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Campeã olímpica da maratona no Rio é suspensa por doping

Medalha de ouro na maratona nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016, a queniana Jemima Sumgong foi suspensa por quatro anos após ser flagrada no exame anti-doping. A atleta acusou positivo para a substância proibida eritropoietina (EPO). Em 28 de fevereiro, Sumgong foi submetida a exames surpresas de controle de doping que acabaram dando [?]

12:15 | 07/11/2017

Medalha de ouro na maratona nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016, a queniana Jemima Sumgong foi suspensa por quatro anos após ser flagrada no exame anti-doping. A atleta acusou positivo para a substância proibida eritropoietina (EPO).

Em 28 de fevereiro, Sumgong foi submetida a exames surpresas de controle de doping que acabaram dando positivo. A maratonista não quis realizar o pedido de contra-prova e foi suspensa preventivamente a partir do dia três de abril. Nesta terça-feira, a Agência Anti-Doping do Quênia anunciou a punição definitiva para a atleta.

Sumgong alegou que testou positivo para a substância após ter se submetido a um procedimento médico no Quênia para tratar uma gravidez ectópica, no qual o embrião se forma fora do útero. Ela disse ter feito transfusão de sangue e recebido medicamentos desconhecida por um médico não identificado.

No entanto, a Agência Anti-Doping do país rejeitou a explicação, após a atleta não ter fornecido documentos relativos à sua estada no hospital. No ano passado, Sumgong se tornou a primeira mulher queniana a conquistar o ouro em maratona olímpica.

Gazeta Esportiva

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