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Palmeiras marca coletiva para anunciar renovação com a Crefisa

A Sociedade Esportiva Palmeiras irá anunciar a renovação de contrato de patrocínio com a Crefisa nesta quarta-feira. O Verdão convocou uma entrevista coletiva marcada para as 12h (de Brasília), na Academia de Futebol, com a presença do presidente Maurício Galiotte e a da conselheira e empresária Leila Pereira. O clube trata o novo acordo com [?]

13:00 | 22/01/2019

A Sociedade Esportiva Palmeiras irá anunciar a renovação de contrato de patrocínio com a Crefisa nesta quarta-feira. O Verdão convocou uma entrevista coletiva marcada para as 12h (de Brasília), na Academia de Futebol, com a presença do presidente Maurício Galiotte e a da conselheira e empresária Leila Pereira.

O clube trata o novo acordo com a operadora de crédito como o maior das Américas. Pelo contrato com duração de três anos, que coincide com o tempo de mandato de Galiotte, o Alviverde irá receber R$ 81 milhões por temporada ? R$ 3 milhões a mais do que em 2018.

A maior diferença de valores, porém, ocorrerá caso o clube conquiste todas as bonificações possíveis ao longo dos três anos, o que, somado às luvas pela assinatura, faria o pagamento chegar a R$ 400 milhões ao longo do período.

Aliado político de Leila Pereira, dona da Crefisa e conselheira do Palmeiras, o presidente Maurício Galiotte agradeceu a postura da empresária enquanto o clube analisava o interesse da Blackstar. A empresa de Hong Kong, apresentada pelo opositor Genaro Marino, prometeu um investimento de R$ 1 bilhão em dez anos, mas foi descartada pelo atual presidente por conta de fraudes na documentação.

A Crefisa está no Palmeiras desde 2015. De lá para cá, a equipe conquistou a Copa do Brasil 2015 e os campeonatos brasileiros de 2016 e 2018, além de ter ficado com o vice nacional em 2017. No primeiro ano, a empresa de Leila Pereira pagou R$ 66 milhões anuais. O valor foi sendo aumentado gradativamente até chegar aos R$ 78 milhões/ano desembolsados no ano passado.

A negociação em andamento entre Verdão e Crefisa não prevê investimentos diretos da parceira na compra de reforços. No início de 2018, a Receita Federal aplicou uma multa de R$ 30 milhões à empresa por entender que os valores gastos para adquirir jogadores não eram ?despesas?, mas sim ?empréstimos?. Assim, o clube precisa devolver o dinheiro gasto independentemente de os atletas serem vendidos ou não. O lucro, se houver, fica com o Alviverde.

Gazeta Esportiva

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