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Cristiano Ronaldo recusa Coca-cola e empresa perde 4 bilhões de dólares na Bolsa

Em coletiva concedida na véspera do duelo contra a Hungria, atacante português "escondeu" garrafas de refrigerante disponíveis na mesa e exibiu garrafa de água

Iara Costa
22:57 | 15/06/2021
Em coletiva concedida na véspera do duelo contra a Hungria, Cristiano Ronaldo 'escondeu' garrafas de refrigerante disponíveis na mesa e exibiu garrafa de água.  (Foto: Handout / UEFA / AFP)
Em coletiva concedida na véspera do duelo contra a Hungria, Cristiano Ronaldo 'escondeu' garrafas de refrigerante disponíveis na mesa e exibiu garrafa de água. (Foto: Handout / UEFA / AFP)

Um dos jogadores mais conhecidos e influentes do mundo, o português Cristiano Ronaldo recusou na última segunda-feira, 14, duas garrafas de Coca-Cola exibidas sob a mesa e as trocou por água em uma entrevista coletiva antes do duelo diante da Hungria. Embora simples, a ação fez com que a empresa perdesse 4 bilhões de dólares na bolsa de valores de Nova York. 

Nesta terça-feira, 15, o mercado abriu com as ações da Coca-Cola custando cerca de US$ 56,10, de acordo com o Jornal O Globo — cerca de R$ 284,43. Pouco tempo depois, o valor caiu para US$ 55,22, sendo R$ 279,97. A queda no valor gerou um prejuízo estimado em US$ 4 bilhões para a patrocinadora da Eurocopa, dando uma desvalorização de 1,6% na marca.  

Essa não é a primeira vez que o jogador português fala de maneira negativa do refrigerante. Em dezembro, durante o recebimento do prêmio de melhor jogador pela Globe Soccer Awards, Cristiano confessou não gostar que o filho, Cristiano Junior, consuma bebidas açucaradas e frituras. 

"Meu filho tem potencial. Vamos ver se ele se torna um grande jogador. Às vezes ele bebe Coca-Cola e come batatas fritas, e isso me irrita. Ele sabe disso", disse à época.