam o ambiente de um Grand Slam, compartilham o vestiário com os profissionais e tudo mais. É bom para eles verem o dia a dia desses profissionais?, completou Alan, que conta que o Instituto Tênis é como uma escola com o objetivo de preparar os garotos para a transição para o profissional.

Os garotos estudam de manhã de treinam no período da tarde até os 14 anos. Depois disso, os meninos começam a estudar à distância e treinam em dois períodos, segundo o supervisor técnico. Os jovens talentos também são levados para viajarem e moram no centro de treinamento do instituto. O financiamento é feito com um valor pago pela família e outro pela organização. E, mesmo após os talentos completarem 18 anos, eles são direcionados para faculdades à distância.

?O maior objetivo do Instituto Tênis é a gente conseguir ano após ano estar formando jogadores para competir em um alto nível, para que eles possam estar preparados para jogar no profissional. É como se fosse uma escola para ano a ano estar podendo trazer jogadores para competir torneios grandes juvenis e que eles façam a transição para o profissional da maneira mais fácil o possível?, finaliza Alan Bachiega Marques.

*Especial para a Gazeta Esportiva

Gazeta Esportiva

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