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Mesmo com proposta alta, Santos quer segurar Lucas Veríssimo

O Santos tem uma proposta na mesa de 8 milhões de euros (cerca de R$ 32 milhões) do Spartak Moscou por Lucas Veríssimo. Os números saltaram os olhos da diretoria santista, mas José Carlos Peres fez questão de tranquilizar os torcedores nessa terça-feira com a notícia de que o clube não tem a intenção de [?]

20:45 | 09/01/2018

O Santos tem uma proposta na mesa de 8 milhões de euros (cerca de R$ 32 milhões) do Spartak Moscou por Lucas Veríssimo. Os números saltaram os olhos da diretoria santista, mas José Carlos Peres fez questão de tranquilizar os torcedores nessa terça-feira com a notícia de que o clube não tem a intenção de aceitar a oferta dos russos. A decisão também é influenciada pelo técnico Jair Ventura.

?Hoje não há a menor intenção de se desfazer do Lucas Veríssimo. Hoje é um jogador que está nos planos do Jair. Quando ele veio já fez essa condicional. É um talento um grande, vamos investir nele porque sabemos que o caminho dele é Seleção Brasileira. Pode demorar um pouquinho, mas ele vai. Ele é muito jovem, de muito talento e o Santos não quer perder talento. Se a gente tem dificuldade para contratar, imagina perder?, afirmou o mandatário alvinegro.

Lucas Veríssimo tem 22 anos e um contrato válido até 2022. Os direitos econômicos do defensor são divididos em: 80% do Santos, 10% das empresas MGS Sport e AIRC Sports e 10% que pertencem ao próprio atleta. O defensor foi o atleta que mais vezes entrou em campo em 2017 com a camisa do Peixe: 59 partidas e um gol marcado.

Apesar da intenção em segurar Veríssimo no elenco, o presidente do Santos avisou que outros jogadores devem ser negociados para que o grupo seja reduzido. Atualmente, Jair tem à disposição 44 atletas.

?Hoje nós estamos trabalhando em emprestar para a gente reduzir o elenco e chegar em um ponto suportável. Acho que um elenco bem trabalhável é de 35 a 36 jogadores no máximo, porque aí você tem um elenco que você vai conseguir durante a competição utilizar quase todos, vai manter eles aquecidos. O pior cenário é quando você tem atletas que não vão jogar e ficam ali no canto desanimados?, concluiu Peres.

Gazeta Esportiva

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