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Camisa de jogador da NFL que não aderiu a protesto vira a mais vendida

O jogador de linha ofensiva do Pittsburgh Steelers, Alejandro Villanueva, teve sua camisa como a mais vendida na loja oficial da NFL, a maior liga de futebol americano no mundo, depois de não aderir ao protesto de sua equipe, que não entrou em campo para a execução do hino nacional dos Estados Unidos, em ato [?]

13:30 | 26/09/2017

O jogador de linha ofensiva do Pittsburgh Steelers, Alejandro Villanueva, teve sua camisa como a mais vendida na loja oficial da NFL, a maior liga de futebol americano no mundo, depois de não aderir ao protesto de sua equipe, que não entrou em campo para a execução do hino nacional dos Estados Unidos, em ato contra o presidente Donald Trump.

Nas 24 horas que sucederam a derrota dos Steelers para o Chicago Bears, por 23 a 17, o uniforme de Villanueva superou nomes como Marshawn Lynch, Aaron Rodgers e até mesmo Tom Brady, destaques da liga, consolidando-se no topo das camisas vendidas pela loja oficial da liga de futebol americano.

Alejandro Villanueva serviu em três missões no Afeganistão pelo exército americano, ganhando inclusive uma Estrela de Bronze, condecoração dada para os militares do país. O jogador não aderiu ao protesto do restante do time, que permaneceu nos vestiários, ao ficar no túnel de entrada dos atletas e se apresentar para o hino dos Estados Unidos.

Entretanto, o membro da linha ofensiva dos Steelers mostrou-se arrependido por sua ação, que contou com a reprovação do técnico da equipe, Mike Tomlin. Em entrevista coletiva, Villanueva se mostrou arrependido.

Leia mais: Declarações polêmicas de Trump provocam protestos na NFL

?Eu fiz o treinador Tomlin, meus companheiros de equipe e os Steelers parecerem maus, e isso é minha culpa e minha culpa apenas. Cada um de meus companheiros é extremamente patriota e mostra suporte neste vestiário, e não posso dizer somente neste vestiário, e sim, em toda a NFL?, afirmou.

A onda de manifestações nos esportes norte-americanos tomou o noticiário nos últimos dias. Na liga de futebol americano, os atletas se opõem ao presidente Donald Trump, que criticou e ofendeu jogadores que protestavam contra várias questões sociais e políticas nos Estados Unidos, durante a execução do hino do país em campo.

Gazeta Esportiva

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