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Final no Allianz opõe discípulos do técnico da Seleção Brasileira

Tite fez escola. Na tarde deste domingo, no Allianz Parque, dois discípulos do atual comandante da Seleção Brasileira medirão forças na decisão do Campeonato Paulista ? o corintiano Fábio Carille, auxiliar no período de maior glória da trajetória do gaúcho, e o palmeirense Roger Machado, cuja carreira ele inspirou. O embate ficará restrito ao gramado. [?]

08:45 | 08/04/2018

Tite fez escola. Na tarde deste domingo, no Allianz Parque, dois discípulos do atual comandante da Seleção Brasileira medirão forças na decisão do Campeonato Paulista ? o corintiano Fábio Carille, auxiliar no período de maior glória da trajetória do gaúcho, e o palmeirense Roger Machado, cuja carreira ele inspirou.

O embate ficará restrito ao gramado. Assim como Tite, Carille e Roger prezam pela cordialidade ? o técnico do Corinthians ao ponto até de se irritar com o uruguaio Diego Aguirre, do São Paulo, por não ter sido cumprimentado quando foi ao Morumbi nas semifinais.

Após fazer as pazes com Aguirre com a entrega de um presente no vestiário de Itaquera ? prática de receptividade a colegas que instituiu em 2018 ?, Carille comemorou a vitória nos pênaltis e a classificação para enfrentar o Palmeiras de Roger na decisão. No dia seguinte, os dois treinadores se encontraram em reunião na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF), e o corintiano concedeu até uma carona ao palmeirense.

?Trabalhei muito com o Tite e o Cléber Xavier (auxiliar), e eles falavam bem do Roger. Disse isso para ele. Não somos amigos, mas temos respeito um pelo outro?, comentou Carille. ?Por vezes, imaginam que os profissionais são inimigos fora de campo. O tempo e a rotina nos impedem de sentar e tomar um café, mas o clima não é de animosidade?, ressaltou Roger.

Carille ouviu muito esse discurso nos tempos em que conviveu com Tite no Corinthians. Interino em algumas circunstâncias, ele enfim teve a chance de dar sequência ao legado do seu antecessor no clube, na condição de técnico efetivo, no ano passado. E não decepcionou, conquistando o Campeonato Paulista e o Campeonato Brasileiro.

Os títulos fizeram com que Carille parasse de escutar as frequentes comparações com Tite a cada entrevista coletiva. O próprio técnico da Seleção Brasileira não gostava de ver o seu pupilo à sua sombra, conforme declarou certa vez: ?Não tem nada disso. Ele é merecedor dos elogios que vem ganhando, por trabalho próprio?.

Também com trabalho próprio ? e com Tite como referência ?, Roger foi outro a ter uma rápida ascensão profissional. O antigo lateral esquerdo já tinha o dom para treinador lapidado por seu antigo comandante nos tempos de Grêmio, mesmo clube que lhe deu uma oportunidade de chefiar uma equipe após as passagens por Juventude e Novo Hamburgo. Depois, passou ainda por Atlético-MG antes de chegar ao Palmeiras.

?A construção da minha carreira está muito ligada ao que aprendi com o Tite, mas sou o Roger Machado hoje?, avisou. ?O que vai a campo é muito do que a gente trabalha no dia a dia, com bases fortes do aprendizado que tive com o Tite ainda como jogador. Sempre entra alguma coisa. Gosto muito da forma de gestão dele, de fazer os atletas se convencerem do que é melhor a ser feito, não sendo sempre o detentor da verdade?, continuou.

À época em que a sua imagem estava mais ligada à de Tite, Carille ponderava que ainda existia uma diferença significativa entre ele e o mentor. ?Há uma coisa que talvez eu mude no futuro: sou de falar pouco. Até as minhas respostas costumam ser mais curtas do que as do Tite?, pontuava o treinador, agora bem mais eloquente.

Carille e Roger estarão em lados opostos na expectativa de ganhar ainda mais voz própria a partir deste fim de semana, colocando outro título estadual no currículo. Tite certamente estará de olho.

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Tite fez escola. Na tarde deste domingo, no Allianz Parque, dois discípulos do atual comandante da Seleção Brasileira medirão forças na decisão do Campeonato Paulista ? o corintiano Fábio Carille, auxiliar no período de maior glória da trajetória do gaúcho, e o palmeirense Roger Machado, cuja carreira ele inspirou. O embate ficará restrito ao gramado. [?]

08:45 | 08/04/2018

Tite fez escola. Na tarde deste domingo, no Allianz Parque, dois discípulos do atual comandante da Seleção Brasileira medirão forças na decisão do Campeonato Paulista ? o corintiano Fábio Carille, auxiliar no período de maior glória da trajetória do gaúcho, e o palmeirense Roger Machado, cuja carreira ele inspirou.

O embate ficará restrito ao gramado. Assim como Tite, Carille e Roger prezam pela cordialidade ? o técnico do Corinthians ao ponto até de se irritar com o uruguaio Diego Aguirre, do São Paulo, por não ter sido cumprimentado quando foi ao Morumbi nas semifinais.

Após fazer as pazes com Aguirre com a entrega de um presente no vestiário de Itaquera ? prática de receptividade a colegas que instituiu em 2018 ?, Carille comemorou a vitória nos pênaltis e a classificação para enfrentar o Palmeiras de Roger na decisão. No dia seguinte, os dois treinadores se encontraram em reunião na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF), e o corintiano concedeu até uma carona ao palmeirense.

?Trabalhei muito com o Tite e o Cléber Xavier (auxiliar), e eles falavam bem do Roger. Disse isso para ele. Não somos amigos, mas temos respeito um pelo outro?, comentou Carille. ?Por vezes, imaginam que os profissionais são inimigos fora de campo. O tempo e a rotina nos impedem de sentar e tomar um café, mas o clima não é de animosidade?, ressaltou Roger.

Carille ouviu muito esse discurso nos tempos em que conviveu com Tite no Corinthians. Interino em algumas circunstâncias, ele enfim teve a chance de dar sequência ao legado do seu antecessor no clube, na condição de técnico efetivo, no ano passado. E não decepcionou, conquistando o Campeonato Paulista e o Campeonato Brasileiro.

Os títulos fizeram com que Carille parasse de escutar as frequentes comparações com Tite a cada entrevista coletiva. O próprio técnico da Seleção Brasileira não gostava de ver o seu pupilo à sua sombra, conforme declarou certa vez: ?Não tem nada disso. Ele é merecedor dos elogios que vem ganhando, por trabalho próprio?.

Também com trabalho próprio ? e com Tite como referência ?, Roger foi outro a ter uma rápida ascensão profissional. O antigo lateral esquerdo já tinha o dom para treinador lapidado por seu antigo comandante nos tempos de Grêmio, mesmo clube que lhe deu uma oportunidade de chefiar uma equipe após as passagens por Juventude e Novo Hamburgo. Depois, passou ainda por Atlético-MG antes de chegar ao Palmeiras.

?A construção da minha carreira está muito ligada ao que aprendi com o Tite, mas sou o Roger Machado hoje?, avisou. ?O que vai a campo é muito do que a gente trabalha no dia a dia, com bases fortes do aprendizado que tive com o Tite ainda como jogador. Sempre entra alguma coisa. Gosto muito da forma de gestão dele, de fazer os atletas se convencerem do que é melhor a ser feito, não sendo sempre o detentor da verdade?, continuou.

À época em que a sua imagem estava mais ligada à de Tite, Carille ponderava que ainda existia uma diferença significativa entre ele e o mentor. ?Há uma coisa que talvez eu mude no futuro: sou de falar pouco. Até as minhas respostas costumam ser mais curtas do que as do Tite?, pontuava o treinador, agora bem mais eloquente.

Carille e Roger estarão em lados opostos na expectativa de ganhar ainda mais voz própria a partir deste fim de semana, colocando outro título estadual no currículo. Tite certamente estará de olho.

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Tite fez escola. Na tarde deste domingo, no Allianz Parque, dois discípulos do atual comandante da Seleção Brasileira medirão forças na decisão do Campeonato Paulista ? o corintiano Fábio Carille, auxiliar no período de maior glória da trajetória do gaúcho, e o palmeirense Roger Machado, cuja carreira ele inspirou. O embate ficará restrito ao gramado. [?]

08:45 | 08/04/2018

Tite fez escola. Na tarde deste domingo, no Allianz Parque, dois discípulos do atual comandante da Seleção Brasileira medirão forças na decisão do Campeonato Paulista ? o corintiano Fábio Carille, auxiliar no período de maior glória da trajetória do gaúcho, e o palmeirense Roger Machado, cuja carreira ele inspirou.

O embate ficará restrito ao gramado. Assim como Tite, Carille e Roger prezam pela cordialidade ? o técnico do Corinthians ao ponto até de se irritar com o uruguaio Diego Aguirre, do São Paulo, por não ter sido cumprimentado quando foi ao Morumbi nas semifinais.

Após fazer as pazes com Aguirre com a entrega de um presente no vestiário de Itaquera ? prática de receptividade a colegas que instituiu em 2018 ?, Carille comemorou a vitória nos pênaltis e a classificação para enfrentar o Palmeiras de Roger na decisão. No dia seguinte, os dois treinadores se encontraram em reunião na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF), e o corintiano concedeu até uma carona ao palmeirense.

?Trabalhei muito com o Tite e o Cléber Xavier (auxiliar), e eles falavam bem do Roger. Disse isso para ele. Não somos amigos, mas temos respeito um pelo outro?, comentou Carille. ?Por vezes, imaginam que os profissionais são inimigos fora de campo. O tempo e a rotina nos impedem de sentar e tomar um café, mas o clima não é de animosidade?, ressaltou Roger.

Carille ouviu muito esse discurso nos tempos em que conviveu com Tite no Corinthians. Interino em algumas circunstâncias, ele enfim teve a chance de dar sequência ao legado do seu antecessor no clube, na condição de técnico efetivo, no ano passado. E não decepcionou, conquistando o Campeonato Paulista e o Campeonato Brasileiro.

Os títulos fizeram com que Carille parasse de escutar as frequentes comparações com Tite a cada entrevista coletiva. O próprio técnico da Seleção Brasileira não gostava de ver o seu pupilo à sua sombra, conforme declarou certa vez: ?Não tem nada disso. Ele é merecedor dos elogios que vem ganhando, por trabalho próprio?.

Também com trabalho próprio ? e com Tite como referência ?, Roger foi outro a ter uma rápida ascensão profissional. O antigo lateral esquerdo já tinha o dom para treinador lapidado por seu antigo comandante nos tempos de Grêmio, mesmo clube que lhe deu uma oportunidade de chefiar uma equipe após as passagens por Juventude e Novo Hamburgo. Depois, passou ainda por Atlético-MG antes de chegar ao Palmeiras.

?A construção da minha carreira está muito ligada ao que aprendi com o Tite, mas sou o Roger Machado hoje?, avisou. ?O que vai a campo é muito do que a gente trabalha no dia a dia, com bases fortes do aprendizado que tive com o Tite ainda como jogador. Sempre entra alguma coisa. Gosto muito da forma de gestão dele, de fazer os atletas se convencerem do que é melhor a ser feito, não sendo sempre o detentor da verdade?, continuou.

À época em que a sua imagem estava mais ligada à de Tite, Carille ponderava que ainda existia uma diferença significativa entre ele e o mentor. ?Há uma coisa que talvez eu mude no futuro: sou de falar pouco. Até as minhas respostas costumam ser mais curtas do que as do Tite?, pontuava o treinador, agora bem mais eloquente.

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    08:45 | 08/04/2018

    Tite fez escola. Na tarde deste domingo, no Allianz Parque, dois discípulos do atual comandante da Seleção Brasileira medirão forças na decisão do Campeonato Paulista ? o corintiano Fábio Carille, auxiliar no período de maior glória da trajetória do gaúcho, e o palmeirense Roger Machado, cuja carreira ele inspirou.

    O embate ficará restrito ao gramado. Assim como Tite, Carille e Roger prezam pela cordialidade ? o técnico do Corinthians ao ponto até de se irritar com o uruguaio Diego Aguirre, do São Paulo, por não ter sido cumprimentado quando foi ao Morumbi nas semifinais.

    Após fazer as pazes com Aguirre com a entrega de um presente no vestiário de Itaquera ? prática de receptividade a colegas que instituiu em 2018 ?, Carille comemorou a vitória nos pênaltis e a classificação para enfrentar o Palmeiras de Roger na decisão. No dia seguinte, os dois treinadores se encontraram em reunião na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF), e o corintiano concedeu até uma carona ao palmeirense.

    ?Trabalhei muito com o Tite e o Cléber Xavier (auxiliar), e eles falavam bem do Roger. Disse isso para ele. Não somos amigos, mas temos respeito um pelo outro?, comentou Carille. ?Por vezes, imaginam que os profissionais são inimigos fora de campo. O tempo e a rotina nos impedem de sentar e tomar um café, mas o clima não é de animosidade?, ressaltou Roger.

    Carille ouviu muito esse discurso nos tempos em que conviveu com Tite no Corinthians. Interino em algumas circunstâncias, ele enfim teve a chance de dar sequência ao legado do seu antecessor no clube, na condição de técnico efetivo, no ano passado. E não decepcionou, conquistando o Campeonato Paulista e o Campeonato Brasileiro.

    Os títulos fizeram com que Carille parasse de escutar as frequentes comparações com Tite a cada entrevista coletiva. O próprio técnico da Seleção Brasileira não gostava de ver o seu pupilo à sua sombra, conforme declarou certa vez: ?Não tem nada disso. Ele é merecedor dos elogios que vem ganhando, por trabalho próprio?.

    Também com trabalho próprio ? e com Tite como referência ?, Roger foi outro a ter uma rápida ascensão profissional. O antigo lateral esquerdo já tinha o dom para treinador lapidado por seu antigo comandante nos tempos de Grêmio, mesmo clube que lhe deu uma oportunidade de chefiar uma equipe após as passagens por Juventude e Novo Hamburgo. Depois, passou ainda por Atlético-MG antes de chegar ao Palmeiras.

    ?A construção da minha carreira está muito ligada ao que aprendi com o Tite, mas sou o Roger Machado hoje?, avisou. ?O que vai a campo é muito do que a gente trabalha no dia a dia, com bases fortes do aprendizado que tive com o Tite ainda como jogador. Sempre entra alguma coisa. Gosto muito da forma de gestão dele, de fazer os atletas se convencerem do que é melhor a ser feito, não sendo sempre o detentor da verdade?, continuou.

    À época em que a sua imagem estava mais ligada à de Tite, Carille ponderava que ainda existia uma diferença significativa entre ele e o mentor. ?Há uma coisa que talvez eu mude no futuro: sou de falar pouco. Até as minhas respostas costumam ser mais curtas do que as do Tite?, pontuava o treinador, agora bem mais eloquente.

    Carille e Roger estarão em lados opostos na expectativa de ganhar ainda mais voz própria a partir deste fim de semana, colocando outro título estadual no currículo. Tite certamente estará de olho.

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