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Presidente do Santos diz que poderia ser diretor, mas não quer acumular função

Depois de demitir Gustavo Vieira em fevereiro, o Santos sentiu a necessidade de contratar um novo diretor de futebol. O presidente José Carlos Peres tem cuidado das negociações e não quer mais acumular funções. ?Estivemos a ponto de fechar (um nomes), não adianta trazer qualquer um. A pauta é contratar um diretor executivo. Média é [?]

09:15 | 08/06/2018

Depois de demitir Gustavo Vieira em fevereiro, o Santos sentiu a necessidade de contratar um novo diretor de futebol. O presidente José Carlos Peres tem cuidado das negociações e não quer mais acumular funções.

?Estivemos a ponto de fechar (um nomes), não adianta trazer qualquer um. A pauta é contratar um diretor executivo. Média é de 150 a 200 mil por mês. Não podemos sair contratando para termos que indenizar. Conheço de futebol como vocês, não sou diretor. Estudei para analisar atletas, mas não é intenção acumular esse cargo de diretor. Esse cargo está vago, eu não ocupei, eu apenas compareço, converso com o técnico, William (Machado), (Sergio) Dimas? Vejo as necessidades do elenco. Adotamos algumas práticas modernas no CT. Proibimos a entrada de quem não está relacionado ao trabalho para os atletas terem privacidade. Treinamento e jogo. Não está faltando nada. Hoje está bem fechadinho?, disse o presidente, em reunião do Conselho Deliberativo nesta quinta-feira, na Vila Belmiro.

?Hoje (quinta-feira) conversamos com o (Rodrigo) Caetano, que está no Internacional, com salário de R$ 250 mil. É difícil contratar com um salário abaixo das contas do clube?, completou.

Hoje, basicamente, é o presidente Peres quem sonda condições, inicia uma tratativa e precisa eventualmente viajar para fechar um acordo. Tudo isso diante de outras diversas ocupações no dia. Ele mesmo afirma que dorme quatro horas por noite.

Sem um profissional voltado exclusivamente para manejar o elenco e responder pelo departamento de futebol, Peres acaba sobrecarregado. Empresários reclamam com frequência sobre a demora do presidente para responder mensagens ou ligações e pelo constante cancelamento de reuniões.

Depois de afirmar que o futebol do alvinegro poderia ser cuidado por ele e o gerente de futebol William Machado, Peres admite a necessidade de um novo executivo e aguarda por opções boas e baratas no mercado. A ideia é ter um aliado, sem perder o poder de decisão.

Gazeta Esportiva

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