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Palmeiras orienta Roger e jogadores a não falarem após a derrota

A diretoria do Palmeiras ordenou que nenhum jogador ou membro da comissão técnica concedesse entrevista após o Derby deste domingo. O motivo foi justamente a revolta alviverde com a arbitragem do clássico. Por conta disse, o presidente Mauricio Galiotte foi o único a se manifestar na zona mista. Em seu discurso, disse para os torcedores [?]

19:45 | 08/04/2018

A diretoria do Palmeiras ordenou que nenhum jogador ou membro da comissão técnica concedesse entrevista após o Derby deste domingo. O motivo foi justamente a revolta alviverde com a arbitragem do clássico.

Por conta disse, o presidente Mauricio Galiotte foi o único a se manifestar na zona mista. Em seu discurso, disse para os torcedores palestrinos ignorarem o ?paulistinha? e afirmou que o campeonato está manchado.

Aos 26 minutos do segundo tempo, o árbitro Marcelo Aparecido anotou pênalti de Ralf em Dudu, o que iniciou uma confusão generalizada no gramado. À princípio, por mais que os corintianos argumentassem que o volante havia tocado apenas a bola, o árbitro se mostrava convicto em sua marcação. A pressão alvinegra, porém, foi forte e após uma conversa com um auxiliar que estava fora do gramado, o árbitro voltou atrás na penalidade.

Os presentes, que bateram recorde de público da história do Allianz Parque gritaram em coro: ?Tem um palhaço querendo aparecer e vai morrer?, seguido de ?Se o Palmeiras não ganhar olêolêolá, o pau vai quebrar? e ?Vergonha?. Oito minutos depois, a partida recomeçou, mas sem emoção e apenas para seguir às penalidades.

Gazeta Esportiva

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