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Fortaleza Esporte Clube
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Árbitro expulsou Carlinhos por ter sido chamado de palhaço; veja súmula

Rodolpho Toski ainda explicou que deu vermelho para o auxiliar do Leão, Charles Hembert, por falar "é roubo, é roubo". Além desses dois, Felipe Alves foi o terceiro expulso no Tricolor do Pici

Gerson Barbosa
10:06 | 15/10/2020
Jogo entre Fortaleza e São Paulo ficou marcado por decisões do árbitro do jogo  (Foto: CAIO ROCHA/AE)
Jogo entre Fortaleza e São Paulo ficou marcado por decisões do árbitro do jogo (Foto: CAIO ROCHA/AE)

Apesar dos seis gols totais na partida desta quarta-feira, 14, entre Fortaleza e São Paulo pela ida das oitavas de final da Copa do Brasil, o jogo ficou marcado por decisões da arbitragem. Com cinco expulsos sendo três do Leão, o árbitro do jogo Rodolpho Toski relatou na súmula disponível no site da CBF o motivo dos cartões vermelhos.

Pelo lado dos cearenses, a polêmica ficou com a pena máxima individual distribuída para o lateral-esquerdo Carlinhos por chamar o árbitro de "palhaço" após receber cartão amarelo. O auxiliar técnico de Rogério Ceni, o francês Charles Hembert, também foi expulso por reclamar com o paranaense e dizer as palavras "é roubo, é roubo".

Na sua conta pessoal do Twitter, o auxiliar de Ceni negou que tenha dito tais palavras. "A súmula do jogo relata que fui expulso do jogo de ontem por ter proferido as palavrass 'é roubo, é roubo'. Não tenho nenhum problema e nenhuma frescura em assumir as palavras que eu falo. Mas nunca da vida eu pronunciei estas palavras ontem", escreveu o francês.

Além deles dois, o goleiro Felipe Alves foi o terceiro mandado para fora pelo lado do Fortaleza. Mas diferente dos seus companheiros, o arqueiro recebeu o vermelho por "impedir oportunidade clara de gol ao calçar o adversário numa disputa de bola fora da área", segundo relato da súmula.

Os outros dois expulsos foram do São Paulo e ambos da comissão técnica. O treinador Fernando Diniz foi um deles, mandado para fora por "reclamação com gritos e gestos" depois de receber um amarelo. O outro foi o preparador físico Wagner Bertelli, por "sair da área técnica protestando com gestos ostensivos contra decisões da equipe de arbitragem".

No segundo tempo, o jogo chegou a ficar parado por 10 minutos para que a arbitragem pudesse confirmar o cartão vermelho para Felipe Alves por falta na entrada da área. Ao final da partida ainda houve a possibilidade de pênalti para o São Paulo, que foi revisado e não marcado.

Os dois times saíram na bronca com o árbitro Fifa, mas agora o pensamento é outro. As equipes voltam a se enfrentar no domingo dia 25 de outubro, pela volta da das oitavas de final da Copa do Brasil no Morumbi, em São Paulo. Com o placar de 3 a 3 na ida, qualquer vitória classifica o triunfante. Nova igualdade leva para as penalidades.