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Bryan Ruiz vislumbra titularidade e explica início ruim no Santos

Bryan Ruiz pode ser titular do Santos na segunda-feira, contra a Chapecoense. Seria apenas a terceira vez do costarriquenho iniciando um jogo pelo Peixe. A chance é na vaga de Diego Pituca, suspenso por causa da expulsão no clássico com o Palmeiras. Nessa quarta, Bryan Ruiz fez questão de deixar claro que pode fazer a [?]

18:30 | 07/11/2018

Bryan Ruiz pode ser titular do Santos na segunda-feira, contra a Chapecoense. Seria apenas a terceira vez do costarriquenho iniciando um jogo pelo Peixe. A chance é na vaga de Diego Pituca, suspenso por causa da expulsão no clássico com o Palmeiras. Nessa quarta, Bryan Ruiz fez questão de deixar claro que pode fazer a função do dono da posição, apesar de ter características mais ofensivas em comparação a Pituca.

?Acho que tem a possibilidade, o treinador é que vai tomar a decisão final?, disse. ?Jogo na posição que o treinador quer que eu jogue. Se ele precisar de goleiro, eu vou jogar?, avisou, ciente da responsabilidade.

?Acho que o Pituca é um dos jogadores que mais tem constância no time, vai ser difícil, mas posso jogar. Sinto que tenho condições para jogar lá. Está claro que não tenho uma característica agressiva (na marcação), mas posso acumular e fazer o que o professor precisar?.

Até hoje, Bryan Ruiz só foi usado desde o início nas partidas contra Sport e Paraná. Foram apenas 12 apresentações, ao todo, com a camisa santista. E o jogador aproveitou a entrevista coletiva para explicar os motivos por não ter assumido uma posição de destaque desde que foi contratado.

?Eu estava sem ritmo e estava o meio do campeonato. Meus colegas tinham mais ritmo. Quando houve a mudança (de técnico), o Cuca precisava dos jogadores prontos. Eu precisava de mais ritmo, trabalho físico e estávamos no meio do campeonato. É mais complicado. Comecei a jogar 20 minutos, 40 minutos? Poucos minutos não ajudam muito a ganhar ritmo?, opinou.

?Os jogos na seleção também ajudaram, porque joguei 60 minutos em um jogo e 80 minutos no outro jogo. Isso dá ritmo, me sinto bem, tem a adaptação a um país novo, que é sempre necessária. Agora estou bem instalado na cidade?, concluiu.

Gazeta Esportiva

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