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Derrota não assusta Zé Ricardo

O técnico Zé Ricardo não se mostrou abalado com a derrota do Vasco para o Bangu nessa quinta-feira, na rodada de estreia do Campeonato Carioca. Para o treinador cruz-maltino, o resultado é normal e reflete o que vem acontecendo em vários estaduais, quando equipes de menor investimento vêm surpreendendo as consideradas favoritas. Na entrevista coletiva [?]

23:15 | 18/01/2018

O técnico Zé Ricardo não se mostrou abalado com a derrota do Vasco para o Bangu nessa quinta-feira, na rodada de estreia do Campeonato Carioca. Para o treinador cruz-maltino, o resultado é normal e reflete o que vem acontecendo em vários estaduais, quando equipes de menor investimento vêm surpreendendo as consideradas favoritas. Na entrevista coletiva após o revés, Zé Ricardo disse que a derrota não vai abalar o planejamento do Vasco, que está direcionado para a Libertadores.

?Não acredito que o resultado influencie em algo. Seguimos nosso planejamento para o confronto do dia 31?, avisou, lembrando o duelo contra o Universidad de Concepción, do Chile, em busca de uma vaga na fase de grupo da Taça Libertadores.

O técnico explicou ainda que o grupo está consciente dos seus objetivos e resultados negativos não vão atrapalhar o ambiente e nem mesmo alterar o foco de conquistar da vaga na competição sul-americana.

?A gente espera dar um passo importante para classificar na Libertadores, um objetivo muito doloroso, que a gente conquistou com muito suor?, reforçou.

Para Zé Ricardo, a crise política no clube está fora de sua alçada e não tem influência na derrota para o Bangu, mas reconheceu que é difícil para o grupo ignorar o que se passa ao redor.

?Prefiro ressaltar que nesses 13 dias no CT o empenho de todos os atletas foi no seu limite. Todos no clube seguem trabalhando com muito afinco e profissionalismo?, despistou.

O técnico do Vasco reconheceu que o grupo foi apanhado de surpresa com a decisão de jogar com portões fechados e ressaltou que gostaria de ter o apoio da torcida na estreia. E lamentou que domingo, contra o Nova Iguaçu, a situação terá de ser repetida.

?Joguei em São Januário mais vezes de portões fechados do que abertos. Espero que depois de domingo tiremos isso definitivamente do nosso dicionário?, concluiu.

Gazeta Esportiva

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